Lars Grael e Samuel Gonçalves são vice-campeões mundiais de Star

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Terminou no último sábado em Troense, na Dinamarca, o Mundial da classe Star. Neste último dia de competição cinco duplas poderiam vencer, incluindo Lars Grael e Samuel Gonçalves. Os brasileiros estavam garantindo a vitória até a última perna, quando o vento rondou e o bi-campeonato escapou por apenas dois pontos. “Infelizmente não deu. Lutamos até o final. Largada olímpica na boia. Estivemos em 1º ou 2º em todas 4 montagens de boia e éramos campeões provisórios em todas as montagens. O Norueguês seguia em 10º ou pior. No último contravento deu tudo pela direita e caímos pra 5º. Eles subiram pra 8º nesta rondada. Fomos vice por 2 pontos e no desempate do 3º e a 1 ponto do 4º. Que sufoco!!!”, disse Lars. Os campeões foram Eividin Meleby (NOR) e Joshua Revkin (EUA).

O evento começou com vento muito forte, com mais de dez barcos avariados no primeiro dia e vitória da dupla brasileira. Nos três últimos dias, no entanto, o vento diminuiu muito, dificultando a vida dos velejadores. Além de Lars e Samuca, representaram o Brasil Bruno Prada, que correu na proa do americano Augie Diaz, terminando em 7º, Arthur Lopes, que correu com um timoneiro finlandês, terminando em 14º e Admar Gonzada e Alexandre Freitas, que ficaram em 20º.

Vento fraco atrapalha brasileiros no Mundial de Star; Lars e Samuca seguem em segundo

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A quinta-feira foi completamente o oposto dos últimos dias no Mundial de Star, que está sendo disputado em Troense, na Dinamarca. Se as regatas estavam sendo cancelas por conta do vento que passava dos 25 nós, hoje ele apareceu bem fraquinho, dificultando a vida dos velejadores. Lars Grael e Samuel Gonçalves não velejaram tão bem e somaram um 14º lugar. Ainda assim a dupla segue na segunda colocação geral. Bruno Prada, que veleja na proa do americano Augie Diaz caiu para o sexto lugar na súmula e Arthur Lopes, que está na proa do sueco Tom Lohnedt, aparece em 17º.

O site do evento está fora do ar, mas, assim que voltar, postaremos a súmula completa.

 

Lars Grael e Samuca sobem para segundo no Mundial de Star

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Mais um dia difícil em Troense, na Dinamarca, onde está sendo disputado o Mundial de Star. Os brasileiros Lars Grael e Samuca Gonçalves conseguiram melhorar em relação ao último dia de regata e, com um terceiro e um segundo nesta quarta-feira, ocupam a segunda colocação geral da competição. Os líderes são os noruegueses Eividin Melleby e Joshua Kevin. Bruno Prada, que veleja na proa de Augie Diaz, aparece em quarto lugar geral, enquanto Admar Gonzaga e Xandi Freitas estão em 20º. Sessenta e nove duplas participam da competição.

Confira os resultados em: http://bit.ly/2sMRx5R

Foto: Anders Lund

Lars Grael e Samuel Gonçalves lideram o Mundial de Star na Dinamarca

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Começou neste domingo em Troense, na Dinamarca, o Mundial da classe Star. E o Brasil teve uma boa estreia com Lars Grael e Samuel Gonçalves (Marinha do Brasil) na primeira colocação. Apenas uma regata foi disputada até o momento, devido aos fortes ventos que sopram por lá. No domingo o vento passou dos 25 nós, em uma regata que durou mais de 2h30 e sete barcos acabaram quebrando o mastro e um foi parar nas pedras. Nesta segunda a única regata do dia foi cancelada. A previsão é que duas regatas sejam disputadas nesta terça. Além de Lars e Samuca, representam o Brasil Admar Gonzaga e Alexandre Freitas (26) e Bruno Prada, que veleja na proa do americano Augie Diaz (10).

Os resultados completos podem ser vistos aqui: http://bit.ly/2siU2wZ

Lars Grael e Samuel Gonçalves conquistam o Carioca de Star

Durante o feriado prolongado a Marina da Glória recebeu sua primeira competição pós Rio 2016. Dezoito barcos da classe Star disputaram o Campeonato Carioca, que teve seis regatas no total. Lars Grael e Samuel Gonçalves ficaram com o título, seguidos por Jorge Zarif e Bruno Prada, atual campeão mundial da classe. Completaram o pódio Alan Adler e Arthur Lopes.

Confira a súmula completa em: http://bit.ly/2gihw43

Histórico e Curiosidades do Campeonato Estadual RJ da Classe Star:

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Medalhista nos Jogos de Seul e Atlanta, Lars Grael acende Pira Olímpica em Niterói (RJ)

Revezamento da Tocha Olímpica Rio2016 - Lars Grael, condutor Bradesco durante o Revezamento da Tocha Olímpica em Niterói (RJ) - 02.08.16 - Revezamento da Tocha Olímpica Rio2016. foto: BRADESCO/William Lucas - Brasil - rj - Niterói - - - www.inovafoto.com.br - id:113814Revezamento da Tocha Olímpica Rio2016 - Lars Grael (d) e Clínio Neto, condutor Bradesco durante o Revezamento da Tocha Olímpica em Niterói (RJ) - 02.08.16 - Revezamento da Tocha Olímpica Rio2016. foto: BRADESCO/William Lucas - Brasil - rj - Niterói - - - www.inovafoto.com.br - id:113811

 

A três dias da Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o clima para o maior evento multiesportivo do mundo aumenta por conta do revezamento da tocha olímpica. Nesta terça-feira (2), Saquarema, Rio Bonito, Tanguá, Itaboraí, São Gonçalo e Niterói foram palco da passagem da chama olímpica durante o dia, nesta ordem. Neste momento histórico, 26 condutores indicados pelo Bradesco carregaram a tocha nos seis municípios fluminenses, entre eles, dois medalhistas olímpicos da vela: Lars Grael e Clínio Freitas.

Dono de grande história de superação, Lars coleciona inúmeras vitórias dentro e fora das águas. Mesmo depois de sofrer grave acidente, que culminou na mutilação de uma de suas pernas, Grael não se afastou dos esportes e voltou a velejar. A sua determinação o tornou em um atleta medalhista olímpico. Ele faturou duas medalhas de bronze (Seul, em 1988, e Atlanta, em 1996).
>Em Niterói (RJ), cidade que o acolheu e faz parte da sua trajetória vencedora, Lars Grael teve o privilégio de conduzir a tocha olímpica e a honra de acender a pira olímpica. Emocionado, o atleta recobra o seu passado e enaltece o momento especial no maior evento multiesportivo do mundo.

“Eu represento todas as pessoas que tiveram um ideal na vida, um sonho e, hoje, após participar de seis Olimpíadas, sendo quatro como atleta, eu me sinto representando toda uma nação brasileira, mostrando uma imagem de superação e otimismo. Nada melhor do que a referência do esporte. Para todos aqueles que impactaram em minha vida, a minha família, a herança que tivemos na paixão pelo mar, da cumplicidade do vento, chegar neste momento mágico de carregar a chama olímpica e acender a pira em Niterói é um motivo de orgulho muito grande”, comentou Lars.

Lars, convidado pelo Bradesco, coroou a sua participação com a presença do também medalhista olímpico Clínio Freitas, indicado por Grael para conduzir o símbolo olímpico na campanha do Banco. Amigos e velejadores há mais de 30 anos, reúnem grandes histórias juntos e acrescentaram o revezamento da tocha olímpica no currículo.

Medalhistas de bronze em Seul, ambos também recordam de uma passagem marcante na vida. Em 1998, quando Lars foi atropelado por um barco, Clínio foi quem o resgatou do mar. Presente em Olimpíadas como atleta, técnico e dirigente, teve a oportunidade de conduzir o símbolo da chama olímpica.

Em dia de grandes histórias da vela, Walmir das Neves foi outro condutor Bradesco na cidade de Niterói. Neves tem grande ligação com a família Schmidt Grael, sendo amigo de Preben Schmidt, avô de Lars Grael.

A chama olímpica volta às ruas do Rio de Janeiro na quarta-feira (3), quando Duque de Caxias, São João de Meriti, Nilópolis, Belford Roxo e Nova Iguaçu recebem os condutores do Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016.

Sobre o Revezamento da Tocha Olímpica

O Revezamento da Tocha começou em 3 de maio de 2016. Durante 95 dias, vai percorrer mais de 300 cidades, em todos os estados. Cerca de 12 mil pessoas irão participar, até a chegada da tocha ao Maracanã, no dia 5 de agosto, para o acendimento da pira olímpica na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Fotos e informações assessoria de imprensa

Lars Grael e Samuel Gonçalves são campeões Sul-Americanos de Star

 

Terminou neste domingo em Brasília o Sul-Americano da classe Star. Lars Grael, que velejou ao lado do proeiro Samuel Gonçalves, conquistou o quinto título continental da categoria. “O evento foi muito bem organizado pelo Iate clube de Brasília e contou com a presença de 25 tripulações, de quatro países, e muitos campeões de outras classes, como Alexandre Paradeda, campeão mundial de Snipe”, disse Lars.

Oito regatas foram disputadas, com vento de médio a forte em todos os dias, o que chegou a causar algumas quebras. A dupla venceu cinco regatas, somou dois terceiros e acabou nem precisando correr a última.

Este foi o 5º título Sul-Americano de Lars na classe Star, que venceu em 2005, 2008, 2011 e 2014, e seu 11º título continental na carreira (outros 5 na classe Tornado e Campeão do Hemisfério Ocidental de Star). Os títulos somam-se a duas medalhas olímpicas (Bronze em Seul 88 e Atlanta 96) e dois título mundiais (1983 na classe Snipe e 2015 na classe Star).

Estes títulos somam-se a outros vice-títulos como:
• Vice-Campeão Mundial nas classes: 12 Metros (2005) e Oceano Maxi (2008).
• Vice-Campeão Sul-Americano nas classes: Tornado (1985); J 24 (1991); Soling (1994); Star (2012).
• Vice-Campeão Norte-Americano nas classes: Star (2011) e 12 Metros (2006).
• Vice-Campeão do Hemisfério Ocidental de Star em 2015.

O resultado completo está aqui.

Lars Grael e Samuel Gonçalves seguem na liderança do Sul-Americano de Star

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(Credits: Gabriel Heusi/Heusi Action).

O segundo dia de regatas do Sul-Americano de Star contou com um pouco mais de vento no lago Paranoá, em Brasília. Se ontem o vento não passou dos 12 nós, hoje chegou a 16 e permitiu a realização de mais duas regatas. Lars Grael e Samuel Gonçalves venceram as duas e lideram com seis pontos de vantagem sobre Xandi Paradeda e Tutu Lopes. O resultado completo está em: http://bit.ly/2aincJc

 

Alemães serão maioria no City Grand Slam da SSL

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Três duplas alemãs aparecem no “Top 10” da primeira edição do City Grand Slam da Star Sailors League (SSL), entre os dias 3 e 7 de maio no Lago Alster, centro da cidade de Hamburgo, ao norte da Alemanha. Os donos da casa estão entre os principais adversários dos brasileiros Torben Grael e Bruno Prada, que irão correr respectivamente com o italiano Stefano Lillia e com o norte-americano Augie Diaz. Torben é o nono no ranking dos timoneiros, enquanto Bruno lidera a lista dos proeiros. O evento tem premiação geral de 100 mil dólares e vale 3.000 pontos no ranking da SSL.

Por questão de logística, os velejadores alemães serão maioria entre as mais de 80 tripulações esperadas em Hamburgo. Robert Stanjek e Frithjof Kleen vêm embalados pelo título conquistado em março na tradicional Bacardi Cup com 70 barcos na raia. Pela primeira vez uma dupla alemã venceu a competição disputada desde 1927 em Miami. “Velejei menos de dez vezes no Lago Alster. Há muitos prédios ao redor e se costuma dizer que se alguém abre uma janela em Hamburgo, o vento muda de direção”, brinca Frithjof. “A flotilha estará muito compacta e acredito que as mudanças de posições serão constantes. Estou orgulhoso pela Alemanha receber a SSL e ao mesmo tempo ansioso para as regatas”, revela o proeiro campeão da Bacardi Cup, sexto no ranking da SSL.

Ninguém, porém, deverá sentir-se mais em casa do que Johannes Polgar (8º) e Markus Koy (3º). Ambos são associados do clube anfitrião, Norddeutscher Regatta Verein (NRV), às margens do Lago Alster. Koy nasceu em Hamburgo, onde vive até hoje. Polgar morou na segunda maior cidade da Alemanha durante 16 anos. A ascensão de Polgar na classe Star tem sido marcante após representar seu país nos Jogos Olímpicos de 2008 em Pequim, na classe Tornado. Em apenas três anos na Star, a parceria com Koy valeu o título do Campeonato Europeu. A dupla encerrou 2015 com o quarto lugar na SSL Finals em Nassau, Bahamas.

“Nós sempre velejamos de Tornado na cidade de Kiel porque o Lago Alster é muito pequeno, mas quando eu comecei a correr de Star, já havia uma flotilha muito competitiva com mais de 30 barcos no lago de Hamburgo. Há bons velejadores no NRV devido ao regime de ventos muito peculiar no lago. O vento mais leve e as brisas podendo vir de direções diferentes, exigem atenção total até a linha de chegada”, recomenda Polgar. “Será um evento fantástico. Eu e Koy representaremos o país e o clube, a responsabilidade será dobrada e faremos o máximo que pudermos”. A terceira dupla alemã entre as dez mais bem ranqueadas na SSL é Hubert Markelbach (7º) e Gerrit Bartel.

Fonte: SSL

Prada cai no quinto dia do Mundial de Star; Grael sobe

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Depois de liderar o Mundial de Star por três dias consecutivos, Bruno Prada, que está correndo na proa do americano Augie Diaz, caiu para a segunda colocação geral, apesar do terceiro lugar na única regata do dia. Lars Grael e Samuel Gonçalves, que estavam na quarta colocação, também caíram uma posição após terminarem a regata na oitava colocação geral.

O maior motivo para a mudança na súmula foi a entrada do descarte do pior resultado. E se foi ruim para Prada, Lars e Samuca, foi muito bom para Torben e Guilherme Almeida. Os dois conseguiram descartar a desclassificação na primeira regata por conta de uma bandeira preta e subira para a sexta posição, a quatro pontos de Lars e Samuca.

A competição termina neste sábado e muita coisa ainda vai acontecer. Para ver o resultado completo, clique aqui.