Sudeste Brasileiro de Laser será disputado na Guarapiranga no feriado

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Os velejadores da classe Laser vão aproveitar o fim de semana prolongado pelo feriado de Nossa Senhora Aparecida para disputar o Campeonato Sudeste Brasileiro de 12 a 15 de outubro na Represa Guarapiranga. Organizada pelo Yacht Club Paulista (YCP), a competição deve reunir mais de 30 velejadores de São Paulo, Santos e Ilhabela, incluindo-se a maioria dos clubes do em torno da represa. O programa prevê oito regatas, com duas largadas por dia a partir das 13h00.

Além dos atletas da nova geração, a Guarapiranga contará com o talento dos mais experientes velejadores, responsáveis pela evolução da vela no País, como Manfred Kaufmann, o Fips, representante brasileiro da classe Laser no World Master Games da Nova Zelândia, em abril. Acostumado a competir também na classe HPE 25 em Ilhabela, Fips idealizou recentemente o grupo Vela Master Brasil, dedicado aos interesses dos velejadores veteranos, e já observa a receptividade dos colegas. “Um campeonato regional é sempre muito importante para a classe. A categoria máster terá com certeza um número expressivo de inscrições. Só precisamos ser mais racionais com o calendário nacional”, recomenda Fips. Neste mesmo fim de semana, por exemplo, será realizada ainda a Semana Internacional de Vela do Rio de Janeiro.

 

Informações: assessoria de imprensa

Fotos: Douglas Moreira / Fisheye Images

Vencedores do Troféu Cayru são conhecidos em Porto Alegre

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Os velejadores do Clube dos Jangadeiros dominaram o pódio nas principais classes do XXVII Troféu Cayru, tradicional competição de Vela de Oceano gaúcha, que chegou ao final neste domingo (8).  A tripulação do San Chico 3, comandada por Xico Freitas, do Clube dos Jangadeiros, conquistou as premiações mais cobiçadas do campeonato: o Troféu Cayru, o Barco Fita Azul e o primeiro lugar da classe ORC Internacional. O segundo melhor colocado da ORC, classe de maior peso do campeonato, ficou com o barco Hobart, liderado por Airton Schneider, seguido pelo Kamikaze XI, de Hilton Piccolo, em 3° lugar. 

O Jangadeiros também levou o título da classe BRA-RGS com a tripulação do Drakkar, capitaneada por Leonardo Sant’Anna.  Em 2° lugar, veio o barco Caulimaran, de Emilio Strassburger, também do Jangadeiros e, em 3°lugar,  o Calidris, de Renan Abraham, do Veleiros do Sul. Na classe Microtonner 19, a campeã foi a embarcação Sophia, de Delmar Meinerz, da SAVA, e a posição de vice ficou com o barco Katavento, de Raulito Sena, também da SAVA.  Continuar lendo “Vencedores do Troféu Cayru são conhecidos em Porto Alegre”

Definidos os campeões do Catarinense de Oceano

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O Itajaí Sailing Team fez história nesse sábado ao quebrar o recorde de percurso na 14ª Regata Marejada, válida como sétima etapa da Copa Veleiros de Oceano, e conquistar o troféu Fita Azul, premiação concedida a primeira embarcação a cruzar a linha de chegada. Confirmando todas as previsões, o vento sul soprou com força, passando dos 20 nós, e a tripulação itajaiense completou o percurso de 32 milhas náuticas em 2h52m29s, mais de 20 minutos mais rápido do que a marca anterior, de 3h13m feita em 2016.

“O velejo foi incrível. Foi muito especial poder quebrar o recorde em uma competição que chega em Itajaí comandando a embarcação que leva o nome da cidade. Nunca baixamos de 16, 17 nós e nossa maior velocidade foi de 23. Bater esse recorde foi muito gratificante”, comemorou o comandante Marcelo Gusmão. “Metade da nossa tripulação é formada pelo projeto do Itajaí Sailing Team e posso dizer que a cada regata temos evolução. Nossa tripulação conhece muito bem o barco”, completou Gusmão. Continuar lendo “Definidos os campeões do Catarinense de Oceano”

Regata Marejada agita vela catarinense neste sábado

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Chegando a sua sétima etapa na temporada, a Copa Veleiros de Oceano, organizada anualmente pelo Iate Clube de Santa Catarina, deve ter um sábado agitado. A previsão para a 14ª Regata Marejada, com percurso entre Jurerê, em Florianópolis, e Itajaí, aponta para vento sul entre 20 e 30 nós (entre 28 e 50 km/h), o que tem animado bastante os velejadores da flotilha oceânica. A largada está marcada para as 10h, em frente à Sede Oceânica do ICSC.

As fortes condições de vento possibilitam também a tentativa de quebra de recorde do percurso de 32 milhas náuticas (quase 60 km). O atual detentor do recorde é o Itajaí Saling Team, equipe que veleja em casa e busca o Troféu Fita Azul (designado a primeira embarcação a cruzar a linha de chegada). Em 2016 a equipe itajaiense quebrou o recorde ao completar o percurso em 3h13m11s e, ao que tudo indica, as possibilidades de uma nova marca são grandes. Continuar lendo “Regata Marejada agita vela catarinense neste sábado”

NYYC confirma desafio na America´s Cup

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Após 15 anos longe das grandes competições, o New York Yacht Club vai novamente participar da competição como desafiante. O time representado pela Bella Mente Quantum Racing Association terá no comando os velejadores ohn J. “Hap” Fauth e Doug DeVos.

Fauth está acostumado a vitórias e tem no currículo, dentre outros títulos, o tri mundial de Maxi 72 a bordo do Bella Mente. DeVoss não fica atrás com excelentes campanhas no 52 Super Series em parceria com o Quantum Program, vencendo os campeonatos de 2008, 2011, 2013, 2014 e 2016.

Cabanga faz balanço e divulga resultados da REFENO

O Cabanga Iate Clube de Pernambuco apresentou, na manhã da última quarta-feira (04), no Cine Mabya, em Fernando de Noronha, o balanço da 29ª edição da Regata Internacional Recife – Fernando de Noronha.

Ao todo, 47 embarcações participaram da edição 2017 da Regata. A Refeno reuniu 353 tripulantes de 11 estados do Brasil e dois países – Argentina e Reino Unido. Pernambuco foi o estado com o maior número de participantes este ano, com 14 barcos inscritos. O Rio de Janeiro ficou logo atrás, com 10, seguido pela Bahia, com 7 barcos. Completam a lista São Paulo (4), Argentina (2), Alagoas (2), Rio Grande do Sul (2), Distrito Federal (1), Sergipe (1), Paraná (1), Rio Grande do Norte (1), Santa Catarina (1) e Reino Unido (1).

“Tivemos uma regata excelente. Um mar tranquilo. Tivemos um fato extremamente positivo que todas as embarcações que saíram do Recife chegaram a Fernando de Noronha. Tivemos só três problemas durante o percurso. Mas foram problemas solucionados no próprio barco, pela tripulação, e todos chegaram a Ilha. Então, este é um fato extremamente positivo nesta 29ª Refeno”, comemorou Sérgio Avellar, diretor de Vela do Cabanga.

Administrador da Ilha de Fernando de Noronha, Luís Eduardo Antunes não escondeu a alegria em receber a Refeno no arquipélago. “Para Noronha é uma enorme satisfação receber a Refeno e participar como apoiadora deste evento internacional. Temos o maior prazer em estar ajudando e patrocinando o Cabanga na realização deste evento”, disse.

O Comodoro do clube, Jaime Monteiro Jr., destacou a importância da festa ser realizada de velejador para velejador e agradeceu o apoio da Marinha e da Administração da Ilha na realização de mais uma edição da maior regata oceânica do Brasil. “É uma alegria saber que estamos trazendo mais gente à Ilha, o que é bastante positivo para Noronha. Ano passado tivemos algo em torno de 300 tripulantes, e este ano chegamos próximo dos 370 velejadores na regata”, complementou.

Este ano, a embarcação Camiranga, do Rio Grande do Sul, escreveu, mais uma vez, o seu nome na história da Regata Internacional Recife- Fernando de Noronha (Refeno). No último domingo (1º de outubro), o veleiro conquistou o Troféu Fita Azul pelo quarto ano consecutivo, com direito a quebra do próprio recorde entre os barcos monocascos. Do Marco Zero do Recife até a praia do Boldró, o barco comandado por Samuel Albrecht completou a travessia de 292 milhas náuticas (545 quilômetros) em 19h03min18s.

Para ver os resultados completos, por categoria, clique aqui.

Troféu Cayru começa neste final de semana

O tradicional Troféu Cayru chega a 27ª edição neste final de semana (7 e 8), em Porto Alegre. A competição foi criada para homenagear o barco Cayru, de Leopoldo Gayer, patrono fundador do CDJ (Clube dos Jangadeiros) . Em 1935, quando ainda era chamado de Cayruzinho, foi lançado ao mar para celebrar os 100 anos da Revolução Farroupilha.

O campeonato, que conta pontos para o Estadual de Vela de Oceano, reúne as classes BRA-RGS, ORC-INT, Microtoner 19, Bico de Proa e J24. A competição inicia às 11h com a tradicional volta na Ilha das Pombas. Ainda no sábado, acontece a Regata Solitário com percurso reduzido. No domingo, às 13h, ocorre a largada do Velejaço e, às 14h, tem início as regatas barla-sota. À noite, por volta das 20h, ocorrerá a entrega dos prêmios.

Vencedor da última edição do troféu no comando do San Chico 3,  Xico Freitas não vê favoritos na disputa. “É como em Grenal, embora a gangorra possa estar pendendo um pouco para um lado, tudo pode acontecer. Estamos bem preparados, entrosados e vamos com tudo”, afirma.

Outra embarcação de muita competitividade que habitualmente corre o Cayru é o Kamikaze, do comandante Hilton Piccolo. “É uma regata marcante, tradicional e divertida pelo percurso longo que possui”, ressalta.

Da mesma forma, o barco Hobart, de Airton Schneider, terceiro melhor colocado no último Cayru, tem presença garantida. “Estamos entusiasmados para disputar a ponta novamente. Será uma grande festa”, destaca.

Jogo virtual da Volvo Ocean Race será lançado novamente

O jogo da Volvo Ocean Race está de volta, melhor do que nunca, oferecendo a última tecnologia em jogos de vela virtuais.

A nova versão do jogo, será lançada para coincidir com a largada do Prólogo no dia 8 de outubro, agora terás a oportunidade de disputar não só as regatas offshore, mas também as inshore.

Nos 11 portos de parada, as tripulações trocam de barco para as regatas in-port, pequenos sprints em campos de regata perto da costa. Pela primeira vez, os jogadores também vão ter a oportunidade de testar as suas capacidades nestas regatas curtas. Continuar lendo “Jogo virtual da Volvo Ocean Race será lançado novamente”

Vela Master: em sua coluna, Manfred Kaufmann Jr fala sobre motivação

Na coluna do Fips desta semana o assunto é Motivação. E aí, o que te motiva?

“Extraído de artigo de Tami Eggleston, PhD da Universidade McKendree em Lebanon, IL, EUA. Ela é consultora para Psicologia aplicada ao esporte.

Às vezes, a maioria dos atletas vivencia períodos com baixa motivação. Para alguns pode significar não treinar. Para outros pode chegar ao ponto de perder interesse nas disputas em geral.Qualquer que seja o caso, há maneiras de sair dessa situação e achar motivação para treinar e competir.

“Habilidade é o que se é capaz de fazer. Motivação determina o que se faz. Atitude determina o quão bem se faz.” – Lou Holtz, jogador, técnico e comentarista de futebol americano

Existem dois tipos de motivação – extrínseca e intrínseca.

Atletas com motivação extrínseca são movidos por fatores externos, como fama, dinheiro ou desafios colocados por outras pessoas. Motivação intrínseca vem ‘de dentro’.Que tipo de motivação um atleta deve buscar para chegar ao próximo nível?

Especialistas acreditam que a motivação intrínseca impulsiona mais fortemente. Essa situação seria a de um atleta que desempenha essencialmente em função de sentimentos internos de conquista, satisfação, desafio, competição ou simplesmente porque amam o esporte.

Muitos atletas competem pelos dois tipos de razões, mas, de acordo com Eggleston, fatores intrínsecos superam os extrínsecos. Um atleta que compete apenas por fama e/ou fortuna está mais propenso a desviar-se porque a preparação para a competição não traz glória. Um atleta motivado pelo amor ao esporte terá mais sucesso porque pode orgulhar-se de pequenas conquistas como um bom treino ou melhorando técnicas.

Alguns podem pensar que fatores externos podem aumentar fatores internos, mas pesquisas sugerem que o oposto é a realidade. Fato é que, para manter-se motivado como atleta, o foco deve estar nos fatores intrínsecos.Seguem abaixo algumas estratégias que podem ajudar.

1.Pelo amor ao esporte

Nada resolve um treino físico sem entusiasmo do que lembrar as razões por estar na academia em primeiro lugar. Todo atleta tem dias ruins; para superá-los, pense sobre as razões que o levam a amar o esporte. Recordar aquelas experiências em seu esporte que o fazem sorrir.

2.Varie suas atividades

Praticar os mesmos exercícios e treinar da mesma forma todos os dias pode solapar sua motivação. Então, misture as coisas, tente treinamentos diferentes que o tirem da academia. Faça seus treinamentos em outros locais ou dê um tempo de seu esporte e pratique outra modalidade em termos recreativos com seus amigos.

3.Divirta-se

O que quer que faça, não se esqueça que esporte é divertimento.

4.Evite comparações

Cada um é cada um. Não se estresse depois de um dia ruim ou porque seus concorrentes foram melhor. Trabalhe constantemente para melhorar, focando nas competências e nos próprios desafios.

5.Vença

Sim, mais fácil dito do que feito. Exatamente porque vencer é tão difícil, é a derradeira fonte de motivação. Nada faz um atleta sentir-se melhor que uma conquista muito disputada. Mas considere também as pequenas conquistas, como desenvolver boa técnica ou obter melhores resultados em situações mais difíceis. Encare isso como vitórias para manter-se motivado em direção ao seu objetivo principal.

Eggleston afirma, “Sucesso verdadeiro é medido por competir consistentemente e permanecer motivado ao longo dos anos”. Uma disputa ou evento não faz ou quebra um atleta.

Bons ventos!

Manfred Kaufmann Jr.”