Ganriela Kidd é a melhor brasileira no Mundial Jr de Laser

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Terminou nesta quarta-feira na Bélgica o Mundial Jr de Laser. Com dez das doze regatas programadas disputadas, Gabriela Kidd, do ICRJ, foi a melhor da equipe brasileira, terminando na 23ª colocação entre as meninas do Laser Radial. Ricardo Luz, também do ICRJ, ficou em 32º na Laser Standard, enquanto Stephan Kunath, do YCSA, ficou em 47º geral e 9º no sub19, ambos na flotilha ouro. Marcelo Gallicchio terminou sua participação em 22º na Flotilha Prata.

Para ver o resultado completo, clique nos links abaixo:

STANDARD
RADIAL

Brasil participa do Campeonato Britânico de Optimist

Os pequenos velejadores do Clube de Campo São Paulo e do YCSA estão em Weymouth disputando o Campeonato Inglês de Optmist. Apesar do frio, os brasileiros estão bastante animados e velejando muito bem. A melhor atleta na flotilha Junior é Gabriela Vessel, que aparece na 13ª colocação. Henrique Lowy está em 41º e André Vasconcellos em 126 sem disputar nenhuma regata. Entre os Seniores, Gabriela Bartijotto é a 110ª colocada. O evento vai até o dia 4 de agosto na mesma raia onde foi disputada a Olimpíada de Londres 2012.

Confira os resultados:

JUNIOR

SENIOR

 

Brasileiros disputam Mundial de Laser sub21

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Oito regatas já foram disputadas no Mundial de Laser Sub 21 e o Brasil segue no meio da tabela. Entre as meninas, Gabriela Kidd aparece na 22ª colocação. Ela chegou a terminar uma das regatas na terceira posição, porém não disputou a quinta regata da série, que entrou como descarte. Entre os meninos, também após oito regatas, Ricardo Luz é o melhor brasileiro, na 28ª colocação. Stephan Kunath está em 44º e Marcelo Gallicchio em 87º.

“Começamos o campeonato com excesso de vento e sem regatas no primeiro dia. No segundo tivemos três regatas, começando com vento médio, que velejei pior, depois o vento foi baixando e fui melhorando. No terceiro dia tivemos mais regatas com vento forte, de 20 a 25 nós, e também não tive um dia muito bom. Hoje o vento baixou novamente para médio e consegui velejar melhor, perdendo um pouco no popa, mas recuperando no contra-vento. Sei que preciso melhorar. Estou com um pouco de dor nas costas, que está me atrapalhando. Vamos torcer para melhorar amanhã”, disse Gabi Kidd.

“Nas primeira regata do campeonato eu estava bem nervoso, larguei mal e fui para o lado errado. Na segunda consegui melhorar, tirando um 13º. Na terceira estava mal, mas o vento baixou e consegui me recuperar, já que sou um pouco mais rápido no vento mais fraco e com onda. No segundo dia, também com vento forte, fui bem, tirei um 12º e um 15º, achei que ia ser mais difícil, mas consegui sustentar bem. Hoje na primeira regata montei no meio da flotilha a primeira boia e fui recuperando no popa, que sou mais rápido, Na segunda eu estava no top 10, mas levei a segunda bandeira amarela e tive que me retirar da regata. Já na terceira estava muito mal, recuperei 10 posições no popa e acabei entre os 15”, disse Ricardo.

Para ver a súmula completa, clique nos links abaixo:
Meninos
Meninas

Brasil tem quatro duplas no Mundial de 29er

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Neste sábado começa em Long Beach, na Califórnia, o Mundial de 29er e o Brasil estará na água com quatro duplas: Rafaela Salles/Fernanda Blyth, Breno Kneipp/Ian Paim, Helena De Marchi/Nicole Buuck e Lorenzo Bernd/Phillip Rumpp. No total 130 velejadores participarão da competição, que tem 20 regatas programadas, sendo 10 para a fase classificatória e 10 para a fase final. O evento termina no dia 5 de agosto.

Foto: Matias Capizzano

 

Lorenzo Balestrin é quarto colocado no Norte Americano de Optimist

Terminou no último sábado no Canadá o Norte Americano de Optimist. O Brasil chegou no último dia de regatas com chances de subir ao pódio, porém apenas uma regata foi disputada no último dia. O vento estava muito fraco e a terceira bateria acabou sendo anulada no meio, por conta de um temporal. Com isso, Lorenzo Balestrin acabou ficando na quarta colocação com apenas um ponto a menos que o terceiro colocado, o melhor resultado desde 2005. O título ficou com o americano de mãe baiana Stephan Baker. O Brasil também conquistou a medalha de bronze no evento por equipes.

Confira o resultado completo em: http://bit.ly/2syt4pw

Fotos: Matias Capizzano

Sul-americano de 29er começa nesta quarta no Jangadeiros

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Depois de sediar o Brasileiro de 29er, a IV Copa Brasil de Vela e a II Copa Brasil da Vela Jovem, a XXIII Copa Cidade de Porto Alegre, chegou a vez do Clube dos Jangadeiros abrir as portas para receber o Campeonato Sul Americano de 29er. O evento vai reunir cerca de 50 velejadores jovens do Brasil, Argentina, Uruguai e Chile. A Comissão de Regatas prevê a realização de até 12 provas.

Copa Brasil de Vela 2017 será sediada em Porto Alegre

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Porto Alegre vai ser o grande palco da vela brasileira neste começo de 2017. De 5 a 11 de março, a capital gaúcha receberá a IV Copa Brasil de Vela e a II Copa Brasil de Vela Jovem, principais competições do calendário nacional da modalidade. O evento é organizado pela Confederação Brasileira de Vela, com patrocínio máster do Bradesco, patrocínio do Grupo Energisa para o projeto de Vela Jovem e apoio da Federação de Vela do Estado do Rio Grande do Sul.

Dentro do melhor espírito de parceria, a sede será dividida entre os dois grandes clubes da modalidade em Porto Alegre: o Clube dos Jangadeiros e o Veleiros do Sul. As duas competições serão disputadas paralelamente, a fim de dar uma oportunidade para os jovens velejadores terem contato com os atletas das classes olímpicas, incluindo ídolos cuja presença no evento está prevista, como:

  • Robert Scheidt, maior medalhista olímpico do esporte brasileiro, que agora está na classe 49er;
  • Martine Grael e Kahena Kunze, campeãs olímpicas da classe 49er FX nos Jogos Rio 2016;
  • Fernanda Oliveira, medalhista olímpica na classe 470 em Pequim-2008;
  • Isabel Swan, medalhista olímpica na classe 470 em Pequim-2008;
  • Torben Grael, coordenador-técnico da Equipe Brasileira de Vela, dono de cinco medalhas em Jogos Olímpicos, vice-presidente da Federação Internacional de Vela e membro do Hall da Fama da modalidade.

O evento serve de seletiva para a formação da Equipe Brasileira de Vela em 2017. Os atletas vencedores da IV Copa Brasil de Vela e os velejadores Sub 23 mais bem classificados na IV Copa Brasil de Vela, nas suas respectivas classes, passarão a fazer parte do plano de investimento da CBVela para participação nas principais competições internacionais deste ano, sendo constantemente analisados no Programa de Desenvolvimento Individual de Atletas durante todo o ciclo olímpico, até Tóquio 2020.

A IV Copa Brasil terá disputa nas seguintes classes: RS:X (Masc e Fem.), Laser Standard, Laser Radial (Fem.), Finn, 470 (Masc e Fem.), 49er, 49er FX, Nacra 17 (Misto), Kitesurf Hidrofoil Open (Tubular e Foil) e  Kitesurf Hidrofoil Amador (Tubular).

A II Copa Brasil de Vela Jovem está aberta para as classes RS:X (Masc e Fem.), Laser Radial (Masc e Fem.), 420 (Masc. e Fem.), 29er (Masc e Fem.) e Hobie Cat 16 (Aberto).

Uma das grandes atrações do evento será a classe Kitesurfe, que aproxima a vela tradicional dos esportes radicais, com a prancha decolando da água para voos acrobáticos na paisagem do Rio Guaíba.

Olivia Belda e Fernanda Blyth lideram o Brasileiro de 420 em Ilhabela

A Comissão de Regatas liderada por Cuca Sodré bem que tentou, mas o vento está custando a aparecer em Ilhabela. Os dois primeiros dias do Campeonato Brasileiro de 420, que está sendo disputado na Escola de Vela Lars Grael até este sábado, foram de espera e regatas canceladas. Nesta sexta-feira, no entanto, finalmente foram realizadas as três primeiras regatas da competição, suficientes para validar o campeonato. Olivia Belda e Fernanda Blyth, do YCSA e do ICRJ lideram a competição com cinco pontos perdidos.

O dia foi longo, com mais de sete horas na água e a largada da primeira regata só foi dada pouco antes das 17h. A última regata terminou quase no escuro, depois das 19h, na Ponta das Canas, norte da Ilha.

A ideia é fazer mais três regatas neste sábado, porém, o dia amanheceu chuvoso novamente e sem vento. Para ver a súmula completa clique aquiclique aqui.

 

 

Brasil conquista dois sextos lugares no Mundial da Juventude na Nova Zelândia

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A Equipe Brasileira de Vela Jovem encerrou nesta terça-feira, dia 20, sua participação no Mundial da Juventude 2016, em Auckland, Nova Zelândia. Após cinco dias de disputa, o país saiu do evento tendo seus resultados mais expressivos na classe 420. Na disputa feminina, Olivia Belda e Marina Arndt terminaram na sexta colocação, com 48 pontos perdidos, a apenas quatro pontos de um lugar no pódio. Na disputa masculina, Gustavo Abdulklech e Pietro Geronimi também ficaram em sexto lugar, com 60 pontos perdidos.

“A experiência que a gente ganhou aqui foi incrível. A gente aprendeu bastante, melhorou bastante ao longo do campeonato. Dá para ver pelos resultados. Mesmo não tendo chegado aonde a gente queria no final, foi bom”, disse Olivia Belda, de apenas 16 anos, timoneira da embarcação, para a equipe de comunicação da Federação Internacional de Vela (World Sailing).

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Delegação brasileira embarca para a disputa do Mundial da Juventude na NZ

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Com 14 jovens velejadores, a delegação brasileira disputa o Mundial da Juventude, em Auckland, na Nova Zelândia, em competição marcada para o período de 14 a 20 de dezembro, nas classes RS:X (masc. e fem.), 420 (masc. e fem.), Laser Radial (masc. e fem.), 29er (masc. e fem.) e Nacra 15 (aberta para duplas masculinas, femininas ou mistas). As primeiras regatas estão previstas para o próximo dia 16 — por causa do fuso horário, no horário de Brasília a competição começa na madrugada de quinta para sexta-feira.

“Vamos para o campeonato com uma equipe cheia de gás. A vela é um esporte de carreira longa para o atleta. Então, nosso foco principal, mais do que o resultado em si, é dar a esses velejadores experiência com barcos que servem de base para as classes olímpicas, num ambiente de competição internacional de alto nível”, diz Alexandre Saldanha, o Spanto, que chefiará a delegação brasileira e foi técnico de Robert Scheidt nos Jogos Rio 2016.

O Brasil estará representado em todas as classes, com oito velejadores e seis velejadoras. No Mundial da Juventude de 2015, o país conquistou duas medalhas: prata, com Leonardo Lombardi e Rodrigo Luz (420 masculino); e bronze com Brenno Francioli (RS:X masculino). A vela brasileira tem um histórico de sucesso no Mundial da Juventude, incluindo os ouros de Robert Scheidt (1991), Martine Grael e Kahena Kunze (2009), atletas que depois se tornariam medalhistas em Jogos Olímpicos.

Os velejadores do Brasil no Mundial da Juventude 2016

Nome Idade Classe
Lucas Cazale Bonioli Cardoso 16 29er
Lucas Bethlem Mirow 17 29er
Gustavo Luis Ribeiro Abdulklech 17 420
Pietro Motta Geronimi 17 420
Natascha dos Santos Böddener 18 Laser Radial
Daniel Rocha Pereira 17 RSX
Carlos Eduardo Lins Monteiro Lopes 15 Nacra
Rafael Melo Rizzato 17 Nacra
Joao Emilio Mendes de Vasconcellos 16 Laser Radial
Helena Van Swaay De Marchi 17 29er
Nicole Schiavo Buuck 16 29er
Olivia Belda 16 420
Marina Mariutti Carioba Arndt 15 420
Larissa Ricci Schenker 16 RSX