Regata JL Marina Bracuhy deve reunir 130 barcos em Angra

A quarta edição da Regata JL Marina Bracuhy, um enorme sucesso entre os velejadores do Rio de Janeiro e de São Paulo, acontecerá no dia 28 de março, em Angra dos Reis, e, desde já, tem tudo para superar o sucesso das edições anteriores, quando já surpreendeu ao reunir mais de uma centena de barcos e mais de 500 velejadores na água – números que a tornaram a regata com maior crescimento no litoral da região Sudeste.

Desta vez, a expectativa é ainda maior, porque a edição deste ano (como de hábito, organizada por um grupo de velejadores do complexo náutico do Bracuhy de maneira voluntária e sem fins lucrativos, e patrocinada pela própria Marina JL Bracuhy, que também sedia o evento) tem previsão de reunir 130 barcos e perto de 600 tripulantes – cerca de 15% a mais do que no ano passado, quando participaram 111 veleiros e 534 velejadores.

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Paulistas vencem a Copa da Juventude no RJ

Os velejadores de São Paulo foram destaque na Copa da Juventude 2020 que ocorreu de 26 de janeiro a 1º de fevereiro no Iate Clube do Rio de Janeiro. O evento contou com número recorde de participantes.

A Copa da Juventude é o principal evento para velejadores sub 19 (até 18 anos) pois define os integrantes da Equipe de Vela Jovem Brasileira para o primeiro semestre deste ano.

Estava em jogo as categorias masculina e feminina de 4 classes da vela: Laser, 420, 29er e RS. Destas oito disputas, os velejadores de São Paulo venceram 7 delas:

Laser Masculino
1º – Mathias Reimer (YCSA)

420 Feminino
1º – Marina de Jesus Santos (EVI) & Bruna Di Croce Patricio (YCSA)

420 Masculino
1º – Bernardo Peixoto (EVI) & Marcos Arndt (EVI)

29er Feminino
1º – Marina Formigoni Heinke (YCSA) & Alexia Schiavo Buuck (YCSA)

29er Masculino
1º – Nicolas Yudji Bernal (YCSA) & Leonardo Avoletta Didier (YCSA)

RS:X Masculino
1º – Gabriel Monhoz (Tempo Wind)

Foto: Fred Hoffmann

Com pegada Náutica, Allcatrazes é a nova marca gaúcha de malas e mochilas

Marca produz diversos modelos de malas, mochilas e coolers

Quando o tema é produtos náuticos, seja equipamento ou acessórios, o que nos vem a cabeça, geralmente, são as clássicas marcas internacionais, mas de velas içadas, desde 2018, a Allcatrazes promete mudar esse conceito. Brasileiríssima, criada por velejadores e projetada para atender as necessidades deste público e ser durável, os produtos da Allcatrazes vem chamando a atenção, não só por trazer suas cores vibrantes e enérgicas (que traduzem muito bem quem esta por trás da marca) ou por seu design jovem e inovador, mas também pela resistência e eficiência que apresentam. Todo o material foi desenvolvido com conhecimento prático, como eles mesmos dizem: “Já nascemos na água, montando boias e regulando velas, então compreendemos a importância de uma equipe sincronizada, da mobilidade e do agir com relevância em tudo que buscamos”.

Uma marca náutica, de alma aventureira, espírito competitivo e instinto realizador, assim podemos definir a Allcatrazes. A marca surgiu da paixão pelo esporte e do encantamento despertado após a regata de Alcatrazes, completada pelos dois sócios da marca, Martina Szabo e Taylã Freitas, na 44º Semana de Vela de Ilhabela.

Após a regata veio o desejo de fazer a diferença para a comunidade náutica, se dedicando a desenvolver as mais funcionais e duráveis malas e mochilas feitas no Brasil, para quem, assim como eles, acredita e vive a conexão entre rotina, esporte e estilo de vida ao ar livre.

A loja oficial pode ser encontrada através do site. Para os moradores da cidade de Porto Alegre, a empresa possui um showroom localizado na Zona Sul e também está presente em alguns eventos e campeonatos.

“Essa marca veio para fazer a diferença, ajudar os velejadores, distinguindo-se pelo cuidado nos detalhes, não esquecendo do visual, jovem e moderno, além de ter esse espírito náutico e inquieto de sempre querer fazer melhor”, disse Henry Boening, o “Maguila” atleta da Classe Star e que conta com o apoio da Allcatrazes em seus campeonatos.

Da assessoria

Regata de Abertura reúne 400 velejadores em SP

Agora é oficial: está aberta a temporada de vela paulista 2020. A Regata de Abertura, que marca o início das competições oficiais, reuniu na Guarapiranga 250 barcos e mais de 400 velejadores, incluindo estrelas da vela. Promovida pelo São Paulo Yacht Club desde 1956, a competição teve condições perfeitas na água e muita festa em terra com a entrega de prêmios.

A largada foi dada pontualmente às 14h, em frente ao SPYC, com destino à raia 3. Rapidamente os multicascos, mais rápidos, tomaram a frente e percorreram as 2,5 milhas náuticas (quase 5 quilômetros) até a boia montada próxima ao Clube de Campo São Paulo. Na volta, com vento de popa, os balões das mais de 25 classes coloriram a tarde cinza da capital paulista até a montagem da segunda boia, próxima ao Yacht Club Paulista, e depois na terceira e última boia, próxima à barragem, com chegada novamente em frente ao SPYC, totalizando um percurso de 6,5 milhas náuticas (quase 13 quilômetros).

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Chuva marca primeiro dia da Regata de Abertura na Guarapiranga

Uma imagem contendo céu, ao ar livre, água, edifício

Descrição gerada automaticamente

O primeiro dia da Regata de Abertura 2020 foi marcado por chuva na Guarapiranga. Ainda assim cerca de 30 barcos das classes infanto-juvenis Optimists e Laser 4.7 completaram o percurso entre as raias 1 e 2. A largada foi dada às 14h em frente ao São Paulo Yatch Club, organizador da regata, que teve vento médio, de aproximadamente 10 nós.

Nas proximidades da Ilha dos Amores, ilha que divide as duas raias, a chuva apareceu com tudo, mas não desanimou os jovens velejadores. A flotilha montou uma boia próxima ao Clube de Campo Castelo, retornando novamente ao SPYC, onde estava a linha de chegada.

E apesar da chuva, o dia teve um gostinho especial para oito destes velejadores. Isto porque foi a primeira vez que eles participaram de uma regata oficial.

“Achei legal quando a regata começou, mas no final, quando fomos contornar a boia, estava sem vento, mas na volta tinha um pouco mais! A chuva atrapalhou e tive que tirar água de dentro do barco”, disse Rocco Volker.

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