ENTREVISTA EXCLUSIVA: MARTINE GRAEL

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A velejadora Martine Grael é daquelas pessoas que não tem como não admirar. Talentosa, carismática, simpática e amante da natureza, tem em seu currículo nada menos que uma medalha de ouro olímpica conquistada na sua primeira participação na competição, no ano passado, no Rio de Janeiro, além de diversos títulos internacionais como o Mundial de 49er FX e a prata no Pan-Americano de Toronto na mesma classe, sempre ao lado da parceira Kahena Kunze.

Mas, na semana passada Martine começou um novo desafio: o de integrar a equipe Akzo Nobel na próxima Volvo Ocean Race. A estreia em competições foi na regata Volta a Ilha de Wight, primeira perna da chamada Leg Zero, que não conta pontos para a volta ao mundo, mas que tem a presença de todos os times e, por isso, serve como um grande teste. Dois dias mais tarde ela disputou a temida Fastnet Race, de 600 milhas náuticas, ficando na quarta colocação. Martine, no entanto não seguiu com o time para as outras duas etapas da Leg Zero (Plymouth até Saint Malo e Saint Malo até Lisboa), pois tinha agendado dois compromissos obrigatórios para a participação na competição.

Confira a entrevista abaixo:

Notícias Náuticas: Por que você não seguiu com a equipe nestas duas pernas?
Martine: Acabei ficando em Plymouth para fazer um curso médico e um de VHF neste final de semana. Mas, como a flotilha já vai ter partido, vou direto para Barcelona, na Espanha, para pegar o 49erFX e seguir para o Porto, em Portugal, onde disputarei o Mundial da classe ao lado da Kahena.

NN: E como foi a experiência de participar de uma regata como a Fastnet Race a bordo de um VO65?
M: Foi bem cansativa e estressante, com muitos ganhos e perdas de distância. Foi um exemplo de como os próximos nove meses vão ser. Tínhamos os outros os barcos à vista todo o tempo e a velocidade dependia muito do entrosamento da tripulação.

NN: Como está a adaptação para o oceano depois de tanto tempo velejando de monotipo?
M: O começo foi bem difícil, especialmente com as cargas de peso que temos que carregar das velas. Mas o corpo vai acostumando.  O que tenho demorado mais a me adaptar é a falta de sono. Eu geralmente durmo oito horas por dia e nesses barcos tempo de sono é escasso.

NN: O que você achou desta nova regra da Volvo Ocean Race que meio que obriga os times a serem mistos?
M: Acho que vai abrir muitas portas para a vela feminina no mundo todo. Eu não teria tido uma oportunidade melhor.

NN: Muitos dos tripulantes que estão sendo anunciados na VOR não têm experiência com o Oceano. Por que você acha que os times estão investindo nestes velejadores ao invés de pegar velejadores mais experientes em regatas de oceano?
M: Não me leve a mal, mas os times estão investindo muito nos velejadores mais experientes, mas tem que lembrar que também é uma regata bem dura fisicamente e um pouco de juventude traz a vitalidade necessária. Mas a galera de monotipo que entrou nessa regata tem um peso e tanto: a dupla neozelandesa Peter Burling e Blair Tuke, por exemplo, que estão no Team Brunel e no Mapfre não são velejadores quaisquer. Entendo que tem velejadores que já nasceram no oceano, mas com o velejador você traz a disciplina. O olímpico sempre quer mais, quer a perfeição. E estas regatas são mais duras, mais longas, sim, precisa se acostumar, mas ninguém é bobo. Quando fiz os primeiros treinos eu queria testar. O Peter e o Blair sabem o que podem encontrar pela frente. Sabem que tem o risco de marear e chegar no meio do caminho e pedir pra sair.

NN: E como está sendo a experiência para você?
M: Nunca entendi por que as pessoas ficavam no meio da regata falando “o que eu tô fazendo aqui?” Quando você chega em terra, não lembra o que passou? Só que isso aconteceu comigo. Estava na água pensando “Que que eu to fazendo? Estou muito cansada, fazendo uma mega força” Não estávamos ganhando, mas agora estou aqui em Plymouth pensando “caramba, queria muito estar naquele barco!”. Estou seguindo a regata, com saudade de velejar.. então, realmente não dá pra explicar!

Boa sorte, Martine! Nós e o Brasil inteiro estaremos torcendo por você e te esperando em Itajaí de braços abertos!

 

Volvo Ocean Race: Mapfre vence terceira etapa da Leg Zero

Os espanhóis do Mapfre venceram a terceira etapa da Leg Zero da Volvo Ocean Race, que pariu de Plymouth, na Inglaterra, rumo a St. Malo, na França. O time comandado por Xabi Fernandez cruzou a linha de chegada às 6h29, horário local, seguido por Team Brunel, às 7h10, e Dongfeng Race Team, às 7h19. O Team Akzo Nobel, que contou com o reforço apenas de Joca Signorini (Martine ficou em Plymouth), foi o quinto a cruzar a linha, às 7h32.

“Foi um excelente resultado e uma excelente regata para nós, do começo ao final. Fizemos boas escolhas indo mais para o mar aberto, pegando mais vento e vencendo a corrente, enquanto víamos os outros times caírem nela. Estou muito satisfeito com o resultado”, disse Xabi.

Martine Grael não participou da etapa:
A velejadora brasileira Martine Grael, que compete pelo Team Akzo Nobel, não participou desta etapa. Após a regata Fastnet Race ela ficou em Plymouth, na Inglaterra, para fazer dois treinamentos obrigatórios para a Volvo Ocean Race: um de rádio vhf e outro médico. De lá ela segue para Barcelona, onde pegará seu 49erFX e seguirá para o Porto, em Portugal, onde disputará o Mundial da classe ao lado de Kahena Kunze.

Leg Zero, Terceira etapa, de Plymouth a Saint-Malo:

  1. MAPFRE elapsed time 0629 UTC
  2. Team Brunel 0710
  3. Dongfeng Race Team 0719
  4. Vestas 11th Hour Racing 0728
  5. Team AkzoNobel 0732
  6. Turn the Tide on Plastic 0835
  7. Sun Hung Kai/Scallywag 0908

Resultado acumulado da Leg Zero após três etapas:

  1. MAPFRE 23 points
  2. Team Brunel 20
  3. Dongfeng Race Team 19
  4. Team AkzoNobel 15
  5. Vestas 11th Hour Racing 12
  6. Turn the Tide on Plastic 9
  7. Sun Hung Kai/Scallywag 7

Volvo Ocean Race: Dongfeng vence Fastnet Race entre os VO65

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Uma batalha épica. Assim foi a Fastnet Race entre as sete equipes que disputarão a próxima edição da Volvo Ocean Race. Depois de 600 milhas náuticas, o Dongfeng venceu a regata com apenas 56 segundos de vantagem sobre o Mapfre, segundo colocado. O Akzo Nobel, de Martine Grael e Joca Signorini, ficou na quarta colocação, 14 minutos atrás dos vencedores.

Ainda em Cowes, largada do Dongfeng e do Mapfre foi melhor que a dos outros barcos e os dois permaneceram juntos, no visual um do outro, até o final. A regata faz parte da Leg Zero, uma série de quatro provas que não conta ponto para a Volvo Ocean Race, mas que tem extrema importância para que a flotilha possa testar seus barcos e tripulantes e conhecer seus adversários.

Resultados:

1. Dongfeng Race Team: 2 dias 15 horas 38 minutos 10 segundos
2. MAPFRE: 2 dias 15 horas 39 minutos 06 segundos
3. Team Brunel: 2 dias 15 horas 45 minutos 47 segundos
4. team AkzoNobel: 2 dias 15 horas 52 minutos 40 segundos
5. Vestas 11th Hour Racing: 2 dias 16 horas 09 minutos 11 segundos
6. Sun Hung Kai/Scallywag: 2 dias 16 horas 13 minutos 53 segundos
7. Turn the Tide on Plastic: 2 dias 16 horas 17 minutos 32 segundos

Nesta quinta-feira a flotilha parte de Plymouth para Saind-Malo, na França, na disputa da terceira perna da Leg Zero. No sábado haverá uma regata pro-am e a partida para Lisboa na última perna da competição. A largada da VOR será dada em Alicante no dia 22 de outubro.

Rolex Fastnet Race larga em Cowes, na Inglaterra, com brasileiros na disputa

Trezentos e sessenta e oito. Esta é a quantidade de veleiros de oceano que largou neste domingo de Cowes, na Inglaterra, rumo ao farol de Fastnet e de lá até Plymouth, na tradicional – e temida – Rolex Fastnet Race, com 600 milhas náuticas. Dentre os barcos de 29 nacionalidades, a bordo de um com bandeira holandesa, estão dois brasileiros: Martine Grael e Joca Signorini, que disputarão a Volvo Ocean Race no Team AkzoNobel. A Rolex Fastnet Race faz parte da Leg Zero da VOR, uma série de quatro regatas que não contam ponto para a volta ao mundo, mas que são de suma importância na preparação dos sete inscritos.

A organização espera que os maxitrimarãs, barcos mais rápidos da flotilha, cruzem a linha de chegada nesta terça-feira.

Volvo Ocean Race: Mapfre vence primeira etapa da Leg Zero e bate recorde

Para os velejadores que irão disputar a Volvo Ocean Race a competição começou hoje com a disputa da primeira etapa da Leg Zero, uma série de quatro regatas que ainda não contam ponto, mas que tem todos os inscritos na competição. E o mais rápido a completar o percurso de 50 milhas ao redor da ilha de Wight, na Inglaterra, foi o espanhol Mapfre. Com 3 horas 13 minutos e 11 segundos, o time de Xabi Fernández também estabeleceu um novo recorde de monocasco para a regata, que era de 3h20. Apenas cinco minutos separaram os quatro primeiros colocados, sendo que o AkzoNobel, time dos brasileiros Martine e Joca, ficou com a terceira posição, a apenas dois minutos do líder. O vento estava variando entre 15 e 20 nós, com rajadas que chegaram a 35 nós, o que exigiu bastante dos velejadores novatos, que ainda não conhecem os barcos muito bem.  “Sentimos que fizemos uma regata sólida e foi bom estar no topo da flotilha. Nos deu confiança. Claro que tem algumas coisas que poderemos melhorar, mas também tiramos muitas coisas positivas da regata”, disse Simeon Tienpont, slipper do AkzoNobel:

Resultados:
1. MAPFRE: 3 horas 13 minutos 11 segundos
2. Team Brunel: 3 horas 14 minutos 55 segundos
3. team AkzoNobel: 3 horas 15 minutos 16 segundos
4. Dongfeng Race Team: 3 horas 18 minutos 26 segundos
5. Turn the Tide on Plastic: 3 horas 24 minutos 16 segundos
6. Vestas 11th Hour Racing: 3 horas 25 minutos 10 segundos
7. Sun Hung Kai/Scallywag: 3 horas 29 minutos 53 segundos

O próximo desafio da flotilha será a tradicional e temida Fastnet Race, que larga no próximo dia 6 de

Agora é oficial: Martine Grael disputa a Volvo Ocean Race

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A campeã olímpica de vela Martine Grael está confirmada na temporada 2017/2018 da Volvo Ocean Race, regata que dá a volta ao mundo. A brasileira fará parte da equipe holandesa AkzoNobel na competição que começa no dia 22 de outubro e termina em junho de 2018.

“Já estou há um bom tempo fora de casa me preparando para esse desafio e agora finalmente vai acontecer. Eu estou muito animada e esperto contar com a torcida de todo mundo e encontrar vocês em Itajaí”, contou Martine.

A velejadora de 26 anos, natural de Niterói, é uma das mais promissoras atletas de sua geração e agora se une a um time sênior para o maior desafio da sua carreira. “Será uma grande campanha para mim. Espero aproveitar a experiência e aprender muito com isso. Sobretudo, quero provar que pertenço a este time e não posso esperar para começar a velejar contra outros barcos”, disse a campeã olímpica.

A equipe AkzoNobel conta ainda com mais nove velejadores liderados pelo bicampeão da America’s Cup Simeon Tienpont. Na tripulação também está o brasileiro Joca Signorini, que integrou a equipe campeã da regata em 2008/2009, liderada por Torben Grael, pai de Martine. ”Foi um dos principais motivos de eu ter escolhido esse time. A maior parte dos homens aqui já velejaram juntos antes em outros barcos e confiam um nos outros. Existem muitos riscos nessa regata e para mim o Joca, além de ser uma pessoa que me traz confiança como velejador, me traz confiança de caráter”, explicou Martine.

Antes de partir para o maior desafio da sua carreira, a velejadora compete ao lado de Kahena Kunze no Mundial de 49erFX no Porto, entre 28 de agosto e 2 de setembro. As brasileiras, que venceram todas as regatas que disputaram em 2017, são as favoritas ao título.

“Eu estou muito feliz pela Martine, ela sempre sonhou em fazer a Volvo Ocean Race. Eu tenho uma grande admiração por ela, como amiga e agora mais ainda como uma velejadora da Volvo. Desejo muita sorte, vou acompanhá-la pela internet e estarei aqui, dando a maior força, para o que ela precisar”, contou Kahena Kunze.

A parceria da dupla será mantida enquanto Martine estiver na Volvo Ocean Race. “Nas etapas com paradas maiores estamos pensando em aproveitar meu tempo livre para treinar”, disse Grael. “É o timing perfeito para isso porque depois da regata ainda teremos um bom tempo para nos prepararmos para Tóquio. Ela tem que ir com tudo, tenho certeza de que essa jornada será um sucesso”, completou Kahena.

Martine Grael está treinando com a equipe holandesa há algumas semanas, no Volvo Ocean 65, e o primeiro desafio já começa nesta quarta-feira, 2 de agosto. Ela participará da Leg Zero, uma série obrigatória de quatro regatas preliminares para as sete equipes concorrentes da Volvo Ocean Race antes do início da aventura em 22 de outubro, em Alicante, na Espanha.

A regata de volta ao mundo é considerada a competição de vela mais difícil, sendo o principal teste de resistência para um atleta. A edição 2017-18 terá um percurso de 45 mil milhas náuticas pelos mares. Serão quatro oceanos, seis continentes visitados e 12 cidades-sede, incluindo Itajaí, no Brasil. A prova termina em junho de 2018 em Haia, na Holanda.

Da assessoria

Martine Grael é confirmada na Volvo Ocean Race

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A velejadora medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio 2016 Martine Grael foi confirmada esta semana como membro da equipe Akzo Nobel da Volvo Ocea Race. Martine segue os passos do pai Torben Grael, que tem em seu currículo um ouro e um bronze na regata de volta ao mundo. A velejadora de Niterói, no entanto, não deixará de lado a campanha olímpica na classe 49erFX, na qual compete ao lado da parceira Kahena Kunze, e deverá levar as duas coisas em paralelo. Martine estará na mesma equipe que Joca Signorini, que foi parceiro de Torben no Brasil 1 e no Ericsson 4.

Até o momento cinco equipes já confirmaram a participação e ainda resta uma vaga. Especula-se que será de algum time da Nova Zelândia. Esperemos!

Meninas do Brasil conquistam dois ouros na Copa do Mundo de Vela

Cem por cento de aproveitamento e duas medalhas de ouro na bagagem. É assim que a Equipe Brasileira de Vela volta de Santander, na Espanha, onde acontece até domingo a etapa final da Copa do Mundo da World Sailing. Nas regatas da medalha deste sábado, dia 10, Martine Grael e Kahena Kunze garantiram o terceiro título em três etapas internacionais este ano na classe 49er FX. E Patrícia Freitas conquistou o ouro garantido antecipadamente na RS:X feminina.

“Estamos muito felizes por vencer esta etapa final da Copa do Mundo. Foi uma competição difícil, com todo mudo andando muito próximo. A gente teve um começo difícil na medal race, pois sofremos uma penalidade e tivemos de nos recuperar. A única coisa em que pensávamos é que ainda tínhamos três voltas pela frente e que poderíamos nos recuperar. E foi o que fizemos”, afirmou Martine Grael.

O lindo sábado na baía de Santander coroou um ano até aqui perfeito para Martine e Kahena, que também foram campeãs das duas outras etapas da Copa do Mundo da World Sailing, em Miami (EUA) e Hyères (FRA). As brasileiras chegaram à regata da medalha na primeira colocação geral, mas apenas três pontos à frente das britânicas Charlotte Dobson e Saskia Tidey. As campeãs olímpicas terminaram a prova em quarto lugar, duas posições à frente das adversárias, e conquistaram o ouro com 43 pontos perdidos.

Na RS:X Feminina, Patrícia Freitas disputou a regata da medalha precisando apenas evitar uma desqualificação para conquistar o ouro. Chamada de “imparável” pela mídia local após acumular cinco vitórias em 12 regatas na fase de classificação, velejou com tranquilidade. Chegou em oitavo lugar e assegurou o título com 39 pontos perdidos.

“Um ouro numa final de Copa do Mundo é um resultado excelente, e estou muito feliz! Foi ótimo velejar aqui, as condições do mar estavam incríveis, e foi também um prazer velejar com essas meninas. As regatas tiveram um nível altíssimo, com três medalhistas olímpicas. É muito legal poder vencer em uma flotilha tão competitiva”, avaliou Patrícia, referindo-se à chinesa Chen Peina e à russa Stefania Elfutina (prata e bronze nos Jogos Rio 2016), além da polonesa Zofia Noceti-Klepacka (bronze em Londres 2012).

Classificação Final 49erFX

1º Martine Grael e Kahena Kunze (BRA) – 43 p.p.
2º Charlotte Dobson e Saskia Tidey (GBR) – 50 p.p.
3º Lili Sebesi e Albani Dubois (FRA) – 57 p.p.

Classificação Final RS:X Feminina

1º Patrícia Freitas (BRA) – 39 p.p.
2º Lu Yunxiu (CHI) – 47 p.p.
3º Stefania Elfutina (RUS) – 67 p.p.

Fonte: assessoria

Meninas do Brasil seguem na ponta da Final da Copa do Mundo de Vela

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Mais dois dias regatas em Santander, na Espanha, e mais dois dias de Brasil na liderança. Patrícia Freitas, da classe RS:X, abriu seis pontos de vantagem sobre a chinesa Lijia Xu, velejadora chinesa campeã olímpica em Londres e bronze em Pequim. Nove regatas já foram disputadas e ainda restam três para a fase classificatória, mais a medal race.

Na 49er FX, Martine Grael e Kahena Kunze também lideram, mas com apenas um ponto de vantagem. As campeãs olímpicas na Rio 2016 foram obrigadas a descartar um 16º lugar, após uma largada escapada na sexta regata da série. Ainda faltam três para o final da fase classificatória, mais a medal race.

Para ver os resultados completos, clique aqui.