Scheidt retoma classe star para disputar o SSL Finals nas Bahamas

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Robert Scheidt anunciou recentemente o encerramento do ciclo olímpico visando os Jogos de Tóquio, em 2020, mas garantiu não se tratar de uma aposentadoria do iatismo. Ratificando a palavra empenhada, o bicampeão olímpico volta a competir na SSL Finals, entre 4 a 9 de dezembro, em Nassau, nas Bahamas. Esta será a quinta edição do evento final da Star Sailors League, na qual o brasileiro vai em busca do segundo título após ter sido campeão logo no ano de estreia.

Scheitd formará dupla com Henry Boenning, o Maguila. Juntos, conquistaram a medalha de bronze no ano passado. Do total de quatro edições disputadas até agora, o bicampeão olímpico competiu em três. Além do título em 2013, conquistado ao lado de Bruno Prada, e do bronze no ano passado com Maguila, Robert foi quinto colocado em 2014, também com Prada. Continuar lendo “Scheidt retoma classe star para disputar o SSL Finals nas Bahamas”

No YCSA, Scheidt confirma fim da carreira olímpica

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Dono de cinco medalhas olímpicas, sendo duas de ouro, Robert Scheidt reuniu a imprensa para anunciar oficialmente o fim de sua participação em Jogos Olímpicos. No encontro da manhã desta terça-feira (17), no Yacht Club Santo Amaro, em São Paulo, o iatista explicou as razões para não seguir com o ciclo até Tóquio 2020 na classe 49er, mas deixou claro que não se trata do encerramento de sua carreira como atleta. “Aposentadoria é uma palavra muito forte. Não me vejo de pijamas, sentado no sofá e assistindo TV. Meu instinto competitivo ainda é muito forte e o esporte está no meu sangue. Seguirei velejando em diferentes classes”, explicou o atleta que tem patrocínio do Banco do Brasil e Rolex e apoio do COB e CBVela.

Quando fala em diferentes classes, Robert se refere a experimentar novos ares na carreira esportiva. “Sempre recebi convites para competições de vela oceânica e sempre disse não, em função dos projetos olímpicos. Agora poderei dizer sim. Temos grandes eventos, como a Volvo Ocean Race e a America’s Cup, entre outros, e, quem sabe, não surge uma oportunidade. Está se fechando uma porta, mas tenho certeza que muitas outras se abrirão”, comentou o bicampeão olímpico, que não vai esquecer as raízes. “Continuarei nas classes Star, agora mais intensamente em 2018, e Laser, pois preciso da adrenalina do iatismo”, revela. O próximo desafio será justamente na Star Sailors League (SSL), em Nassau, no mês de dezembro, ao lado Henry Boenning, o Maguila. Continuar lendo “No YCSA, Scheidt confirma fim da carreira olímpica”

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Lenda da vela, Scheidt decide não mais fazer campanha olímpica

O velejador Robert Scheidt anunciou neste final de semana que não mais fará campanha olímpica para Tóquio 2020. O paulista havia mudado para a classe 49er, em que velejava ao lado de Gabriel Borges, o Coveiro. Em 2016 ele anunciou que as Olimpíadas do Rio de Janeiro seriam as últimas na qual participaria, porém, sem a medalha na Laser, classe que o consagrou, ele acabou voltando e fazendo mais um ano de campanha na nova classe.

“O volume de treinamento que eu teria que fazer nos próximos dois anos seria muito grande. Então, acabei optando por não dar sequência neste projeto, já que pequenas lesões vão minando sua capacidade de ter um volume muito grande de treinamento”, disse ele.

Sua esposa, a velejadora olímpica Gintare Scheidt Volungeviciute, que representou a Lituania também na classe Laser, também anunciou que não fará campanha para Tóquio 2020.

Robert Scheidt tem duas medalhas de ouro olímpicas (Atlanta/96 e Atenas/2004)e uma prata (Sidney/2000) na classe Laser, mais uma prata e um bronze na Star (Pequim/2008 e Londres/2012). Ao todo, são 11 títulos mundial na Laser e três na Star. Na Rio/2106, terminou na quarta colocação.

 

Após dois dias sem vento, Mundial de 49er começa em Portugal

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Após dois dias à espera do vento, o Campeonato Mundial de 49er finalmente começou nesta quarta-feira (30), na cidade do Porto, em Portugal. As campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze, são as melhores do time brasileiro e ocupam a 4ª colocação no 49erFX. Na 49er, Robert Scheidt e o proeiro Gabriel Borges são os melhores brasileiros na disputa. Com 8º, 24º e 9º lugares, aparecem na 37ª posição no geral. Os líderes são os alemães Tim Fischer e Fabian Graf, com 3 pontos perdidos. Os demais brasileiros em Portugal, Dante Bianchi/Thomas Low-Beer e Carlos Robles/Marco Grael aparecem em 50º e 66º lugares, respectivamente.  O Mundial segue nesta quinta-feira (31), com expectativa de vento forte.

“Finalmente o campeonato começou. Após uma longa espera de dois dias e do período da manhã desta quarta, fomos para a água por volta das 14h. Começou com vento fraco, entre 5 e 6 nós, e terminou, na última regata, por volta dos 10 nós. Largamos bem nas três provas. Na primeira chegamos a estar em terceiro, mas cometemos alguns erros e terminamos em oitavo. Na segunda também tivemos boas chances, contudo não soubemos ler bem o vento e tomamos decisões equivocadas. Na última corrida novamente conseguimos velejar bem. Estamos felizes e vamos com tudo”, disse o bicampeão olímpico.

Resultados

Da assessoria 

Abertura do Mundial de 49er é adiada em mais um dia

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Os barcos continuam em terra na cidade do Porto, em Portugal, à espera de vento para iniciar a disputa do Campeonato Mundial da Classe 49er. Assim como na segunda-feira, neste terça (29) as condições meteorológicas não permitiram a largada das regatas. Para esta quarta-feira (30), a situação deve mudar e apresentar desafios para as quatro duplas brasileiras que participam da comperição: Carlos Robles/Marco Grael, Robert Scheidt/ Gabriel Borges, Dante Bianchi/Thomas Lowbeer e as campeãs olímpicas Marine Grael/Kahena Kuze. Uma frente fria está sendo esperada e deve provocar ventos fortes e ondas grandes.

Scheidt faz sua estreia na maior e mais importante competição na nova classe e está ansioso para colocar seu 49er na água. “Estamos há três dias parados, um de descanso, domingo, e dois por falta de tempo favorável. Nesta terça, não tinha vento nenhum e choveu pela manhã. Mas a expectativa é para a entrada da frente amanhã (quarta), com muito vento e ondas grandes, o que será um desafio para nós. Mas espero mesmo que possamos estrear logo no Mundial”, disse o velejador.

As regatas serão disputadas diariamente e têm início previsto para 6h55 (horário de Brasília). A competição este ano conta com 84 tripulações na 49er. O campeonato vai até este sábado, dia 2 de setembro, data da regata da medalha.

Com informações da assessoria de Scheidt

Falta de vento adia início do Mundial de 49er

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A falta de vento impediu a largada das regatas no primeiro dia do Campeonato Mundial de 49er, na cidade do Porto, em Portugal. Participam da competição os brasileiros Carlos Robles/Marco Grael, Robert Scheidt/Gabriel Borges, Dante Bianchi/Thomas Low-beer e Martine Grael/Kahena Kunze. “Ficamos o dia todo na expectativa, mas só tivemos vento girando entre dois a quatro nós, insuficiente para começar a disputa. Com isso, a programação foi cancelada e passa para amanhã(terça)”, Scheidt.

As regatas serão disputadas diariamente e têm início previsto para 6h55 (horário de Brasília). A competição este ano conta com 84 tripulações na 49er. O campeonato vai até o dia 2 de setembro, data da regata da medalha.

Com informações da assessoria de Scheidt

Mundial de 49er terá quatro duplas brasileiras

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O Campeonato Mundial das classes 49er e 49er FX terá suas primeiras regatas nesta segunda-feira, dia 28, na cidade do Porto, em Portugal. E o Brasil estará na água com nomes de peso. Após uma breve parada para se dedicar à preparação para a Regata de Volta ao Mundo, Martine Grael retoma com Kahena Kunze a dupla que foi campeã olímpica nos Jogos Rio 2016. Na disputa masculina, Carlos Robles e Marco Grael, vencedores da última Copa Brasil, chegam como titulares da Equipe Brasileira de Vela. Mas o país também terá como representante o maior medalhista olímpico do esporte nacional, Robert Scheidt, que participa da competição pela primeira vez, ao lado de Gabriel Borges. Completando a delegação, Dante Bianchi e Thomas Lowbeer também estarão na raia. Continuar lendo “Mundial de 49er terá quatro duplas brasileiras”

Robles/Grael são os melhores brasileiros no Europeu de 49er

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O Europeu de 49er termina nesta sexta-feira em Kiel, na Alemanha, com a disputa da medal race, mas, para as três duplas brasileiras o evento terminou na quinta-feira, com a realização da última regata da fase final. Carlos Robles e Marco Grael foram os melhores brasileiros na competição, terminando em 23º geral. Os dois tiveram alguns excelentes resultados, com um segundo lugar na quinta regata da série, e dois quintos lugares, sendo um na última regata da competição.

Robert Scheidt e Gabriel Borges, que estão estreando o barco novo, voltam para casa como 32º colocados. A dupla chegou a vencer duas regatas e a conquistar mais um segundo e um terceiro lugares, porém os outros resultados foram bem mais altos.

Dante Bianchi e Thomas Low-beer acabaram na 39ª posição, fazendo a melhor estreia brasileira no evento, com um quarto, um oitavo e um quinto lugar no primeiro dia de regatas.

Para ver os resultados completos, clique aqui.

 

Europeu de 49er: Robles/Grael são os melhores brasileiros início da fase final

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Nesta quarta-feira começou em Kiel, na Alemanha, a fase final do Europeu de 49er. Três regatas foram realizadas, das nove que estão programadas para esta etapa. Carlos Robles e Marco Grael são os melhores brasileiros, na 26ª colocação. Schedit e Borges, que chegaram a tirar um segundo lugar na primeira regata do dia, aparecem em 37º e Dante Bianchi e Thomas Lowbeer, em 40º, dentre 94 inscritos. Para ver os resultados completos, clique aqui.

Brasileiros disputam Europeu de 49er na Alemanha

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Robert Scheidt e Gabriel Borges têm motivação extra para a reta final da temporada 2017 do iatismo internacional. O bicampeão olímpico e seu proeiro contam com um barco ‘zero km’ desde a semana passada. A estreia do novo equipamento será no Campeonato Europeu da Classe 49er, que será disputado de 27 de julho a 4 de agosto no Kieler Yacht-Club, em Kiel, na Alemanha.

“Usávamos um barco do COB e CBVela e que era de 2014. Por isso, optamos por adquirir um barco 100% nosso. Claro que um equipamento novo sempre é melhor. É mais rígido. Tende a performar mais. Não existe uma diferença gritante, mas existe. Ainda mais porque temos também um mastro e vela novos. E o kit todo tende a dar um resultado melhor em termos de velocidade”, afirma ele, que completa. “É uma motivação a mais. Porém, sabemos que o principal continua dependendo da gente, da maneira como vamos velejar.” Continuar lendo “Brasileiros disputam Europeu de 49er na Alemanha”