Rolex Fastnet Race larga em Cowes, na Inglaterra, com brasileiros na disputa

Trezentos e sessenta e oito. Esta é a quantidade de veleiros de oceano que largou neste domingo de Cowes, na Inglaterra, rumo ao farol de Fastnet e de lá até Plymouth, na tradicional – e temida – Rolex Fastnet Race, com 600 milhas náuticas. Dentre os barcos de 29 nacionalidades, a bordo de um com bandeira holandesa, estão dois brasileiros: Martine Grael e Joca Signorini, que disputarão a Volvo Ocean Race no Team AkzoNobel. A Rolex Fastnet Race faz parte da Leg Zero da VOR, uma série de quatro regatas que não contam ponto para a volta ao mundo, mas que são de suma importância na preparação dos sete inscritos.

A organização espera que os maxitrimarãs, barcos mais rápidos da flotilha, cruzem a linha de chegada nesta terça-feira.

Volvo Ocean Race: Mapfre vence primeira etapa da Leg Zero e bate recorde

Para os velejadores que irão disputar a Volvo Ocean Race a competição começou hoje com a disputa da primeira etapa da Leg Zero, uma série de quatro regatas que ainda não contam ponto, mas que tem todos os inscritos na competição. E o mais rápido a completar o percurso de 50 milhas ao redor da ilha de Wight, na Inglaterra, foi o espanhol Mapfre. Com 3 horas 13 minutos e 11 segundos, o time de Xabi Fernández também estabeleceu um novo recorde de monocasco para a regata, que era de 3h20. Apenas cinco minutos separaram os quatro primeiros colocados, sendo que o AkzoNobel, time dos brasileiros Martine e Joca, ficou com a terceira posição, a apenas dois minutos do líder. O vento estava variando entre 15 e 20 nós, com rajadas que chegaram a 35 nós, o que exigiu bastante dos velejadores novatos, que ainda não conhecem os barcos muito bem.  “Sentimos que fizemos uma regata sólida e foi bom estar no topo da flotilha. Nos deu confiança. Claro que tem algumas coisas que poderemos melhorar, mas também tiramos muitas coisas positivas da regata”, disse Simeon Tienpont, slipper do AkzoNobel:

Resultados:
1. MAPFRE: 3 horas 13 minutos 11 segundos
2. Team Brunel: 3 horas 14 minutos 55 segundos
3. team AkzoNobel: 3 horas 15 minutos 16 segundos
4. Dongfeng Race Team: 3 horas 18 minutos 26 segundos
5. Turn the Tide on Plastic: 3 horas 24 minutos 16 segundos
6. Vestas 11th Hour Racing: 3 horas 25 minutos 10 segundos
7. Sun Hung Kai/Scallywag: 3 horas 29 minutos 53 segundos

O próximo desafio da flotilha será a tradicional e temida Fastnet Race, que larga no próximo dia 6 de

Agora é oficial: Martine Grael disputa a Volvo Ocean Race

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A campeã olímpica de vela Martine Grael está confirmada na temporada 2017/2018 da Volvo Ocean Race, regata que dá a volta ao mundo. A brasileira fará parte da equipe holandesa AkzoNobel na competição que começa no dia 22 de outubro e termina em junho de 2018.

“Já estou há um bom tempo fora de casa me preparando para esse desafio e agora finalmente vai acontecer. Eu estou muito animada e esperto contar com a torcida de todo mundo e encontrar vocês em Itajaí”, contou Martine.

A velejadora de 26 anos, natural de Niterói, é uma das mais promissoras atletas de sua geração e agora se une a um time sênior para o maior desafio da sua carreira. “Será uma grande campanha para mim. Espero aproveitar a experiência e aprender muito com isso. Sobretudo, quero provar que pertenço a este time e não posso esperar para começar a velejar contra outros barcos”, disse a campeã olímpica.

A equipe AkzoNobel conta ainda com mais nove velejadores liderados pelo bicampeão da America’s Cup Simeon Tienpont. Na tripulação também está o brasileiro Joca Signorini, que integrou a equipe campeã da regata em 2008/2009, liderada por Torben Grael, pai de Martine. ”Foi um dos principais motivos de eu ter escolhido esse time. A maior parte dos homens aqui já velejaram juntos antes em outros barcos e confiam um nos outros. Existem muitos riscos nessa regata e para mim o Joca, além de ser uma pessoa que me traz confiança como velejador, me traz confiança de caráter”, explicou Martine.

Antes de partir para o maior desafio da sua carreira, a velejadora compete ao lado de Kahena Kunze no Mundial de 49erFX no Porto, entre 28 de agosto e 2 de setembro. As brasileiras, que venceram todas as regatas que disputaram em 2017, são as favoritas ao título.

“Eu estou muito feliz pela Martine, ela sempre sonhou em fazer a Volvo Ocean Race. Eu tenho uma grande admiração por ela, como amiga e agora mais ainda como uma velejadora da Volvo. Desejo muita sorte, vou acompanhá-la pela internet e estarei aqui, dando a maior força, para o que ela precisar”, contou Kahena Kunze.

A parceria da dupla será mantida enquanto Martine estiver na Volvo Ocean Race. “Nas etapas com paradas maiores estamos pensando em aproveitar meu tempo livre para treinar”, disse Grael. “É o timing perfeito para isso porque depois da regata ainda teremos um bom tempo para nos prepararmos para Tóquio. Ela tem que ir com tudo, tenho certeza de que essa jornada será um sucesso”, completou Kahena.

Martine Grael está treinando com a equipe holandesa há algumas semanas, no Volvo Ocean 65, e o primeiro desafio já começa nesta quarta-feira, 2 de agosto. Ela participará da Leg Zero, uma série obrigatória de quatro regatas preliminares para as sete equipes concorrentes da Volvo Ocean Race antes do início da aventura em 22 de outubro, em Alicante, na Espanha.

A regata de volta ao mundo é considerada a competição de vela mais difícil, sendo o principal teste de resistência para um atleta. A edição 2017-18 terá um percurso de 45 mil milhas náuticas pelos mares. Serão quatro oceanos, seis continentes visitados e 12 cidades-sede, incluindo Itajaí, no Brasil. A prova termina em junho de 2018 em Haia, na Holanda.

Da assessoria

Martine Grael é confirmada na Volvo Ocean Race

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A velejadora medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio 2016 Martine Grael foi confirmada esta semana como membro da equipe Akzo Nobel da Volvo Ocea Race. Martine segue os passos do pai Torben Grael, que tem em seu currículo um ouro e um bronze na regata de volta ao mundo. A velejadora de Niterói, no entanto, não deixará de lado a campanha olímpica na classe 49erFX, na qual compete ao lado da parceira Kahena Kunze, e deverá levar as duas coisas em paralelo. Martine estará na mesma equipe que Joca Signorini, que foi parceiro de Torben no Brasil 1 e no Ericsson 4.

Até o momento cinco equipes já confirmaram a participação e ainda resta uma vaga. Especula-se que será de algum time da Nova Zelândia. Esperemos!

Meninas do Brasil conquistam dois ouros na Copa do Mundo de Vela

Cem por cento de aproveitamento e duas medalhas de ouro na bagagem. É assim que a Equipe Brasileira de Vela volta de Santander, na Espanha, onde acontece até domingo a etapa final da Copa do Mundo da World Sailing. Nas regatas da medalha deste sábado, dia 10, Martine Grael e Kahena Kunze garantiram o terceiro título em três etapas internacionais este ano na classe 49er FX. E Patrícia Freitas conquistou o ouro garantido antecipadamente na RS:X feminina.

“Estamos muito felizes por vencer esta etapa final da Copa do Mundo. Foi uma competição difícil, com todo mudo andando muito próximo. A gente teve um começo difícil na medal race, pois sofremos uma penalidade e tivemos de nos recuperar. A única coisa em que pensávamos é que ainda tínhamos três voltas pela frente e que poderíamos nos recuperar. E foi o que fizemos”, afirmou Martine Grael.

O lindo sábado na baía de Santander coroou um ano até aqui perfeito para Martine e Kahena, que também foram campeãs das duas outras etapas da Copa do Mundo da World Sailing, em Miami (EUA) e Hyères (FRA). As brasileiras chegaram à regata da medalha na primeira colocação geral, mas apenas três pontos à frente das britânicas Charlotte Dobson e Saskia Tidey. As campeãs olímpicas terminaram a prova em quarto lugar, duas posições à frente das adversárias, e conquistaram o ouro com 43 pontos perdidos.

Na RS:X Feminina, Patrícia Freitas disputou a regata da medalha precisando apenas evitar uma desqualificação para conquistar o ouro. Chamada de “imparável” pela mídia local após acumular cinco vitórias em 12 regatas na fase de classificação, velejou com tranquilidade. Chegou em oitavo lugar e assegurou o título com 39 pontos perdidos.

“Um ouro numa final de Copa do Mundo é um resultado excelente, e estou muito feliz! Foi ótimo velejar aqui, as condições do mar estavam incríveis, e foi também um prazer velejar com essas meninas. As regatas tiveram um nível altíssimo, com três medalhistas olímpicas. É muito legal poder vencer em uma flotilha tão competitiva”, avaliou Patrícia, referindo-se à chinesa Chen Peina e à russa Stefania Elfutina (prata e bronze nos Jogos Rio 2016), além da polonesa Zofia Noceti-Klepacka (bronze em Londres 2012).

Classificação Final 49erFX

1º Martine Grael e Kahena Kunze (BRA) – 43 p.p.
2º Charlotte Dobson e Saskia Tidey (GBR) – 50 p.p.
3º Lili Sebesi e Albani Dubois (FRA) – 57 p.p.

Classificação Final RS:X Feminina

1º Patrícia Freitas (BRA) – 39 p.p.
2º Lu Yunxiu (CHI) – 47 p.p.
3º Stefania Elfutina (RUS) – 67 p.p.

Fonte: assessoria

Meninas do Brasil seguem na ponta da Final da Copa do Mundo de Vela

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Mais dois dias regatas em Santander, na Espanha, e mais dois dias de Brasil na liderança. Patrícia Freitas, da classe RS:X, abriu seis pontos de vantagem sobre a chinesa Lijia Xu, velejadora chinesa campeã olímpica em Londres e bronze em Pequim. Nove regatas já foram disputadas e ainda restam três para a fase classificatória, mais a medal race.

Na 49er FX, Martine Grael e Kahena Kunze também lideram, mas com apenas um ponto de vantagem. As campeãs olímpicas na Rio 2016 foram obrigadas a descartar um 16º lugar, após uma largada escapada na sexta regata da série. Ainda faltam três para o final da fase classificatória, mais a medal race.

Para ver os resultados completos, clique aqui.

Brasileiras lideram Copa do Mundo de Vela após dois dias

 

Começou nesta terça-feira em Santander, na Espanha, a última etapa da Copa do Mundo de Vela. Representado apenas por mulheres, o Brasil fez uma excelente estreia na busca de mais um título e lidera em duas classes após dois dias. Depois de seis regatas, Patricia Freitas é a líder na classe RS:X. Martine Grael e Kahena Kunze, que começaram na terceira colocação, já se recuperaram e aparecem no topo da súmula na 49erFX após quatro regatas.

O resultado completo pode ser visto aqui: http://bit.ly/2s3MnX5

Na Espanha, meninas do Brasil disputam final da Copa do Mundo de Vela

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Com as campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze vivendo um ano até aqui perfeito na classe 49er FX, e Patrícia Freitas em alta na RS:X, a Equipe Brasileira de Vela está em Santander, na Espanha, para a disputa da Final da Copa do Mundo da World Sailing. A abertura do evento será neste domingo, dia 4, com medições dos barcos. As primeiras regatas estão marcadas para terça-feira, dia 6, a partir de 7h (de Brasília).

Martine e Kahena chegam à Espanha no embalo de dois ouros nas duas etapas que disputaram da Copa do Mundo em 2017. As campeãs olímpicas venceram em Miami (EUA) e Hyères (França).  A regata de medalha da classe 49er FX está prevista para o sábado, dia 10.

Já Patrícia Freitas vem numa sequência de duas campanhas sólidas, sempre no top 5. Na etapa anterior da Copa do Mundo, na França, venceu a regata de medalha, ficando com a quinta colocação geral. No Campeonato Europeu, realizado também na França, repetiu a quinta posição. A disputa decisiva da RS:X em Santander também está prevista para o sábado, dia 10.

“Minha expectativa é fazer um bom campeonato na sequência dos que fiz recentemente. Fiquei feliz com meus resultados no Europeu e na Copa do Mundo da França, espero evoluir em Santander”, afirma Patrícia.

A Final da Copa do Mundo contará com mais de 250 velejadores de 43 países, com disputas nas dez classes olímpicas, além do kitesurfe.

Martine Grael concorre ao prêmio de velejadora do mês da Seahorse Magazine

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Que Martine Grael é uma das melhores velejadoras do mundo, ninguém duvida. Medalha de ouro na Rio 2016, melhor velejadora do mundo em 2014 e eleita pelo COB Atleta do ano também em 2014. Agora ela concorre ao prêmio de Velejadora do Mês da revista Seahorse, uma das mais conceituadas publicações de vela do mundo. O outro concorrente é o neozelandês Conrad Colman, que disputou a Vendée Globe. O voto é aberto ao público. Para dar mais este prêmio à Martine, clique aqui.