Campeonato Brasileiro da Classe Laser começa na Capital Paulista

Disputa terá como sede o Yacht Clube de Santo Amaro, o YCSA
Disputa terá como sede o Yacht Clube de Santo Amaro, o YCSA

O ano de 2017 começou, oficialmente, para a classe Laser com a abertura do Campeonato Brasileiro, que tem como sede o Yacht Clube de Santo Amaro, o YCSA, clube que revelou Robert Scheidt. A competição começa amanhã com a cerimônia e a regata de abertura para os atletas da Laser Radial. Cerca de 150 velejadores já confirmaram a participação na competição que conta com atletas da Laser Radial, 4.7 e Standard.  

A flotilha paulista conta com grandes velejadores como Carlos Eduardo Wanderley, bi-campeão mundial máster de Laser Standard em 2016; Martin Lowy, campeão brasileiro de 4.7 em 2014 e de Radial em 2016 e campeão mundial da juventude em 2011; Manfred Kauffmann, representante brasileiro nas Olimpíadas de 1980 na classe Flying Dutchman e medalha de prata no Pan de 1979 na classe Soling e Maria Hackerott, medalha de bronze no Pan de 2015 na classe Lighting. Novas promessas da classe também estarão na raia, é o caso de Tiago Monteiro, de 15 anos, tetracampeão do Norte-Nordeste e campeão brasileiro da Optimist de 2016. 

Os velejadores de fora de São Paulo começaram a chegar no YCSA, que recebe a competição pela primeira vez, neste fim de semana e já lotaram o alojamento do clube. Os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Distrito Federal, Bahia e Pernambuco têm representantes lutando pelo título brasileiro. O Cabanga Iate Clube, de Pernambuco, enviou quatro velejadores, entre eles, Edvaldo Barbosa, o Vavá. Do alto de seus 73 anos, Vavá compete na categoria Great Gran Master da Laser Radial e Laser 4.7. Oriundo das classes oceânicas, o velejador conta com o apoio dos atletas mais jovens da equipe pernambucana para continuar conquistados bons resultados na classe. “Eu velejo de Laser desde 2005 e não tenho planos para parar. Já corri alguns campeonatos aqui na represa e espero ter bons resultados neste brasileiro“, comenta o atleta. 

O 43º Campeonato Brasileiro da Classe Laser é organizado pelo Yacht Club Santo Amaro e pela Classe Laser SP, tem a chancela da CBVela e da Fevesp e conta com o apoio da Vcat, Notícias Náuticas e Sailstation 

 

Programação do 43º Brasileiro de Laser: 

Laser Radial: 

09/01 e 10/01 – Confirmação de inscrição / credenciamento / medição. 

11/01 a 15/01 – REGATAS 

Laser Standard e 4.7: 

16/01 – Confirmação de inscrição / credenciamento / medição. 

17/01 a 21/01 – REGATAS 

 

Site oficial: http://bit.ly/bralaser  

  

Sobre o Yacht Club Santo Amaro: 

O YCSA, como é conhecido o Yacht Club Santo Amaro, foi fundado em 1930 às margens da Guarapiranga por velejadores alemães. Ao longo destes mais de 80 anos de história, revelou grandes nomes do iatismo nacional, como Robert Scheidt, Alex Welter, Cláudio Biekarck, Reinaldo Conrad, Peter FickerGunar Ficker e Marcelo Batista. No seu quadro de medalhas estão diversos títulos mundiais, pan-americanos, sul-americanos e, claro olímpicos.

Um dia para ser lembrado: Brasil é ouro na 49erFX com Martine Grael e Kahena Kunze

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Prata e bronze que nos perdoem, mas o Brasil é ouro na 49erFX. A conquista, que só veio na última perna da medal race, tirou o grito entalado, dos quartos lugares de Robert Scheidt e Jorginho Zarif, da garganta dos torcedores e um sonoro “É campeão!” foi ouvido por toda a praia do Flamengo. As donas do feito foram Martine Grael e Kahena Kunze velejadoras da 49erFX campeãs mundiais da classe em 2014. A dupla estava em briga direta pelo ouro com as neozelandesas Alexandra Maloney e Molly Meech (prata) após erros que tiraram as espanholas da corrida pelo ouro.

A medal race entregou o que prometeu, emoção. As brasileiras foram melhores, Martine mostrou que herdou a frieza de decisões de Torben e decidiu marcar as neozelandesas na perna final após uma aposta arriscada na perna anterior pelo lado oposto da raia. Martine e Kahena correram com tática e venceram a regata com louvor. Foi um ouro digno dos grandes campeões e as meninas de 25 anos ainda marcaram o nome da história olímpica brasileira com a primeira medalha de ouro da vela feminina.

As dinamarquesas Jena Hansen e Katja Salskov-Iversen ficaram com o bronze da classe.

Na 49er, que também correu sua medal race hoje, Peter Burling e Blair Tuke, da Nova Zelândia, venceram a medal race mesmo com o ouro garantido, os australianos Nathan Outteridge e Iain Jensen, ficaram com a prata, e os alemães Erik Heil e Thomas Ploessel, com o bronze.

18/08/2016, o último dia da vela na Rio 2016, é um dia para ser lembrado para sempre!

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Fotos World Sailing

Conheça os medalhistas da 470 Masculina e Feminina da Rio 2016

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As classes 470 Feminina e Masculina fizeram suas medal races hoje após o adiamento de ontem por falta de ventos. As mulheres foram para a água primeiro e as favoritas Hannah Mills e Saskia Clark, da Grã-Bretanha, confirmaram o ouro. As neozelandesas Jo Aleh e Polly Powrie ficaram com a prata e as francesas Camille Lecointre e Hélène de France com o bronze. A dupla brasileira Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan fechou a participação na Rio 2016 com o 8º lugar geral.

Na 470 masculina, os croatas Sime Fantela e Igor Marenic garantiu a segunda medalha olímpica da história da vela da Croácia com o ouro. Mathew Belcher e Will Ryan, da Austrália garantiram a prata e Panagiotis Mantis e Pavlos Kagialis, da Grécia, foram os medalhistas de bronze.

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Fotos World Sailing

49er e 49erFx fecham Rio 2016 com medal races que prometem muita emoção

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Quatro equipes e três medalhas, essa conta não fecha, mas é assim que vai começar a medal race da classe 49erFX. Quatro duplas têm chances reais de levar o ouro da classe estreante: Tamara Echegoyen e Berta Betanzos (Espanha), Jena Hansen e Katja Steen Salskov-Iversen (Dinamarca), Alex Maloney e Molly Meech (Nova Zelândia) e as brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze entrarão na raia hoje para vencer esta medal race. Com a regata marcada para começar às 15h20, a previsão é de vento sul soprando entre 10 e 11 nós e corações batendo a mais de 100 por minuto.

Na classe masculina 49er, a medalha de ouro já está garantida para os imbatíveis neozelandeses Peter Burling e Blair Tuke. As outras medalhas ainda estarão em disputa e os alemães Erik Heil e Thomas Ploessel estão apenas três pontos à frente dos australianos Nathan Outteridge e Ian Jensen, atuais campeões olímpicos da classe.

Com velocidade e muita emoção na raia, a classe promete encerrar a vela da Rio 2016 em grande estilo.

Foto World Sailing

Disputa adiada: 470, Feminina e Masculina, ainda terão disputa final da Rio 2016

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A falta de ventos impediu a realização das Medal Races da classe 470, Masculino e Feminino, ontem e Fernanda Oliveira e Ana Barbachan estarão na raia hoje para a disputa final da Rio 2016. A dupla não tem mais chance de medalha, mas espera fazer uma boa medal race para fechar o ciclo com resultado melhor do que o 8º lugar que elas ocupam na classificação geral. A classe já tem a medalha de ouro definida com as britânicas Hannah Mills e Saskia Clark no lugar mais alto do pódio. Seis duplas estarão na disputa das medalhas de prata e bronze: Nova Zelândia, Eslovênia, Estados Unidos, França, Japão e Holanda.

Na 470 masculina nada definido. Croácia, Grécia, Austrália, Estados Unidos, Suécia, Grã-Bretanha, Áustria, França, Nova Zelândia e Suíça estarão na água hoje em busca de uma medalha.

Foto World Sailing

Nacra 17 não dá medalhas ao Brasil, mas arranca lágrimas com pódio argentino

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Na vela, diferentemente de outros esportes, a rivalidade com a Argentina é sempre deixada de lado, ainda mais quando o argentino no barco é o simpático Santiago Lange, velho conhecido dessas águas de cá. Com 54 anos, Lange chegou aos Jogos do Rio 2016 sem muitas chances de medalha, mas com muitas vitórias, na carreira e na vida.

Santiago só resolveu disputar este ciclo olímpico na Nacra 17 para ficar mais perto dos filhos Yago (28 anos) e Klaus (21 anos) velejadores da classe 49er. Com Cecilia Carranza, de 29 anos, Lange conquistou a vaga olímpica, mas um câncer de pulmão quase o tirou da disputa. Com a doença superada e um só pulmão, Santiago começou a competição com resultados irregulares, fazendo 11º, 2º e 13º lugares no primeiro dia de provas. No segundo dia, mais resultados inconsistentes, 13º, 2º e 12º lugares. Mas, a partir do terceiro dia de regatas, os bons resultados começaram a ficar mais constantes e Lange e Carranza se firmaram nas primeiras colocações chegando à medal race na terceira colocação com chances reais de medalhas. Lange e Carranza velejaram com garra e mesmo chegando na 6ª colocação na regata final, eles garantiram o ouro, deixando para trás as duplas da Austrália e Itália, que terminaram a fase de classificação na frente.

Lange que é dono de duas medalhas de bronze conquistadas na classe Tornado em Atenas-2004 e Pequim-2008 e representou a Argentina em cinco edições de Jogos.

Sem dúvidas foi o pódio mais emocionante da vela. O hino nacional da Argentina arrancou lágrimas de Santiago e do público que aplaudiu muito o velejador. Lágrimas que também rolaram ainda dentro d’água quando os filhos de Lange pularam na água para abraçar o pai e Cecilia logo após a medal race. Foi emocionante e inspirador.

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Pódio: Jason Waterhouse e Lisa Darmanin, da Austrália ficaram com a prata da classe Nacra e Thomas Zajac e Tanja Frank, da Áustria, com o bronze. Os brasileiros Samuel Albrecht e Isabel Swan terminaram na 10ª posição geral.

Fotos World Sailing

 

Jorge Zarif, da classe Finn, faz bela medal race e fecha Rio 2016 no 4º lugar

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O jovem Jorge Zarif, velejador brasileiro da classe Finn, terminou a medal race de ontem, realizada na raia do Pão de Açúcar, na terceira posição e ficou em 4º no geral, a 11 pontos da medalha de bronze. O resultado não era o esperado por Jorginho que sonhava em conquistar uma medalha olímpica em águas brasileiras, mas mesmo assim não deixa de ser uma grande vitória. Jorginho participou dos Jogos de Londres-2012 e saiu de lá sem ao menos disputar a medal race, no 20º lugar geral. Com apenas 19 anos, Jorginho estava com o joelho lesionado e sem apoio para a campanha olímpica. Saiu daqueles Jogos determinado a ser grande em sua classe, a mesma em que seu pai defendeu o país em duas Olimpíadas (Los Angeles-1984 e Seul-1988). Durante os últimos quatro anos Jorginho se dedicou inteiramente à vela e foi campeão mundial júnior e campeão mundial, sendo o atleta mais jovem a conquistar o título. Ele soube aproveitar como ninguém o incentivo que o esporte recebeu nesse ciclo olímpico que antecedeu os Jogos do Rio. Ontem Jorginho não escondeu a decepção do 4º lugar, mas saiu da água já pensando em Tóquio 2020.

A Finn, conhecida como a classe dos gigantes por exigir do atleta peso perto dos 100 kg e altura de mais de 1,80 m, é dominada por atletas mais velhos — Giles Scott, atual campeão olímpico, tem 29 anos. Jorginho ainda tem 23 anos e muitas chances de figurar entre os maiores atletas da classe. Ben Ainslie, dono de três ouros na classe, conquistou a primeira medalha olímpica na Finn aos 27 anos — antes ele velejava de Laser e conquistou uma prata e um ouro. 27 anos será a idade de Jorginho nos Jogos de Tóquio-2020, portanto, se a CBVela e os patrocinadores continuarem investindo em nossos atletas, temos grandes chances nas próximas Olimpíadas.

Giles Scott, da Grã-Bretanha, garantiu o ouro antes mesmo da medal race. Com 29 anos, ele precisou esperar Ben Ainslie se aposentar para, finalmente, brilhar na classe. Com anos de treinamento ao lado da lenda da classe, Giles não decepcionou e garantiu a hegemonia da Grã-Bretanha na classe. Mesmo dominando as regatas, Giles parecia incrédulo com o título antecipado. O americano Caleb Paine também comemorou muito o bronze da classe, a prata ficou com o esloveno Vasilij Zbogar.

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Fotos World Sailing

Scheidt vence medal race e termina Rio 2016 em quarto lugar

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Robert Scheidt venceu a medal race da classe Laser nesta terça-feira (16) e terminou na quarta colocação na Rio 2016. Apesar de fazer a sua parte em uma grande apresentação, a combinação de resultados necessária para a conquista da sexta medalha olímpica não ocorreu. Isso porque o neozelandês Sam Meech, com quem disputava um lugar no pódio, terminou em quarto lugar. Para conquistar a medalha de bronze, o bicampeão olímpico precisaria que ele ficasse em sexto na prova, além de chegar à frente do francês Jean Bernaz e do britânico Nick Thompson. O ouro ficou com o australiano Tom Burton e a prata com o croata Tonci Stipanovic.

“Foi um dia de sensações bem diversas. Vamos começar pelo lado positivo, ganhei a medal race em um dia maravilhoso, com a energia dessa torcida toda. Foi minha última regata olímpica na Laser e terminar com vitória é muito especial. Por outro lado, não cheguei ao meu objetivo final, que era a medalha olímpica. Sabia que eu ainda tinha uma chance pequena, lutei com todas as armas, quase deu, mas o neozelandês teve muito sangue frio para segurar a posição. Fiz o que deu para fazer e a verdade é que tive uma semana de altos e baixos e eles foram um pouco mais consistentes. Não foi uma semana ruim. Mas vendo pelo lado positivo, o reconhecimento da torcida foi demais. Estou um pouco triste e nas próximas semanas vou melhorar, analisar tudo com calma e pensar no futuro”, disse Scheidt, que é patrocinado pelo Banco do Brasil, Rolex, Deloitte e Audi, com os apoios de COB e CBVela.

Scheidt assumiu à liderança logo no início da medal race, mas o neozelandês também fez uma boa prova. Perdeu a terceira posição nos momentos finais da regata, mas foi o suficiente para garantir o bronze. O bicampeão olímpico confessou que, apesar da vitória de ponta a ponta, ficou o tempo todo olhando para trás. “Minha preocupação era o que fazer para conquistar a medalha e vencer apenas não bastava. Até pensei em frear um pouco o barco para tentar criar uma situação que gerasse alguma punição para o neozelandês, mas o francês me passaria e não adiantaria nada. A verdade é que muita gente duvidava que eu poderia ser competitivo aos 43 anos e eu provei o contrário”, acrescentou.

Robert revelou ter se superado para a medal race. “Superei a tristeza do sábado, quando entrei na água a três pontos do ouro e tive um dia ruim, terminando a dez do bronze. Mas entrei de alma lavada na regata da medalha, preparado para velejar bem em minha última regata olímpica na Laser”, completou o maior medalhista olímpico da história do Brasil. Sobre o futuro, ele ainda quer dar tempo ao tempo. “Vou analisar tudo com calma. Está na hora de surgir uma nova geração para dar continuidade ao legado do Brasil na Laser. Sobre competir em outra classe, ainda não sei”.

Gintare termina em sétimo – A lituana Gintare Scheidt, esposa de Robert e uma das favoritas ao ouro na Laser Radial, completou a medal race em 4º lugar nesta terça-feira e encerrou sua participação na Rio 2016 com a 7º posição na classificação geral.

Classificação final
1) Tom Burton(AUS) – 73 pontos perdidos
2) Tonci Stipanovic (CRO) – 75pp
3) Sam Meech (NZL) – 85pp
4) Robert Scheidt (BRA) – 89pp
5) Jean Baptiste Bernaz (FRA) – 90pp
6) Nick Thompson (GBR) – 103pp
7) Pavlos Kontides (CYP) – 104pp
8) Juan Ignacio Maegli (GUA) – 117pp
9) Rutger Van Schaardenburg (HOL) – 118pp
10) Julio Alsogaray (ARG) – 129pp

Informações Assessoria de Imprensa / Foto World Sailing

Dia decisivo: Laser, Finn e Nacra 17 disputam medal races hoje na Rio 2016

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As classes Laser Standart e Radial, Finn e Nacra 17 terão um dia emocionante hoje, a disputa das medal races – regatas finais – da Rio 2016. O Brasil não terá representante somente na Laser Radial, mas a torcida dos brasileiros deve ficar com a lituana Gintare Scheidt, esposa de Robert Scheidt, que está na briga pela medalha de bronze da classe, mesma situação do marido que corre na Laser Standart e precisa de um ótimo resultado para conquistar sua sexta medalha olímpica. Scheidt já adiantou que vai lutar pela vitória e a disputa promete emoções fortes.

Nas medal races da Finn e Nacra 17 a medalha para o Brasil ficou muito distante. Os brasileiros devem entrar na raia para garantir uma boa colocação na final olímpica e iniciar o ciclo para Tóquio 2020 com o pé direito. Vale ressaltar que Jorginho Zarif, da Finn, e a dupla Samuel Albrecht e Isabel Swan, da Nacra 17, fizeram ótimas regatas e chegaram à final, resultado que já merece exaltação para os velejadores.

As medal races estão marcadas para às 13h05.

Foto World Sailing

 

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, da 470, lutam por regularidade na Rio 2016

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Hoje (16) serão realizadas as últimas três regatas da fase classificatória da classe na Rio 2016. As representantes brasileiras, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan irão para raia em busca de bons resultados para melhorar a colocação na classificação geral que no momento é um 10º lugar e poucas chances de medalhas. A dupla fez um ótimo ciclo olímpico, mas não está conseguindo manter os bons resultados do começo da série. Nas últimas regatas elas tiveram um 21º e um 9º lugar e terão que computar um 10º e um 13º lugar na pontuação geral. Ontem a classe não correu nenhuma regata por falta de vento no começo do dia e excesso de vento no fim do dia. Grã-Bretanha, Estados Unidos e Áustria lideram a classe.

Na Masculina, Henrique Haddad e Bruno Bethlem estão na 24ª colocação. Croácia, Austrália e Grécia lideram a classe.

As regatas da 470 estão programadas para às 13h05 e a medal race da classe será amanhã.

Foto World Sailing