ETNZ divulga barco da próxima America´s Cup

O Emirates Team New Zealand e o Luna Rossa (defensor e desafiante) revelaram nesta segunda-feira o desenho do barco que será usado na próxima America´s Cup. Um monocasco com foils de alta performance, que permitirá novamente a disputa do Match Race como ele é, além de, é claro, prezar pela segurança, já que o barco se desvira sozinho no caso de uma capotagem. Nestes quatro meses de pesquisa e desenvolvimento de projeto, os designers criaram fóils em formato de T se movem e dão estabilidade quando velejando em baixa velocidade. O fóil de sotavento está sempre dentro d’água, permitindo que o barco levante, reduzindo o arrasto. Nas manobras, os dois podem estar abaixados, dando mais controle ao barco.

 

NYYC confirma desafio na America´s Cup

Hap Terry DF Rolex

Após 15 anos longe das grandes competições, o New York Yacht Club vai novamente participar da competição como desafiante. O time representado pela Bella Mente Quantum Racing Association terá no comando os velejadores ohn J. “Hap” Fauth e Doug DeVos.

Fauth está acostumado a vitórias e tem no currículo, dentre outros títulos, o tri mundial de Maxi 72 a bordo do Bella Mente. DeVoss não fica atrás com excelentes campanhas no 52 Super Series em parceria com o Quantum Program, vencendo os campeonatos de 2008, 2011, 2013, 2014 e 2016.

Neozelandeses e italianos revelam o Protocolo da America´s Cup

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Patrizio Bertelli, do Luna Rossa. Foto: Getty Images

A próxima America´s Cup já tem um barco! Conforme anunciaram nesta quinta-feira os defensores do Team New Zealand e os desafiantes do Luna Rossa, serão usados monocascos de 75 pés, mas os detalhes só saberemos em março de 2018.

Também haverá uma mudança no patrocinador, saindo a francesa Louis Vuitton e entrando a italiana Prada, que também apoia o time desafiante. A disputa entre os outros desafiantes passará a se chamar Prada Cup. A ideia é que a competição seja disputada em janeiro e fevereiro de 2021 e a America´s Cup em si, em março do mesmo ano. As datas e local serão divulgados em breve. Haverá regatas preliminares em 2019 e 2020 nos AC75, culminando na Christmas Regatta, em dezembro de 2020 para todos os participantes. Continuar lendo “Neozelandeses e italianos revelam o Protocolo da America´s Cup”

America´s Cup tem disputa fashion, diz imprensa italiana

Emirates Team New Zealand sail their America's Cup Class race boat for the second day in Auckland New Zealand

O protocolo da próxima America´s Cup deverá ser divulgado na próxima semana, mas muito já tem sido especulado pela mídia internacional. Esta semana o dilema cai para o lado da moda. Um site italiano informou que a Prada, patrocinadora do Luna Rossa, desafiante da competição, será o novo patrocinador Master, entrando no lugar da Louis Vuitton, marca que há algumas edições dá nome à competição que antecede a disputa pelo troféu mais antigo do mundo.

Outra novidade é que as bicicletas estarão proibidas. A nova tecnologia foi usada pelo time neozelandês no lugar dos grinders e, segundo dizem, foi a responsável pela vitória da equipe comandada por Grant Dalton.

O livro de regras completo será publicado dia 30 de novembro.

America´s Cup vai ser disputada em monocascos com fóils

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O Royal New Zealand Yacht Squadron e o Circolo dela Vela Sicillia, defensor e desafiante da próxima America´s Cup, estão pouco a pouco dando pistas de como será a próxima competição. A novidade esta semana é que os barcos deverão ser monocascos novamente, porém, com fóils. Um time de designers liderados pela equipe neozelandesa já está trabalhando em um projeto de um barco rápido, que permita a disputa do match race e que exija bastante da tripulação.

É bem possível que a competição seja realizada em Auckland, na Nova Zelândia, no verão de 2021.

Algumas regras também já foram divulgadas, como a de diminuir (ou impedir impedir) a quantidade de estrangeiros nas equipes e também a construção do barco no país que ele representa.

 

America´s Cup: Taça não tem espaço para nome do Team New Zealand

O Emirates Team New Zealand anunciou esta semana que o Protocolo da próxima America´s Cup está quase pronto, ou seja, a Copa está tomando forma. Mas o grande problema com o qual o time tem que lidar agora é a falta de espaço para a gravação das informações da 35ª AC. Isto por que o pessoal do Alinghi usou uma fonte maior do que as outras para gravar as vitórias de 2003 e 2007, ocupando todo o espaço disponível da Auld Mug, nome dado à tradicional taça.

O troféu de 169 anos conta a história da competição e tem gravado em sua base todas as regatas disputadas até hoje na competição mais antiga da história e seus resultados. Duas novas bases em prata foram acrescentadas à taça em 1958 e em 1992, porém o espaço acabou. Continuar lendo “America´s Cup: Taça não tem espaço para nome do Team New Zealand”

Protocolo da America´s Cup deverá ser apresentado até o final de setembro

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O chefe do Team New Zealand Grant Dalton confirmou a um jornal neozelandês que as regras da próxima America´s Cup estão quase prontas e deverão ser divulgadas até o final de setembro. A discussão sobre qual tipo de barco será usado – se mono ou multicascos – segue nas rodinhas de velejadores, porém Dalton sinalizou que deverá voltar um pouco às origens da Copa, um desejo do time neozelandês e do Luna Rossa, desafiante da próxima edição. Dalton também quer focar na regra de nacionalidade dos velejadores e país de origem dos barcos. Continuar lendo “Protocolo da America´s Cup deverá ser apresentado até o final de setembro”

Luna Rossa é o desafiante da 36ª America´s Cup

O Royal New Zealand Yacht Squadron acaba de aceitar o desafio do Circolo dela Vela Sicillia como desafiante da 36ª America´s Cup. O representante italiano será novamente o Luna Rossa, que já contou com Torben Grael e Robert Scheidt na tripulação. As regras serão divulgadas em breve.

XXXVI AMERICA’S CUP. CIRCOLO DELLA VELA SICILIA CHALLENGER OF RECORD WITH LUNA ROSSA

The Royal New Zealand Yacht Squadron accepts the challenge of Circolo della Vela Sicilia, which becomes the Challenger of Record for the XXXVI America’s Cup.

Great Sound of Bermuda, 26th June, 2017.

Press Release.

The Royal New Zealand Yacht Squadron accepts the challenge of Circolo della Vela Sicilia, which becomes the Challenger of Record for the XXXVI America’s Cup.

The Royal New Zealand Yacht Squadron is pleased to announce that it has accepted a challenge from Circolo della Vela Sicilia which was received immediately upon the victory of Emirates Team New Zealand in the last race of the 35th America’s Cup.

As the first challenger, CVS will be the Challenger of Record for the 36th America’s Cup and its representative team will be Luna Rossa Challenge.

The 36th America’s Cup will be open to further challengers from any organized Yacht Club of a foreign country under conditions to be announced in due course.

RNZYS and its representative team, Emirates Team New Zealand, look forward to working with CVS and Luna Rossa Challenge to create an exciting future for the event by combining innovation with the traditional sporting values of the America’s Cup.

By the Commodores.

Steve Mair.

Royal New Zealand Yacht Squadron.

Agostino Randazzo.

Circolo della Vela Sicilia.

 

Emirates Team New Zealand é campeão da America´s Cup

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O placar 7×1, tão emblemático para brasileiros e alemães, também passa a fazer parte da história esportiva de Nova Zelândia e Estados Unidos. Mas não é por causa de futebol e sim, da vela. Nesta segunda-feira, 26 de junho, o Emirates Team New Zealand provou que tem um barco e uma equipe superior e levou para casa a America´s Cup após 14 anos.

 

O time comandado pelo jovem Peter Burling, medalha de ouro na 49er nos Jogos do Rio 2016, precisava de apenas mais uma vitória para recuperar o título. E foi isso que fez na tarde desta segunda-feira nas Bermudas, sede da competição. Aos 26 anos, Burling se tornou o mais novo timoneiro a vencer o troféu mais antigo ainda em disputa no esporte mundial.

“Fizemos o nosso trabalho direitinho hoje. Crescer na Nova Zelândia e ver o Team New Zealand ganhar a Copa e perder a Copa há 14 anos e agora estar aqui nas Bermudas e fazer história é muito bom”, disse Peter Burling, skipper do ETNZ.

“Investir nas pessoas certas e dar a eles responsabilidade foi a chave da vitória. Sabíamos que teríamos que ser diferentes e ter as pessoas que nos fariam ser diferentes”, disse Grant Dalton, CEO do ETNZ.

“Chegamos hoje achando que poderíamos vencer. Colocamos muito esforço na água e em terra e no final do dia vimos que o ETNZ era melhor e só temos que parabeniza-los. Acho que esta foi a melhor edição até agora. Foi tudo muito físico. Ainda não conversamos se vamos continuar a competir na America´s Cup. Aprendemos muito neste ciclo. Olhando para trás vejo que aprendemos muito. Eu gostaria de competir de novo na AC. É um sentimento que não dá para descrever”, disse James Spithill, timoneiro do Oracle Racing.

A trajetória da equipe neozelandesa até a taça foi marcada por inovação, tecnologia, técnica e uma capotada épica. O time optou por usar pedais ao invés de coffee grinders para regular a parte hidráulica do barco e os fóils e até contratou Simon van Velthooven, medalhista de bronze olímpico no ciclismo de pista para ajudar nos pedais. Os neozelandeses também inovaram ao usar um foil com formato diferente, levemente angulado, o que faz com que eles sejam o único time a ficar 100% fora d’água durante toda a regata.

Durante as disputas pela vaga na America´s Cup, os Kiwis passaram para a fase semi-final na segunda posição, perdendo apenas para o Oracle Racing (por isso o ETNZ começou a AC com -1 ponto). Na semi-final, eles optaram por velejar contra os ingleses do Land Rover BAR e garantiram a vaga na final após cinco vitórias e uma capotada épica em um dia com mais de 25 nós de vento. Na final, venceram o Artemis Racing por cinco a dois, repetindo o duelo contra os americanos pela terceira vez (a primeira foi entre o Star& Stripes, dos EUA, e o KZ1 em 1988, e a segunda em 2013, quando os Kiwiis ainda eram comandados por Dean Barker e sofreram a maior reviravolta da história da competição ao verem os americanos transformarem um 8×0 em 8×9 na disputa mais longa até hoje).

Diferente do que muitos pensam, a America´s Cup não tem uma periodicidade e só será disputada novamente quando algum time desafiar o ETNZ, defensor do título. Torcemos para os barcos voltem a ser monocascos, para que a disputa do real match race possa voltar às águas neozelandesas, como foi em 2000 e em 2003 com as disputas entre a Nova Zelândia e a Itália (5×0 para o NZ contra o Luna Rossa, que contou com o reforço de Torben Grael) e Nova Zelândia e Suíça (0x5 para o Alinghi) respectivamente.

Atualizado às 16h50

America´s Cup: Match Point para o Emirates Team New Zealand

Depois de cinco dias de descanso (leia-se muito trabalho nos barcos!), Oracle Racing e Emirates Team New Zealand voltaram para as águas de Bermuda, no Caribe, para a disputa de mais quatro matches da America’s Cup. E mais uma vez os kiwis mostraram que não estão para brincadeira e que querem – e muito! – levar a taça de volta para a Nova Zelândia.

Na primeira regata de sábado, o Oracle, de James Spithill, foi penalizado duas vezes e não conseguiu se recuperar, vendo o ETNZ, de Peter Burling, chegar cada vez mais perto da taça. Na segunda regata, depois de muitas trocas de liderança, finalmente o Oracle conseguiu sua primeira vitória. No domingo o ETNZ venceu mais duas vezes e agora está a um pontinho de conquistar o título (apesar de já ter vencido sete regatas, como o Oracle venceu a primeira fase classificatória, o ETNZ começou a AC com um ponto a menos).

Duas regatas estão programadas para esta segunda-feira. Lembrando que, como diz o ditado, a regata só acaba quando termina e o próprio Oracle já conseguiu reverter a mesma diferença de pontos para levar a taça para casa contra o mesmo ETNZ.