America´s Cup: Taça não tem espaço para nome do Team New Zealand

O Emirates Team New Zealand anunciou esta semana que o Protocolo da próxima America´s Cup está quase pronto, ou seja, a Copa está tomando forma. Mas o grande problema com o qual o time tem que lidar agora é a falta de espaço para a gravação das informações da 35ª AC. Isto por que o pessoal do Alinghi usou uma fonte maior do que as outras para gravar as vitórias de 2003 e 2007, ocupando todo o espaço disponível da Auld Mug, nome dado à tradicional taça.

O troféu de 169 anos conta a história da competição e tem gravado em sua base todas as regatas disputadas até hoje na competição mais antiga da história e seus resultados. Duas novas bases em prata foram acrescentadas à taça em 1958 e em 1992, porém o espaço acabou. Continuar lendo “America´s Cup: Taça não tem espaço para nome do Team New Zealand”

Protocolo da America´s Cup deverá ser apresentado até o final de setembro

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O chefe do Team New Zealand Grant Dalton confirmou a um jornal neozelandês que as regras da próxima America´s Cup estão quase prontas e deverão ser divulgadas até o final de setembro. A discussão sobre qual tipo de barco será usado – se mono ou multicascos – segue nas rodinhas de velejadores, porém Dalton sinalizou que deverá voltar um pouco às origens da Copa, um desejo do time neozelandês e do Luna Rossa, desafiante da próxima edição. Dalton também quer focar na regra de nacionalidade dos velejadores e país de origem dos barcos. Continuar lendo “Protocolo da America´s Cup deverá ser apresentado até o final de setembro”

Luna Rossa é o desafiante da 36ª America´s Cup

O Royal New Zealand Yacht Squadron acaba de aceitar o desafio do Circolo dela Vela Sicillia como desafiante da 36ª America´s Cup. O representante italiano será novamente o Luna Rossa, que já contou com Torben Grael e Robert Scheidt na tripulação. As regras serão divulgadas em breve.

XXXVI AMERICA’S CUP. CIRCOLO DELLA VELA SICILIA CHALLENGER OF RECORD WITH LUNA ROSSA

The Royal New Zealand Yacht Squadron accepts the challenge of Circolo della Vela Sicilia, which becomes the Challenger of Record for the XXXVI America’s Cup.

Great Sound of Bermuda, 26th June, 2017.

Press Release.

The Royal New Zealand Yacht Squadron accepts the challenge of Circolo della Vela Sicilia, which becomes the Challenger of Record for the XXXVI America’s Cup.

The Royal New Zealand Yacht Squadron is pleased to announce that it has accepted a challenge from Circolo della Vela Sicilia which was received immediately upon the victory of Emirates Team New Zealand in the last race of the 35th America’s Cup.

As the first challenger, CVS will be the Challenger of Record for the 36th America’s Cup and its representative team will be Luna Rossa Challenge.

The 36th America’s Cup will be open to further challengers from any organized Yacht Club of a foreign country under conditions to be announced in due course.

RNZYS and its representative team, Emirates Team New Zealand, look forward to working with CVS and Luna Rossa Challenge to create an exciting future for the event by combining innovation with the traditional sporting values of the America’s Cup.

By the Commodores.

Steve Mair.

Royal New Zealand Yacht Squadron.

Agostino Randazzo.

Circolo della Vela Sicilia.

 

Emirates Team New Zealand é campeão da America´s Cup

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O placar 7×1, tão emblemático para brasileiros e alemães, também passa a fazer parte da história esportiva de Nova Zelândia e Estados Unidos. Mas não é por causa de futebol e sim, da vela. Nesta segunda-feira, 26 de junho, o Emirates Team New Zealand provou que tem um barco e uma equipe superior e levou para casa a America´s Cup após 14 anos.

 

O time comandado pelo jovem Peter Burling, medalha de ouro na 49er nos Jogos do Rio 2016, precisava de apenas mais uma vitória para recuperar o título. E foi isso que fez na tarde desta segunda-feira nas Bermudas, sede da competição. Aos 26 anos, Burling se tornou o mais novo timoneiro a vencer o troféu mais antigo ainda em disputa no esporte mundial.

“Fizemos o nosso trabalho direitinho hoje. Crescer na Nova Zelândia e ver o Team New Zealand ganhar a Copa e perder a Copa há 14 anos e agora estar aqui nas Bermudas e fazer história é muito bom”, disse Peter Burling, skipper do ETNZ.

“Investir nas pessoas certas e dar a eles responsabilidade foi a chave da vitória. Sabíamos que teríamos que ser diferentes e ter as pessoas que nos fariam ser diferentes”, disse Grant Dalton, CEO do ETNZ.

“Chegamos hoje achando que poderíamos vencer. Colocamos muito esforço na água e em terra e no final do dia vimos que o ETNZ era melhor e só temos que parabeniza-los. Acho que esta foi a melhor edição até agora. Foi tudo muito físico. Ainda não conversamos se vamos continuar a competir na America´s Cup. Aprendemos muito neste ciclo. Olhando para trás vejo que aprendemos muito. Eu gostaria de competir de novo na AC. É um sentimento que não dá para descrever”, disse James Spithill, timoneiro do Oracle Racing.

A trajetória da equipe neozelandesa até a taça foi marcada por inovação, tecnologia, técnica e uma capotada épica. O time optou por usar pedais ao invés de coffee grinders para regular a parte hidráulica do barco e os fóils e até contratou Simon van Velthooven, medalhista de bronze olímpico no ciclismo de pista para ajudar nos pedais. Os neozelandeses também inovaram ao usar um foil com formato diferente, levemente angulado, o que faz com que eles sejam o único time a ficar 100% fora d’água durante toda a regata.

Durante as disputas pela vaga na America´s Cup, os Kiwis passaram para a fase semi-final na segunda posição, perdendo apenas para o Oracle Racing (por isso o ETNZ começou a AC com -1 ponto). Na semi-final, eles optaram por velejar contra os ingleses do Land Rover BAR e garantiram a vaga na final após cinco vitórias e uma capotada épica em um dia com mais de 25 nós de vento. Na final, venceram o Artemis Racing por cinco a dois, repetindo o duelo contra os americanos pela terceira vez (a primeira foi entre o Star& Stripes, dos EUA, e o KZ1 em 1988, e a segunda em 2013, quando os Kiwiis ainda eram comandados por Dean Barker e sofreram a maior reviravolta da história da competição ao verem os americanos transformarem um 8×0 em 8×9 na disputa mais longa até hoje).

Diferente do que muitos pensam, a America´s Cup não tem uma periodicidade e só será disputada novamente quando algum time desafiar o ETNZ, defensor do título. Torcemos para os barcos voltem a ser monocascos, para que a disputa do real match race possa voltar às águas neozelandesas, como foi em 2000 e em 2003 com as disputas entre a Nova Zelândia e a Itália (5×0 para o NZ contra o Luna Rossa, que contou com o reforço de Torben Grael) e Nova Zelândia e Suíça (0x5 para o Alinghi) respectivamente.

Atualizado às 16h50

America´s Cup: Match Point para o Emirates Team New Zealand

Depois de cinco dias de descanso (leia-se muito trabalho nos barcos!), Oracle Racing e Emirates Team New Zealand voltaram para as águas de Bermuda, no Caribe, para a disputa de mais quatro matches da America’s Cup. E mais uma vez os kiwis mostraram que não estão para brincadeira e que querem – e muito! – levar a taça de volta para a Nova Zelândia.

Na primeira regata de sábado, o Oracle, de James Spithill, foi penalizado duas vezes e não conseguiu se recuperar, vendo o ETNZ, de Peter Burling, chegar cada vez mais perto da taça. Na segunda regata, depois de muitas trocas de liderança, finalmente o Oracle conseguiu sua primeira vitória. No domingo o ETNZ venceu mais duas vezes e agora está a um pontinho de conquistar o título (apesar de já ter vencido sete regatas, como o Oracle venceu a primeira fase classificatória, o ETNZ começou a AC com um ponto a menos).

Duas regatas estão programadas para esta segunda-feira. Lembrando que, como diz o ditado, a regata só acaba quando termina e o próprio Oracle já conseguiu reverter a mesma diferença de pontos para levar a taça para casa contra o mesmo ETNZ.

Emirates Team New Zealand está a quatro vitórias de vencer America´s Cup

O Emirates Team New Zealand começou a disputa pela America´s Cup mostrando que não está para brincadeira e que quer levar a taça de volta para a terra dos Kiwis. O time comandado por Peter Burling venceu quatro das quatro regatas disputadas até agora contra o Oracle Team USA, grande favorito da competição e atual detentor do título. Ganha aquele que fizer sete pontos primeiro.

O time de James Spithill começou com um ponto de vantagem por ter vencido a fase classificatória e por isso, na tabela, o ETNZ soma apenas 3 pontos. Os dois times terão agora cinco dias de pausa até recomeçarem as regatas.

“Estes serão os cinco dias mais importantes desta campanha da America´s Cup. Acho que conseguimos melhorar de sábado, mas está claro que temos que temos que conseguir achar a velocidade em algum lugar, isso não é segredo. Se fossemos forçados a velejar um dia após o outro, estaríamos encrencados. Esta pausa será uma grande oportunidade para seguirmos em frente. Tudo vai ser colocado na mesa, nada fora dos limites, e nos próximos cinco dias nosso incrível time de terra vai olhar todos os aspectos do nosso barco. Nada vai escapar dos nossos olhos. Garanto isso”, disse Spithill.

Apesar de estar com uma boa vantagem, o ETNZ sabe que na America´s Cup tudo é possível. Na última edição, em 2013, o time vencia por 8 a 1, quando viu o Oracle vencer regata após regata e virar o jogo para levar a taça para casa por 9 a 8 na competição disputada em São Francisco, nos EUA. A 34ª edição foi a mais longa em termos de dias de regatas e regatas em si. Desde a 25ª edição a decisão não ficava para a última regata como foi o caso em São Francisco, nos EUA.

As regatas da 35ª America´s Cup voltam no próximo final de semana.

 

America´s Cup terá ETNZ contra Oracle Team USA pela terceira vez consecutiva

Pela terceira vez consecutiva a America´s Cup vai ser disputada entre o Golden Gate Iate Clube (EUA) e o Royal New Zealand Yacht Squadron (NZL). A vaga na disputa pela tão sonhada taça foi conquistada pelo ETNZ, comandado por Peter Burling, nesta segunda-feira nas Bermudas, sede da 35ª edição da competição após vencer o único match do dia contra o Artemis Racing. Burling agora se prepara para enfrentar o Oracle Team USA, de James Spithill, a partir do dia 17 de junho.

 

 

Emirates Team New Zealand está a uma vitória de disputar mais uma America´s Cup

O final de semana foi super agitado para os velejadores que estão na disputa pela vaga da America´s Cup. Começando pela disputa da semi-final dos playoffs que garantiram a vaga do Artemis na final.

O time de Nathan Outteridge venceu o experiente Dean Barker, comandante do SoftBank Team Japan, de virada, por 5 a 3. O Artemis chegou na raia na sexta-feira com uma vitória e três derrotas, porém, conseguiu somar quatro vitórias consecutivas, virando o jogo e garantindo a vaga na disputa contra o ETNZ na final sem que a nona regata da série fosse necessária.

Já no sábado e no domingo foram disputadas as primeiras regatas da fase final entre o Artemis e o Emirates Team New Zealand. Também em uma melhor de cinco (com nove regatas possíveis), o ETNZ venceu quatro até agora e perdeu duas. Mais uma vitória e o campeão olímpico de 49er na Rio 2016 Peter Burling garante a vaga na America´s Cup.

 

Land Rover BAR está fora da briga pela America’s Cup

O sonho de disputar a America´s Cup acabou para o Land Rover BAR. O time comandado por Sir Ben Ainslie perdeu cinco dos nove matches programados para a semi-final e acabou voltando mais cedo para casa. Com isso o Emirates Team New Zealand é o primeiro time a garantir a vaga na final.

Na outra semi-final, a disputa segue acirrada entre o Artemis Racing, que tem quatro vitórias, e o SoftBank Team Japan, que tem três. Dois matches estão marcados para esta sexta. Quem fizer cinco pontos primeiro leva a vaga.

 

Muito vento adia semi-final da America´s Cup

O vento das Bermudas não está querendo mesmo colaborar com a America´s Cup. Nesta quarta-feira ele aumentou ainda mais, passando do limite de 24 nós, obrigando a organização a adiar as regatas do dia. Com isso a previsão é de que nesta quinta-feira sejam realizados os seis matches do dia, mais os quatro em atraso.

A decisão de adiar as regatas se deu após o ETNZ capotar na terça-feira. Quando questionado por jornalistas, Ian Murray, race director da competição, afirmou que no momento do incidente o vento estava firme na casa dos 21 nós e que não passou dos 24 acordados por todas as equipes como limite.

Após dois dias de disputas da semi-final, o Emirates Team New Zealand e o SoftBank Team Japan lideram suas chaves com três vitórias e uma derrota cada. Land Rover BAR e Artemis Racing ainda têm chances, uma vez que até nove matches serão disputados.