Especial Velejadores Paralímpicos: Nuno Santa Rosa

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Nuno Santa Rosa é um amante da vela desde quando ainda morava na Ilha do Mosqueiro, no Pará, onde nasceu. Foi lá que deu os primeiros bordos, em cima de um Laser. Quando foi transferido para Brasília, para dar aula de processamento de imagem na UNB, acabou conhecendo a classe 2.4 e uma clínica com Lars Grael o incentivou a competir mais seriamente. Em 2009 conquistou o vice-título brasileiro de 2.4 e em 2011 de Sonar, classe na qual tentou a vaga para Londres, sem sucesso. Mas foi a mudança de Brasília para o Rio de Janeiro que impulsionou sua carreira na vela.

Nuno comprou o próprio 2.4 e começou a se dedicar mais em busca do sonho paralímpico. A vaga veio no Brasileiro em dezembro de 2015, no Rio de Janeiro, mesma raia em que estará competindo a partir do dia 12. O treinamento foi feito parte no Rio, parte na Europa, junto com os melhores do mundo.

A classe 2.4 é aberta, ou seja, pode ser velejada por qualquer pessoa, seja homem, mulher, deficiente ou não. Em competições como o tradicional Princesa Sofia, por exemplo, o número de inscritos é muito maior do que nas classes Olímpicas, chegando a 80 barcos. Não existe um handicap e qualquer pessoa consegue velejar o barco.

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A classe entrou no programa paralímpico em Sydney 2000, e teve como primeiro campeão o alemão Heiko Kroger. Nuno será o primeiro representante brasileiro na categoria. Para ser elegível, o velejador precisa ter uma deficiência mínima. Nuno, que teve poliomielite com 1 ano de idade, acabou ficando uma deficiência na perna esquerda, o que não o impediu de ter uma vida normal. “Meu pai e minha mãe me deram condições para ter uma vida normal. Dirijo carro normal, subo e desço em árvore sem problema algum”, disse ele.

Antes de se tornar atleta paralímpico, no entanto, ele já estava envolvido com a equipe brasileira de vela olímpica. Ele foi o responsável pelo mapeamento da baía de Guanabara, a maré e as correntes, que durou de 2013 a janeiro de 2016. “Neste período tive a oportunidade de conviver com todos os atletas olímpicos antes de eles se tornarem atletas olímpicos. Convivi com muita gente boa que acabou não se classificando também e vi que para estas pessoas ficou faltando algo para completar a vida. Por isso, quando eu consegui a vaga paralímpica, me senti muito gratificado. Fui cumprimentado por todos os meus adversários”.

Além de grande conhecedor da Guanabara, Nuno contará com a torcida brasileira durante os seis dias de competição. “Estou confiante quanto à troca de marés, por exemplo. Fora que a paisagem é deslumbrante e já estou acostumado com ela. Falar português com as pessoas envolvidas na competição também é um fator muito legal. Ficarei muito feliz se terminar no top 10”. Nuno treinou de três a quatro vezes por semana e por duas vezes contou com a ajuda de Lars Grael como sparing.

Quando as Paralimpíadas acabarem, ele sabe bem o que vai fazer da vida: se aposentar da UFRJ e se mudar para um motor home na Europa, onde quer percorrer as belas estradas rebocando seu barco em busca das melhores regatas, que servirão como treino para o Mundial: “Quero poder competir de igual para igual com os estrangeiros e ganhar um título Mundial. Se treinar, dá!”

Vela adaptada disputa Paralimpíadas pela última vez

 

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A vela está presente nas Olimpíadas desde Paris 1896, porém a vela adaptada só virou oficialmente esporte paralímpico em Sydney 2000. Estiveram em disputa as classes Sonar (que foi apresentada como teste em Atlanta, 1996), adaptada para três velejadores e sem balão, e 2.4, para uma pessoa. A estreia brasileira veio em 2008 na classe Sonar. Em 2012 o país foi representado por Bruno Landgraf e Elaine Cunha na Skud. Bruno volta às raias paraolímpicas em 2016 ao lado de Marinalva Almeida na mesma classe.

Por decisão do Comitê Paralímpico Internacional, a vela não mais fará parte do programa de competições paralímpicas a partir de 2020, porém o que se diz é que há um esforço para que o esporte volte em 2024.

Quem quiser assistir a competição no Rio de Janeiro, pode clicar aqui e garantir o seu ingresso. As regatas começam no dia 12 e seguem até o dia 17 nas raias do Pão de Açúcar e Escola Naval.

Após as Olimpíadas, velejador americano é assaltado…nos EUA

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Os Jogos Olímpicos terminaram e é hora de voltar para casa e retomar a rotina. Menos para Bora Gulari, membro do Team USA na classe Nacra 17. O velejador voltou Detroit e quando chegou no Iate Clube se deu conta que todo o seu material havia sido roubado de dentro do seu carro, na porta de casa. “Minha vida estava naquela mala”, disse ele. O material roubado nada tinha a ver com uniformes ou outro material olímpico do time americano. Na mala estavam todas as ferramentas, seu spinnaker, roupas de velejar e o bib que ele usou nos Jogos, tudo avaliado em US$ 10 mil (aproximadamente R$ 32 mil). “Isto só me faz sentir mal sobre a minha vizinhança”, disse ele. O material acabou sendo recuperado, com exceção de dois pares de óculos.

Vela poderá mudar para Tóquio 2020

As Olimpíadas do Rio foram um sucesso. A Marina da Glória, sede da competição, teve a maioria dos ingressos vendidos em todos os dias de competição, o Brasil chorou de alegria ao comemorar o ouro do argentino Santiago Lange na Nacra 17 e das brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze, na 49er FX.

E apesar de a World Sailing ter decidido que as classes que fizeram parte da Rio 2016 também estarão em Tóquio 2020, o futuro poderá não ser bem assim. De Londres 2012 para o Rio 2016 o número de classes foi mantido, porém, com a saída do Star e do Match Race, os países que se classificaram em todas as classes para o Rio, levaram um atleta a menos.

E é nesta tecla que o Comitê Olímpico Internacional está batendo. O número total de atletas nas duas últimas edições dos Jogos foi de 10.500 e este número está mantido para o Japão. Porém, cinco novos esportes entrarão no programa e se o número vai aumentar de um lado, tem que diminuir do outro. Seis esportes estão sob a mira do COI e a vela é um deles.

“Quando o COI vem para você com este ‘problema’ como você responde? Decidimos pedir para os nossos membros que votem em uma possível mudança na decisão que tomamos quatro anos atrás sobre manter as mesmas classes para o Rio 2016 e para Tóquio 2020. Isto levará tempo, mas não temos ideia como poderemos mudar para as próximas Olimpíadas. Esta decisão não virá em novembro, na nossa reunião, mas talvez em fevereiro. Em novembro talvez consigamos apresentar uma boa solução, mas nada ainda muito certo, pois é um assunto confidencial com o COI.

Talvez entre o Kite, talvez um barco de foil. Não sei… quem sabe um velho hobby antigo meu, de fazer regatas de longa distância com equipamentos básicos em barcos one design. Estou completamente convencido que vamos conseguir alguém que forneça os barcos para as Olimpíadas de graça. Esta seria uma forma das pessoas competirem em regatas barla-sota e em uma regata de percurso…

Nada está decidido. Não vou ser eu a tomar esta decisão, será o conselho. Com certeza teremos mudanças, mas o que quero dizer é que mexeremos no mínimo  possível para que as pessoas não joguem fora seus barcos e que as nações que façam parte da World Sailing tenham problemas. Estas nações precisam desenhar um programa de quatro anos e precisamos ser rápidos”, disse Carlo Croce, presidente da World Sailing desde 2013.

 

 

Conheça os medalhistas da 470 Masculina e Feminina da Rio 2016

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As classes 470 Feminina e Masculina fizeram suas medal races hoje após o adiamento de ontem por falta de ventos. As mulheres foram para a água primeiro e as favoritas Hannah Mills e Saskia Clark, da Grã-Bretanha, confirmaram o ouro. As neozelandesas Jo Aleh e Polly Powrie ficaram com a prata e as francesas Camille Lecointre e Hélène de France com o bronze. A dupla brasileira Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan fechou a participação na Rio 2016 com o 8º lugar geral.

Na 470 masculina, os croatas Sime Fantela e Igor Marenic garantiu a segunda medalha olímpica da história da vela da Croácia com o ouro. Mathew Belcher e Will Ryan, da Austrália garantiram a prata e Panagiotis Mantis e Pavlos Kagialis, da Grécia, foram os medalhistas de bronze.

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Fotos World Sailing

49er e 49erFx fecham Rio 2016 com medal races que prometem muita emoção

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Quatro equipes e três medalhas, essa conta não fecha, mas é assim que vai começar a medal race da classe 49erFX. Quatro duplas têm chances reais de levar o ouro da classe estreante: Tamara Echegoyen e Berta Betanzos (Espanha), Jena Hansen e Katja Steen Salskov-Iversen (Dinamarca), Alex Maloney e Molly Meech (Nova Zelândia) e as brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze entrarão na raia hoje para vencer esta medal race. Com a regata marcada para começar às 15h20, a previsão é de vento sul soprando entre 10 e 11 nós e corações batendo a mais de 100 por minuto.

Na classe masculina 49er, a medalha de ouro já está garantida para os imbatíveis neozelandeses Peter Burling e Blair Tuke. As outras medalhas ainda estarão em disputa e os alemães Erik Heil e Thomas Ploessel estão apenas três pontos à frente dos australianos Nathan Outteridge e Ian Jensen, atuais campeões olímpicos da classe.

Com velocidade e muita emoção na raia, a classe promete encerrar a vela da Rio 2016 em grande estilo.

Foto World Sailing

Disputa adiada: 470, Feminina e Masculina, ainda terão disputa final da Rio 2016

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A falta de ventos impediu a realização das Medal Races da classe 470, Masculino e Feminino, ontem e Fernanda Oliveira e Ana Barbachan estarão na raia hoje para a disputa final da Rio 2016. A dupla não tem mais chance de medalha, mas espera fazer uma boa medal race para fechar o ciclo com resultado melhor do que o 8º lugar que elas ocupam na classificação geral. A classe já tem a medalha de ouro definida com as britânicas Hannah Mills e Saskia Clark no lugar mais alto do pódio. Seis duplas estarão na disputa das medalhas de prata e bronze: Nova Zelândia, Eslovênia, Estados Unidos, França, Japão e Holanda.

Na 470 masculina nada definido. Croácia, Grécia, Austrália, Estados Unidos, Suécia, Grã-Bretanha, Áustria, França, Nova Zelândia e Suíça estarão na água hoje em busca de uma medalha.

Foto World Sailing

Nacra 17 não dá medalhas ao Brasil, mas arranca lágrimas com pódio argentino

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Na vela, diferentemente de outros esportes, a rivalidade com a Argentina é sempre deixada de lado, ainda mais quando o argentino no barco é o simpático Santiago Lange, velho conhecido dessas águas de cá. Com 54 anos, Lange chegou aos Jogos do Rio 2016 sem muitas chances de medalha, mas com muitas vitórias, na carreira e na vida.

Santiago só resolveu disputar este ciclo olímpico na Nacra 17 para ficar mais perto dos filhos Yago (28 anos) e Klaus (21 anos) velejadores da classe 49er. Com Cecilia Carranza, de 29 anos, Lange conquistou a vaga olímpica, mas um câncer de pulmão quase o tirou da disputa. Com a doença superada e um só pulmão, Santiago começou a competição com resultados irregulares, fazendo 11º, 2º e 13º lugares no primeiro dia de provas. No segundo dia, mais resultados inconsistentes, 13º, 2º e 12º lugares. Mas, a partir do terceiro dia de regatas, os bons resultados começaram a ficar mais constantes e Lange e Carranza se firmaram nas primeiras colocações chegando à medal race na terceira colocação com chances reais de medalhas. Lange e Carranza velejaram com garra e mesmo chegando na 6ª colocação na regata final, eles garantiram o ouro, deixando para trás as duplas da Austrália e Itália, que terminaram a fase de classificação na frente.

Lange que é dono de duas medalhas de bronze conquistadas na classe Tornado em Atenas-2004 e Pequim-2008 e representou a Argentina em cinco edições de Jogos.

Sem dúvidas foi o pódio mais emocionante da vela. O hino nacional da Argentina arrancou lágrimas de Santiago e do público que aplaudiu muito o velejador. Lágrimas que também rolaram ainda dentro d’água quando os filhos de Lange pularam na água para abraçar o pai e Cecilia logo após a medal race. Foi emocionante e inspirador.

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Pódio: Jason Waterhouse e Lisa Darmanin, da Austrália ficaram com a prata da classe Nacra e Thomas Zajac e Tanja Frank, da Áustria, com o bronze. Os brasileiros Samuel Albrecht e Isabel Swan terminaram na 10ª posição geral.

Fotos World Sailing

 

Jorge Zarif, da classe Finn, faz bela medal race e fecha Rio 2016 no 4º lugar

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O jovem Jorge Zarif, velejador brasileiro da classe Finn, terminou a medal race de ontem, realizada na raia do Pão de Açúcar, na terceira posição e ficou em 4º no geral, a 11 pontos da medalha de bronze. O resultado não era o esperado por Jorginho que sonhava em conquistar uma medalha olímpica em águas brasileiras, mas mesmo assim não deixa de ser uma grande vitória. Jorginho participou dos Jogos de Londres-2012 e saiu de lá sem ao menos disputar a medal race, no 20º lugar geral. Com apenas 19 anos, Jorginho estava com o joelho lesionado e sem apoio para a campanha olímpica. Saiu daqueles Jogos determinado a ser grande em sua classe, a mesma em que seu pai defendeu o país em duas Olimpíadas (Los Angeles-1984 e Seul-1988). Durante os últimos quatro anos Jorginho se dedicou inteiramente à vela e foi campeão mundial júnior e campeão mundial, sendo o atleta mais jovem a conquistar o título. Ele soube aproveitar como ninguém o incentivo que o esporte recebeu nesse ciclo olímpico que antecedeu os Jogos do Rio. Ontem Jorginho não escondeu a decepção do 4º lugar, mas saiu da água já pensando em Tóquio 2020.

A Finn, conhecida como a classe dos gigantes por exigir do atleta peso perto dos 100 kg e altura de mais de 1,80 m, é dominada por atletas mais velhos — Giles Scott, atual campeão olímpico, tem 29 anos. Jorginho ainda tem 23 anos e muitas chances de figurar entre os maiores atletas da classe. Ben Ainslie, dono de três ouros na classe, conquistou a primeira medalha olímpica na Finn aos 27 anos — antes ele velejava de Laser e conquistou uma prata e um ouro. 27 anos será a idade de Jorginho nos Jogos de Tóquio-2020, portanto, se a CBVela e os patrocinadores continuarem investindo em nossos atletas, temos grandes chances nas próximas Olimpíadas.

Giles Scott, da Grã-Bretanha, garantiu o ouro antes mesmo da medal race. Com 29 anos, ele precisou esperar Ben Ainslie se aposentar para, finalmente, brilhar na classe. Com anos de treinamento ao lado da lenda da classe, Giles não decepcionou e garantiu a hegemonia da Grã-Bretanha na classe. Mesmo dominando as regatas, Giles parecia incrédulo com o título antecipado. O americano Caleb Paine também comemorou muito o bronze da classe, a prata ficou com o esloveno Vasilij Zbogar.

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Fotos World Sailing

Scheidt vence medal race e termina Rio 2016 em quarto lugar

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Robert Scheidt venceu a medal race da classe Laser nesta terça-feira (16) e terminou na quarta colocação na Rio 2016. Apesar de fazer a sua parte em uma grande apresentação, a combinação de resultados necessária para a conquista da sexta medalha olímpica não ocorreu. Isso porque o neozelandês Sam Meech, com quem disputava um lugar no pódio, terminou em quarto lugar. Para conquistar a medalha de bronze, o bicampeão olímpico precisaria que ele ficasse em sexto na prova, além de chegar à frente do francês Jean Bernaz e do britânico Nick Thompson. O ouro ficou com o australiano Tom Burton e a prata com o croata Tonci Stipanovic.

“Foi um dia de sensações bem diversas. Vamos começar pelo lado positivo, ganhei a medal race em um dia maravilhoso, com a energia dessa torcida toda. Foi minha última regata olímpica na Laser e terminar com vitória é muito especial. Por outro lado, não cheguei ao meu objetivo final, que era a medalha olímpica. Sabia que eu ainda tinha uma chance pequena, lutei com todas as armas, quase deu, mas o neozelandês teve muito sangue frio para segurar a posição. Fiz o que deu para fazer e a verdade é que tive uma semana de altos e baixos e eles foram um pouco mais consistentes. Não foi uma semana ruim. Mas vendo pelo lado positivo, o reconhecimento da torcida foi demais. Estou um pouco triste e nas próximas semanas vou melhorar, analisar tudo com calma e pensar no futuro”, disse Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Scheidt assumiu à liderança logo no início da medal race, mas o neozelandês também fez uma boa prova. Perdeu a terceira posição nos momentos finais da regata, mas foi o suficiente para garantir o bronze. O bicampeão olímpico confessou que, apesar da vitória de ponta a ponta, ficou o tempo todo olhando para trás. “Minha preocupação era o que fazer para conquistar a medalha e vencer apenas não bastava. Até pensei em frear um pouco o barco para tentar criar uma situação que gerasse alguma punição para o neozelandês, mas o francês me passaria e não adiantaria nada. A verdade é que muita gente duvidava que eu poderia ser competitivo aos 43 anos e eu provei o contrário”, acrescentou.

Robert revelou ter se superado para a medal race. “Superei a tristeza do sábado, quando entrei na água a três pontos do ouro e tive um dia ruim, terminando a dez do bronze. Mas entrei de alma lavada na regata da medalha, preparado para velejar bem em minha última regata olímpica na Laser”, completou o maior medalhista olímpico da história do Brasil. Sobre o futuro, ele ainda quer dar tempo ao tempo. “Vou analisar tudo com calma. Está na hora de surgir uma nova geração para dar continuidade ao legado do Brasil na Laser. Sobre competir em outra classe, ainda não sei”.

Gintare termina em sétimo – A lituana Gintare Scheidt, esposa de Robert e uma das favoritas ao ouro na Laser Radial, completou a medal race em 4º lugar nesta terça-feira e encerrou sua participação na Rio 2016 com a 7º posição na classificação geral.

Classificação final
1) Tom Burton(AUS) – 73 pontos perdidos
2) Tonci Stipanovic (CRO) – 75pp
3) Sam Meech (NZL) – 85pp
4) Robert Scheidt (BRA) – 89pp
5) Jean Baptiste Bernaz (FRA) – 90pp
6) Nick Thompson (GBR) – 103pp
7) Pavlos Kontides (CYP) – 104pp
8) Juan Ignacio Maegli (GUA) – 117pp
9) Rutger Van Schaardenburg (HOL) – 118pp
10) Julio Alsogaray (ARG) – 129pp

Informações Assessoria de Imprensa / Foto World Sailing