Jorge Zarif é ouro na final da Copa do Mundo de Vela

2018 WORLD CUP SERIES MARSEILLE

Mais um domingo e mais um show de Jorge Zarif nas águas da França. Com uma atuação brilhante neste dia 10, em Marselha, o brasileiro venceu a regata da medalha da classe Finn e conquistou o ouro na Final da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela). O velejador terminou com apenas 34 pontos perdidos e deixou para trás o segundo colocado, o neozelandês Josh Junior (51 p.p.). A performance decisiva foi muito semelhante à que lhe valeu o título da etapa francesa de Hyères da Copa do Mundo, no fim de abril.

“Foi muito bom. Em Hyères, a única regata que eu venci foi a da medalha. Aqui eu fiquei com o colete amarelo do líder por quatro ou cinco dias. É como se tivesse um alvo nas costas, com todo mundo mirando em você. Mas estou feliz por ter ganhado a regata e o campeonato”, afirmou Jorginho. Continuar lendo “Jorge Zarif é ouro na final da Copa do Mundo de Vela”

João Pedro Souto de Oliveira é ouro nos Jogos Sul-Americanos

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A vela brasileira encerrou da melhor forma possível sua participação nos Jogos Sul-Americanos Cochabamba 2018. Nesta quinta-feira, dia 31, João Pedro Souto de Oliveira venceu a disputa da classe Laser, na Represa Corani-La Barca, no município de Colomi. Desta forma, o Brasil encerrou sua participação na modalidade com 100% de aproveitamento: foram duas medalhas de ouro conquistadas nas duas classes com presença verde-amarela.

João Pedro liderou a competição do começo ao fim, com uma performance incontestável. O brasileiro ganhou cinco das nove regatas disputadas, fechando o campeonato com 14 pontos perdidos.

“O campeonato aqui, por incrível que pareça, foi de vento forte. Foram sete regatas de 15 nós ou mais, e eu estava bem rápido, me sentindo bem (nos dois primeiros dias). Consegui fazer logo uma boa vantagem para administrar no final, no vento fraco”, afirmou o velejador brasileiro.

Na segunda-feira, o Brasil já tinha garantido lugar no topo do pódio da classe Snipe, com Juliana Duque e Rafael Rizzato. As cerimônias de premiação da vela foram realizadas nesta quinta-feira. Na Laser, a medalha de prata ficou com Francisco Guaragna, da Argentina (22 p.p.). O bronze foi para Ignacio Rodriguez, do Uruguai (também com 22 p.p., superado pelo argentino no desempate).

“É uma missão do COB (Comitê Olímpico do Brasil), um grande evento. Ganhar o ouro aqui a gente sente que está contribuindo para o Brasil ganhar no quadro de medalhas. É uma felicidade enorme”, disse João Pedro.

Os Jogos Sul-Americanos Cochambamba 2018 reuniram 35 atletas de nove países na disputa da vela: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

Brasileiros disputam final da Copa do Mundo de Vela na França

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A temporada 2017/2018 da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela) chega ao fim nesta primeira semana de junho. E o Brasil estará na água com oito velejadores na Final do circuito, que terá as primeiras regatas nesta terça-feira, dia 5, em Marselha, na França. A delegação inclui Patrícia Freitas, que recentemente voltou às competições internacionais após período de treinos no Brasil; e Jorge Zarif, da classe Finn, medalha de ouro na etapa de Hyères, no fim de abril.

“Minha expectativa é pôr em prática tudo que estou treinando e desenvolvendo nos últimos meses. Estou direto na Europa desde Hyères, então é tentar utilizar todas essas novas informações com equilíbrio”, afirma Jorginho.

A temporada tem sido muito positiva para Zarif até aqui. Além do ouro na França, o brasileiro ficou em 4º lugar na Copa do Mundo de Miami (EUA), foi 5º no Troféu Princesa Sofia e 7º no Campeonato Europeu, ambos na Espanha. Continuar lendo “Brasileiros disputam final da Copa do Mundo de Vela na França”

Juliana Duque e Rafael Rizzato levam o ouro nos Jogos Sul-Americanos

Rafael Rizzatto e Juliana Duque 01_Crédito Walter Böddener_CBVela

Fiel à sua tradição, a vela brasileira garantiu lugar no topo do pódio na primeira oportunidade que teve nos Jogos Sul-Americanos Cochabamba 2018. Juliana Duque e Rafael Rizzato conquistaram nesta segunda-feira, dia 28, a medalha de ouro na classe Snipe. A dupla venceu três das oito regatas que disputou e nem precisou ir para a água na última prova. Com 14 pontos perdidos, os brasileiros ficaram com o título na Represa Corani-La Barca, no município de Colomi.

“A gente ficou muito feliz com o resultado e com a chance de defender o Time Brasil. Só temos a agradecer à CBVela e ao COB. O campeonato começou com vento mais forte, a gente não foi bem no primeiro dia e voltou da água em terceiro lugar. Mas no segundo dia fomos muito bem e hoje a gente conseguiu segurar (a liderança)”, afirmou Juliana Duque, que também tem no currículo o título mundial feminino da Snipe, ao lado de Amanda Sento-Sé.

A medalha de prata ficou com Matias Seguel e Maria Jesus Seguel, do Chile (17 p.p.). O bronze foi para Daniel Verdier e Daniela Cardozo, da Argentina (25 p.p.). A cerimônia de entrega das medalhas está prevista para a próxima quinta-feira, dia 31.

“É muito importante porque aqui não tem só vela, são vários esportes. A gente vê todo mundo se esforçando por uma medalha. E nós conseguimos”, afirmou Rafael Rizzato. Continuar lendo “Juliana Duque e Rafael Rizzato levam o ouro nos Jogos Sul-Americanos”

Equipe brasileira Onda estreia em 5º no campeonato de TP52

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No último domingo, 27, chegou ao fim a 1ª etapa do Campeonato de TP52, realizado nas águas claras de Sibenik – Croácia. Com 12 barcos na raia de 8 diferentes nações, a disputa teve a estreia da bandeira brasileira com veleiro Onda, liderado por Eduardo Souza-Ramos e que levou as feras da vela nacional, incluindo Jorginho Zarif, Marcos Grael, André Fonseca “Bochecha” e Robert Scheidt como tático.

Após 5 dias de disputa e 9 regatas, o time brasileiro, que veleja com a bandeira do Iate Clube de Santos, fechou a 1ª fase na quinta colocação.
Cinco etapas estão previstas para o Super Series e a próxima acontece de 19 a 24 de junho em Zadar, também na Croácia.

Resultado geral:
1. Quantum Racing (USA) (Doug DeVos) (4,1,8,1,4,1,3,7) 29 p.
2. Platoon (GER) (Harm Müller-Spreer) (1,4,3,5,7,3,10,1) 34 p.
3. Sled (USA) (Takashi Okura) (12,3,1,8,3,2,2,10) 41 p.
4. Azzurra (ARG/ITA) (Alberto Roemmers) (3,10,10,4,2,7,4,6) 46 p.
5. Onda (BRA) (Eduardo de Souza Ramos) (2,7,5,3,10,6,8,5) 46 p.
6. Luna Rossa (ITA) (Patrizio Bertelli) (7,5,9,9,5,4,7,3) 49 p.
7. Alegre (USA/GBR) (Andrés Soriano) (9,8,6,2,8,8,6,4) 51 p.
8. Phoenix (RSA) (Hasso/Tina Plattner) (8,6,11,6,6,11,5,2) 55 p.
9. Provezza (TUR) (Ergin Imre) (5,9,4,7,12,9,1,9) 56 p.
10. Paprec Recyclage (FRA) (Jean Luc Petithuguenin) (6,12,2,12,1,10,9,12) 64 p.
11. Gladiator (GBR) (Tony Langley) (10(+2 PEN),2,7,11,9,5,12,8) 66 p.
12. XIO Hurakan (ITA) (Marco Serafini) (11,11,12,10,11,12,11,11) 89 p.

Da assessoria do ICS / foto: Nico Martinez / 52 SUPER SERIES

André Mirsky é o melhor brasileiro no Mundial Master de Finn

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Trezentos e cinquenta e dois. Esta foi a quantidade de inscritos no Mundial Master de Finn, disputado entre os dias 18 e 25 de maio em El Balís, na Espanha. Apenas cinco regatas foram disputadas por conta da falta de vento. Dos cinco dias de regatas, em três ele não apareceu. André Mirsky foi o melhor brasileiro, terminando na 13ª colocação geral. O vencedor foi o espanhol José Luiz Doreste.

“Campeonato muito disputado e ao mesmo tempo difícil em funções das condições climáticas adversas e do alto número de participantes. A flotilha foi dividida em 4 grupos de aproximadamente 90 barcos por regata. No último dia de regatas tivemos a entrada de um vento mais firme do quadrante leste de intensidade média, que propiciou 2 Regatas muito técnicas”, disse Pedro Lodovici, 35º colocado.

Além de André e de Pedro, representaram o Brasil:
71. Cristiano Ruschmann
114. Robert Rittscher
148. Paulo Picchetti
171. Luis Felipe G. Mosquera
189. Ricardo Santos
235. Ricardo Valerio
328. Fabiano Vivacqua Jr

Os resultados completos podem ser vistos em: http://sailing.org.es/ao/results/fwm2018/rWhite_5.html?k5

Lars e Samuca vencem o Hemisfério de Star com pódio brasileiro

Em uma disputa acirrada nas duas últimas regatas do dia, Lars Grael e Samuel Gonçalves venceram o Hemisfério da classe Star, disputado em Miami entre os dias 12 e 15 de abril. Paul Cayard, que velejou com Tutu Lopes, acabou na segunda colocação, enquanto Jorge Zarif e Guilherme Almeida ficaram com o terceiro posto. Bruno Prada, na proa de Augie Diaz, ficou com a quarta colocação. Lars e Samuca lideraram a competição de ponta a ponta, vencendo duas das oito regatas disputadas.

“Foi uma disputa acirrada com o Paul e nos dias de vento forte, estamos contentes com o resultado. Foi meu sétimo título continental e o segundo Hemisfério”, disse Lars, que completa o currículo com cinco títulos sul-americanos.

Bruno Bethlem e Rodrigo Lins são campeões sul-americanos de Snipe

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Depois de três dias de competição chegou ao fim no último sábado (31) o Sul-americano da Classe Snipe 2018. O campeonato reuniu no Clube dos Jangadeiros, em Porto Alegre, mais de 100 atletas da Argentina, Brasil, Cuba, Chile, Guatemala, Peru, Porto Rico e Uruguai. Para o último dia, estavam previstas mais duas regatas que foram canceladas pela inconstância do vento, somando um total de oito regatas disputadas. 

O carioca Bruno Bethlem conquistou o seu segundo título no Sul-americano, o primeiro foi em 2000. “Foi uma semana bastante difícil, com vento fraco e inconstante. A gente fez uma boa preparação e chegamos bem tranquilos. Estávamos há um bom tempo sem vencer no Snipe depois que eu voltei das Olímpiadas, então teve um sabor especial”, diz Bethlem, que em seu longo currículo de vitórias, constam dois títulos mundiais (2009/ 2013), nove brasileiros e Medalha de Ouro nos Jogos Pan-Americanos em 2003.

 O título de vice-campeão ficou com uma nova dupla formada no Jangadeiros por Rodrigo Linck Duarte, o Leiteiro, e Lucas Mazim, com uma diferença de sete pontos do 1º lugar. Velejador com duas Olimpíadas no currículo, Atenas (2004) e Pequim (2008), duas vezes campeão brasileiro e vice-campeão mundial, entre outros títulos, Leiteiro comenta a conquista: “Eu e o Lucas (campeão brasileiro em 2017/2018) estamos muito felizes com o resultado. Foi a primeira vez que velejamos juntos e já deu para ver que a gente se acertou bem. Vamos ver se seguimos tendo bons resultados em outros campeonatos e quem sabe vamos competir no Hemisfério, em Buenos Aires”.

O 3° lugar do pódio ficou com o argentino René Hormazabal e Sidney Bloch, da Escola de Vela de Ilhabela. “Foi um campeonato muito difícil para a gente, de alto nível. Chegamos sem expectativas e fizemos uma média boa nos primeiros dias e acabamos com um ótimo resultado”,comenta René.

Em 4º lugar no Open ficou Alexandre Paradeda e Ana Júlia Tenório, dupla campeã no Misto, que representou a Escola de Vela de Ilhabela e garantiu para o Brasil vaga nos Jogos Pan-Americanos de 2019, em Lima. O 5º lugar é do Uruguai, conquistado pelo multicampeão Ricardo Fabini e a sua dupla Florencia Panizari. Relembrando os títulos: Fabini foi campeão mundial em 1989, do Hemisfério Ocidental em 1991, três vezes campeão no Sul-americano e Medalha de Prata no Pan-Americano.

Na categoria Júnior, o 1° lugar é da dupla atual campeã brasileira na categoria, Felipe Rondina e Christian Shaw, do Iate Clube de Brasília. Os vices-campeões são Philipp Rump e Luis Eduardo Pejnovic, do Jangadeiros, e o 3° lugar foi conquistado por Matheus Oliveira e Rafael Carpallo, da Escola de Vela de Ilhabela.

No Feminino, o título são das gêmeas Amanda e Geórgia Rodrigues, também do Jangadeiros, campeãs brasileiras do Snipe na categoria.

Da assessoria

Renovada, equipe brasileira disputa Trofeo Princesa Sofia

O Brasil vai com uma delegação renovada e jovem para a disputa do Trofeo Princesa Sofia, que tem abertura marcada para esta sexta-feira, dia 30, em Palma, na Espanha. Ao todo, 16 velejadores vão representar o país na 49ª edição da tradicional competição espanhola, que este ano será a maior da história, com cerca de 1.200 atletas inscritos. As primeiras regatas estão previstas para segunda-feira, dia 2. A Equipe Brasileira terá nomes consagrados como Jorge Zarif, 4º colocado nos Jogos Rio 2016 na classe Finn; e revelações como Gabriel Bastos Pereira, campeão da última Copa Brasil na RS:X masculina.

“Esse momento representa muito para mim. É a oportunidade de mostrar resultado. É o sonho de todo velejador estar viajando com a Equipe Brasileira de Vela. Estou muito feliz e espero poder ter o melhor desempenho possível”, afirma Gabriel, de 23 anos, que durante os Jogos Rio 2016 fez parte do programa Vivência Olímpica, de desenvolvimento de atletas do COB.

Para a jovem delegação do Brasil, o Troféu Princesa Sofia é uma grande oportunidade de desenvolvimento. Além disso, o evento será classificatório para a próxima etapa da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela). Só irão para a regata de Hyères, na França, em abril, os velejadores brasileiros que terminarem no top 20 de sua respectiva classe.  As regatas de medalha em Palma estão marcadas para o próximo dia 7.

“O campeonato vai ser de nível muito alto. Meu primeiro objetivo é estar nessa faixa de classificação para Hyères”, diz Gabriel Pereira.

Confira a relação completa de atletas do Brasil na competição:

Laser – Bruno Fontes;

Laser – João Pedro Souto de Oliveira;

470 Masculino – Geison Mendes/ Gustavo Thiesen;

470 Masculino – Pedro Correa/ Rodolfo Streibel;

49er – Carlos Robles/ Marco Grael;

Finn – Jorge Zarif;

Finn – Antonio Moreira;

Nacra 17 – João Bulhões/ Gabriela Nicolino;

Nacra 17  Samuel Albrecht/ Bruna Martinelli;

RS:X Masculino – Gabriel Pereira;

RS:X Masculino – Brenno Francioli.

Na classe Nacra 17, o Troféu Princesa Sofia vai definir a vaga de titular da Equipe Brasileira de Vela. A dupla que tiver o melhor resultado conquista o posto.

Snipe: Paradeda garante vaga brasileira no Pan-Americano

Depois de três dias de competição iniciada no último domingo (25) e um total de seis regatas nas águas do Guaíba, em Porto Alegre, finalmente foram definidos nesta (terça-feira, 27) os quatro países que terão vagas para os Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019: Brasil, Argentina, Porto Rico e Uruguai. 

Campeão mundial em 2001, doze vezes campeão brasileiro, quatro no Sul-Americano e Medalha de Ouro no Pan-Americano do Rio, em 2007, e Prata em Winnipeg, em 1999, o multicampeão Alexandre Paradeda venceu quatro das seis regatas do campeonato, garantindo ao lado da jovem atleta Ana Júlia Tenório, de 17 anos, a vaga para o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de 2019. 

Xandi e Anna abriram nove pontos de diferença da campeã mundial Feminina Juliana Duque, que correu com Rafael Martins na proa. A vaga para a Argentina foi conquistada por Luciano Pesci e Bárbara Brotons, classificados em terceiro lugar no Sul-Americano. 

A vaga de Porto Rico, foi garantida pelo campeão mundial Raúl Ríos, de 24 anos, e pela sua proeira Sofia Rivera, 7º lugar no Sul-Americano Misto. Raul foi Medalha de Ouro no Pan-Americano de 2015, em Toronto, três vezes campeão norte-americano e campeão nacional nos Estados Unidos em 2013, 2014 e 2015. 

O país vizinho Uruguai, também conquistou a sua vaga com o multicampeão, Ricardo Fabini, classificado no campeonato em 8º lugar ao lado de Florencia Panizari. Fabini foi campeão mundial em 1989, venceu o campeonato do Hemisfério Ocidental de Snipe em 1991, foi campeão sul-americano em três edições e Medalha de Prata no Pan-Americano em 1995. 

O top 5 na categoria Misto foi completado com a dupla argentina Luis Soubie e Brenda Quagliotti, 4º lugar, e Mário Sérgio Júnior, da Escola de Vela de Ilha Bela, em dupla com Amanda Rodrigues, do Clube dos Jangadeiros, em 5º.

“Foi um campeonato bem difícil, longo, de vento forte, uma competição dura. Muita gente lutando pela vaga no Pan-Americano, com quatro campeões do mundo, para se ter uma ideia o cubano, bicampeão Pan-americano e mundial não conseguiu a vaga, para ver o nível de dificuldade do evento. Amanhã (quarta-feira), vou seguir correndo com a Ana até sábado no Sul-americano Aberto. E depois, vamos correr juntos todos os campeonatos dentro do Brasil para pegar entrosamento e ter chance de brigar pela vaga na eliminatória do Pan, em novembro”, diz Alexandre Paradeda. 

Na categoria Master (timoneiros com idade acima de 45 anos, e com o timoneiro e proeiro atingindo o limite mínimo de 80 anos quando somadas as idades) os campeões foram Fernando Kessler e Rolf Peter Nehm, do Clube dos Jangadeiros. 

 

Resultados:

Misto
Master

Da assessoria