Grael/Kunze estreiam na liderança da Copa do Mundo de Miami

Foto: Sailing Energy

A Copa do Mundo de Vela começou sua edição 2017 em Miami, nos Estados Unidos. Martine Grael e Kahena Kunze lideram a classe 49erFX com dois pontos perdidos após três regatas e um descarte. Jorginho Zarif também fez uma boa estreia, somando cinco pontos para aparecer na segunda colocação da classe Finn após duas regatas. Henrique Haddad e Breno Abduklech aparecem em quarto na classe 470 também após duas regatas.

A competição marca a estreia da dupla Robert Scheidt e Gabriel Borges em eventos do Circuito Mundial da Federação Internacional. Os dois terminaram o primeiro dia em 22º lugar entre 26 barcos. Nesta quarta-feira (25), a dupla brasileira volta para o mar em busca de mais entrosamento e experiência nessa nova etapa da carreira para Scheidt, que, aos 43 anos, decidiu encarar o desafio de velejar em um barco maior, mais veloz e com estratégias diferentes das classes Star e Laser, que o consagraram no iatismo.

Scheidt/Borges foram melhorando a cada disputa. Abriram a competição com um 23º lugar. Na segunda prova os brasileiros subiram para 19º e encarraram sua participação na etapa inicial com a 18º posição na última corrida da programação. Com esses resultados, têm 60 pontos perdidos para figurar em 22º. A liderança está com os franceses Lucas Rual e Emile Amoros, com 20 pontos perdidos. No total, a classe 49er terá 12 regatas em Miami, mais a medal race, programada para ser disputada no sábado (28).

Robert analisou o primeiro dia em Miami. “Em termos de resultados, foi um dia ruim. Apesar de largadas relativamente boas, não conseguimos velejar bem com o vento. Na última regata, até estávamos em quarto lugar, mas erramos um pouco na estratégia do popa e muitos barcos passaram. Mas enfim, a cada dia na água, a cada disputa, estamos evoluindo. Certamente dá para velejar melhor do que hoje (ontem) e vamos com tudo para melhorar isso”, disse o bicampeão olímpico, que é patrocinado pelo Banco do Brasil e Rolex, com os apoios de COB e CBVela.

A etapa de Miami da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela) é a primeira grande competição do ano, mas a temporada 2017 começou há duas semanas para Scheidt e seu novo parceiro. A dupla disputou a Miami Mid Winters e terminou em 11º lugar na disputa que envolveu 17 barcos.

Scheidt entra na disputa da classe 49er na Copa do Mundo confiante após a experiência na Mid Winters. “Foi ótimo ter feito essa competição para ganhar ritmo, ver como são as largadas, a dinâmica da flotilha e a tática da regata, que é muito diferente do que eu estou acostumado. O mais importante é que sentimos ter melhorado a cada dia”, afirmou o maior medalhista olímpico do Brasil, com cinco pódios. Após a World Cup, a nova dupla pretende participar da Copa Brasil, em Porto Alegre e, a partir de abril, investir mais tempo em treinamento, desta vez na Europa.

Além da dupla Robert Scheidt/Gabriel Borges, o Brasil tem mais velejadores da etapa de Miami da Copa do Mundo. São eles: Martine Grael e Kahena Kunze (49erFX); Jorge Zarif (Finn); Bruno Fontes (Laser); Henrique Haddad e Breno Abdulklech (470 masculina); Gabriella Kidd (Laser Radial); e Bruna Martinelli (RS:X feminina).

Para ver os resultados completos, clique aqui.

Proeiros brasileiros dão o tom à Final da Star Sailors League

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A tradição e a força da vela brasileira têm elevado ainda mais o nível das competições organizadas pela já consolidade Star Sailors League (SSL), idealizada há pouco mais de três anos pelos próprios velejadores de Star. No final deste ano os brasileiros levarão seu talento às Bahamas para a quarta edição da SSL Finals, de 27 de novembro a 3 de dezembro. Os proeiros contribuirão de forma efetiva para impulsionar os barcos do País entre a flotilha de 25 tripulações.

Com premiação total de U$ 200.000, o evento contará com Henry Boening, o Maguila, na proa de Robert Scheidt, com Guilherme de Almeida, o Madá, ao lado de Torben Grael, além do tetracampeão mundial e líder no ranking da SSL, Bruno Prada. O Brasil ainda poderá ter mais dois proeiros consagrados em Nassau. O atual campeão sul-americano Samuel Gonçalves, o Samuca, e o campeão brasileiro de Star, Arthur Lopes, o Tutu.

Como líder do ranking dos proeiros, Bruno tem o privilégio de decidir com qual timoneiro quer velejar. O medalhista olímpico justifica a escolha por Jorge Zarif, parceiro do Yacht Club Paulista (YCP). “O talento do Jorginho é indiscutível e ainda teremos um mês pela frente para uma boa preparação. Neste ano estou muito mais leve, cerca de 100 quilos, e terei a oportunidade de formar tripulação com peso máximo de 200 quilos em um lugar onde os ventos são fortes. Vai contribuir para o desempenho”.

Bruno relata também, a condição privilegiada que a competição deste ano adquiriu após os Jogos Rio 2016. “A SSL Finals vai reunir o maior número de medalhistas olímpicos e campeões mundiais da história da vela. Será uma grande honra velejar em um local incrível com formato de regatas classificatórias e eliminatórias, o que garante a emoção das grandes batalhas do esporte. Teremos todos os ingredientes de um evento épico: ídolos, tradição e entretenimento”.

Motivação especial para Maguila – O proeiro de Niterói (RJ) conquistou recentemente o Hemisfério Oriental de Star, ao lado do norte-americano Augie Diaz, na Croácia e ocupa a 12ª posição no ranking dos proeiros da SSL. “Recebi o convite do Robert (Scheidt) e estou muito honrado. Formar dupla com quem já foi campeão da SSL Finals nos coloca entre os favoritos. Nosso objetivo é chegar às regatas eliminatórias porque a partir das quartas de final todos têm chances”, afirma Maguila, quarto colocado em 2014 com Jorge Zarif.

Maguila tem treinado no Rio de Janeiro e pretende estar preparado para qualquer condição a ser enfrentada no Caribe. “A tendência é de ventos fortes na raia próxima ao Nassau Yacht Club (NYC), o que me agrada muito. Para o público que acompanha a transmissão ao vivo pela internet as regatas tornam-se ainda mais emocionantes. Porém em 2015, predominou o vento fraco e como não podemos escolher, precisamos nos prevenir”, considera o proeiro de Scheidt.

Ao contrário de Maguila, o proeiro de Torben, Guilherme de Almeida, se pudesse escolheria ventos mais fracos. “Se ventar forte será difícil ganhar do Robert e da molecada que correu de Laser nos Jogos Olímpicos do Rio, mas se o vento estiver mais fraco poderemos chegar na frente”, deseja Madá, sétimo colocado com Torben no Lake Grand Slam da SSL em 2015 na Suíça e pela segunda vez na final das Bahamas.

Diante das necessidades de Madá em sua clínica dermatológica “Dr. Guilherme de Almeida”, em São Paulo, Torben tem velejado com Arthur Lopes, com quem venceu o Brasileiro de Star há um mês em Cabo Frio (RJ). “Torben e Tutu vão chegar a Nassau com uma semana de antecedência para treinar e ajustar o barco. Vamos correr com um barco italiano novo, modelo Lillia, com as mesmas velas utilizadas quando ficamos em quinto lugar da Bacardi Cup, em Miami. Estou otimista com mais uma disputa pela SSL, uma garantia para o futuro da classe Star”, exalta o médico e velejador.

Zarif lidera o ranking mundial da classe Finn

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A Federação Internacional de Vela – World Sailing – divulgou no último dia 26 um novo ranking mundial das classes olímpicas e tem brasileiro em primeiro. Jorginho Zarif, que hoje completa 24 anos, é o líder da classe Finn, com apenas dois pontos de vantagem sobre o australiano Jake Lilley. Quem também está muito bem é a dupla Martine Grael e Kahena Kunze, medalha de ouro no Rio 2016. As duas estão em segundo lugar na 49er FX. As gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, seguem bem colocadas, em 3º lugar na classe 470. Robert Scheidt, que anunciou o encerramento da sua carreira após as Olimpíadas, está em 7º na Laser Standard. Com um resultado tão bom, será que ele não volta a competir? Para ver o ranking completo e o resultado dos outros brasileiros, clique aqui.

 

Jorge Zarif, da classe Finn, faz bela medal race e fecha Rio 2016 no 4º lugar

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O jovem Jorge Zarif, velejador brasileiro da classe Finn, terminou a medal race de ontem, realizada na raia do Pão de Açúcar, na terceira posição e ficou em 4º no geral, a 11 pontos da medalha de bronze. O resultado não era o esperado por Jorginho que sonhava em conquistar uma medalha olímpica em águas brasileiras, mas mesmo assim não deixa de ser uma grande vitória. Jorginho participou dos Jogos de Londres-2012 e saiu de lá sem ao menos disputar a medal race, no 20º lugar geral. Com apenas 19 anos, Jorginho estava com o joelho lesionado e sem apoio para a campanha olímpica. Saiu daqueles Jogos determinado a ser grande em sua classe, a mesma em que seu pai defendeu o país em duas Olimpíadas (Los Angeles-1984 e Seul-1988). Durante os últimos quatro anos Jorginho se dedicou inteiramente à vela e foi campeão mundial júnior e campeão mundial, sendo o atleta mais jovem a conquistar o título. Ele soube aproveitar como ninguém o incentivo que o esporte recebeu nesse ciclo olímpico que antecedeu os Jogos do Rio. Ontem Jorginho não escondeu a decepção do 4º lugar, mas saiu da água já pensando em Tóquio 2020.

A Finn, conhecida como a classe dos gigantes por exigir do atleta peso perto dos 100 kg e altura de mais de 1,80 m, é dominada por atletas mais velhos — Giles Scott, atual campeão olímpico, tem 29 anos. Jorginho ainda tem 23 anos e muitas chances de figurar entre os maiores atletas da classe. Ben Ainslie, dono de três ouros na classe, conquistou a primeira medalha olímpica na Finn aos 27 anos — antes ele velejava de Laser e conquistou uma prata e um ouro. 27 anos será a idade de Jorginho nos Jogos de Tóquio-2020, portanto, se a CBVela e os patrocinadores continuarem investindo em nossos atletas, temos grandes chances nas próximas Olimpíadas.

Giles Scott, da Grã-Bretanha, garantiu o ouro antes mesmo da medal race. Com 29 anos, ele precisou esperar Ben Ainslie se aposentar para, finalmente, brilhar na classe. Com anos de treinamento ao lado da lenda da classe, Giles não decepcionou e garantiu a hegemonia da Grã-Bretanha na classe. Mesmo dominando as regatas, Giles parecia incrédulo com o título antecipado. O americano Caleb Paine também comemorou muito o bronze da classe, a prata ficou com o esloveno Vasilij Zbogar.

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Fotos World Sailing

Giles Scott garante medalha de ouro da Finn antes da medal race na Rio 2016

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O velejador britânico Giles Scott garantiu a medalha de ouro da classe Finn na Rio 2016 no fim das regatas classificatórias, que terminaram ontem, e vai para a medal race desta terça-feira (16) sem o compromisso de vencer. O velejador garantiu ótimos resultados na série de 10 regatas acumulando apenas 49 pontos perdidos e assim ninguém mais pode alcançá-lo.

As medalhas de prata e bronze da classe ainda estão em disputa. O brasileiro Jorginho Zarif está classificado para a medal race, mas as chances de alcançar a medalha de bronze são mínimas. Jorginho tem apenas 23 anos e esta é sua segunda Olimpíada. A Finn é uma das classes mais tradicionais do programa olímpico e é dominada por velejadores mais velhos, Giles Scott tem 29 anos e esta é sua primeira olimpíada. Assim como Giles teve que velejar muito na classe para superar o absolutismo de Ben Ainslie, Jorginho ainda tem um longo caminho na classe e ainda pode conquistar muitos títulos para o Brasil.

Confira os classificados para a Medal Race:

1º Giles Scott – Grã-Bretanhda – medalha de ouro garantida
2º Vasilij Zbogar – Eslovênia
3º Ian Kljakovic – Croácia
4º Caleb Paine – Estados Unidos
5º Max Salminem – Suécia
6º Jorge Zarif – Brasil
7º Josh Junior – Nova Zelândia
8º Facundo Bazan – Argentina
9º Pieter-Jan Postma – Holanda
10º Jake Lilley – Austrália

Foto World Sailing

Jorginho Zarif, da Finn, termina o dia na sexta posição geral

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Com os resultados de hoje, Jorginho Zarif assume a 6ª colocação geral da classe. Ele correu duas regatas hoje, na raia da Ponte, e terminou as regatas nas 2ª e 13ª posições. Amanhã, dia 14, a classe tem mais duas regatas programadas e Jorginho deve lutar para se manter no top 10 da classe e correr a medal race com chances de medalha.

Foto World Sailing

Jorginho Zarif não faz boas regatas, mas se mantém no Top 10 da Finn

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Jorginho Zarif, velejador de 23 anos da classe Finn, não teve bons resultados nas duas regatas realizadas hoje na fase classificatória da Rio 2016. Um 11º e um 22º lugar deixou o brasileiro na 8ª colocação geral, ainda no Top 10 da classe, mas a 20 pontos do líder britânico Giles Scott, favorito ao ouro.

A classe Finn tem duas regatas programadas para esta quinta-feira.

 

Jorge Zarif estreia na quarta colocação após o primeiro dia de regatas da classe Finn

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Jorginho Zarif mostrou que está na raia para brigar por uma medalha nesta que é sua segunda participação em Olimpíadas. O velejador começou o dia com um excelente quarto lugar em uma regata de recuperação após a largada a primeira montagem de boia no 20º lugar. Já na segunda regata do dia, Jorginho ficou na 6ª colocação, terminando o dia em quarto no geral.

Os veleiros da Finn voltam para a água amanhã onde Jorginho busca mais bons resultados.

Confira os primeiros colocados da Finn:

Vasilij Zbogar – Eslovênia
Jonas Hogh-Christensen – Dinamarca
Giles Scott – Grã-Bretanha
Jorge Zarif – Brasil
Ivan Kljakpvic Gaspic – Croácia

Scheidt e Zarif lideram Semana Internacional de Vela do Rio

A segunda fase da Semana Internacional de Vela do Rio começou com vento forte e disputas acirradas nas raias olímpicas da baía de Guanabara. Depois dos 49er, 49erFX e RS:X masculino e feminino, estão na água as classes Laser Standard, Laser Radial, Finn e Nacra 17.

Após seis regatas, Jorginho Zarif é o líder da classe Finn. O paulista, que passa boa parte do ano treinando em águas cariocas, tem provado que será forte candidato a medalha nas Olimpíadas. Na SIVRio, a classe conta com 18 inscritos, de 13 países.

Na Laser Standard, Robert Scheidt lidera com dez pontos de vantagem sobre o francês JB Bernaz. O Rio 2016 será a última olimpíada de Scheidt e, se depender de como ele tem velejado na SIVRio, a medalha virá na certa.

Na Laser Radial, Annalise Murphy, da Irlanda é a primeira colocada com folga. Fernanda Decnop, nossa representante olímpica, aparece em sexto após seis regatas.

Na Nacra a disputa está bem acirrada, com apenas quatro pontos separando os três primeiros. A dupla dinamarquesa comandada por Allan Norregaard aparece em primeiro, seguida pelos argentinos comandados por Santiago Lange e pelos italianos comandados por Vittorio Bissaro.

As regatas para estas três classes se encerram nesta segunda e apartir de amanhã apenas os 470 estarão na água.

Para ver os resultados completos da competição clique aqui.

 

Jorginho Zarif disputa Semana de Vela Ilhabela

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A organização da Semana de Vela de Ilhabela confirmou a inscrição do atleta olímpico Jorge Zarif, na edição deste ano do maior evento da modalidade da América Latina, que ocorre entre 1 a 9 de julho, no litoral norte paulista. O velejador, que defenderá o Brasil na Rio 2016 na classe Finn, fará um pit-stop na ilha para as regatas da categoria Star ao lado proeiro Arthur Lopes (Tutu). Jorginho, como é carinhosamente chamado pelos amigos, segue a tradição do pai Guga Zarif, que brilhou na semana de vela com o lendário Áries IV e também disputou as olimpíadas de Los Angeles (1984) e Seul (1988), também na Finn.

“Quero aproveitar três ou quatro dias da Semana de Vela para velejar com meu amigo Tutu. Não gosto de perder e vamos para cima. Falar com os amigos será uma rara oportunidade para mim nos últimos tempos. É importante. Durante a preparação olímpica tenho convivido com número reduzido de pessoas. E ao mesmo tempo estarei velejando, o que não deixa de ser um treino na raia de Ilhabela”, disse Jorginho.

Guga Zarif faleceu em 2008, aos 50 anos. Três anos antes conquistou a Semana de Vela de Ilhabela com barco Áries IV, com seu filho Jorginho entre os tripulantes. O garoto cresceu e se tornou uma das esperanças do Brasil na modalidade, sendo campeão mundial senior e junior da classe Finn na Estônia, em 2013.

Ele e Arthur Lopes venceram a Regata dos Campeões em homenagem ao pai de Jorginho no último domingo (19), no inédito Classic Sailing Festival. A classe Star faz parte do calendário de regatas da Semana de Vela de Ilhabela desde 2013. A categoria é a mais vitoriosa da vela nacional em olimpíada, mas não estará no calendário da Rio 2016. Nomes como Torben Grael, Marcelo Ferreira, Robert Scheidt e Bruno Prada medalharam em olimpíadas na classe.

As inscrições continuam abertas

Os tripulantes devem se inscrever no site oficial www.svilhabela.com.br. Até o dia 27 de junho o valor é de R$ 420. As tripulações dos veleiros que ficarem em seus clubes, em amarras próprias ou outros locais fora o Yacht Club de Ilhabela terão 20% de desconto no valor da inscrição.

Fonte: assessoria