Regata Marina Bracuhy agita Angra dos Reis

Entre os dias 29 e 31 de março Angra dos Reis vai ser palco da 3ª edição da Regata JL Marina Bracuhy. Os organizadores esperam reunir mais de 100 veleiros, o que deve somar mais de 500 tripulantes.

Com raia na Baía da Ribeira a largada será com duas baterias, que dividem os barcos das classes mais competitivas daqueles que só querem mesmo é velejar e curtir. Temos novidades na CR (Comissão de Regata): Humberto Albuquerque, o Beto, gerente de Regata Nacional da CBVELA, será o oficial de regata principal contribuindo com sua experiência para a grandiosidade do evento.

As classes convidadas são RGS, IRC, APS, Cruzeiro, Clássicos, Bico de Proa e Multicascos, além das classes especiais Beneteau, Delta e Lagoon. Outra novidade é uma regata extra no domingo (31/03): um Barla – Sota, regatinha mais técnica do que a de percurso, valendo somente como treino. Essa Regata vai homenagear uma pessoa muito importante para a vela local e foi batizada de 1ª Regata Comandante Vaz.

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UIC promove 15ª Regata do Inverso

No próximo dia 2 de março o Ubatuba Iate Clube vai promover a 15ª edição da Regata do Inverso. Essa regata será disputada dentro do conceito usado desde sua primeira edição (2005), colocando todos os veleiros oceânicos, independentemente de modelo, tamanho ou classe, em uma única competição.

Cada embarcação recebe um handicap próprio baseado em medições (ORC, IRC e BRA-RGS) ou em similaridade com outros barcos. A fim de equilibrar a competição, os barcos de Cruzeiro (Bico de Proa) recebem uma bonificação no estabelecimento do seu handicap. O handicap será estabelecido pela Comissão de Regata junto com a Comissão Técnica e divulgados (com seus critérios de cálculo) durante a Reunião de Comandantes.

Ao contrário das regatas habituais, neste caso o handicap é usado para definir o horário de largada de cada embarcação, sendo que a chegada é determinante, em tempo real, para a classificação dos barcos.

Os barcos com menores handicap´s, largam portanto primeiro e os de maiores handicap´s largam por último. Cada barco recebe um horário de largada a ser contado a partir do tiro de largada, no qual partirá somente o barco de menor handicap. Dependendo do handicap e do comprimento do percurso da regata, certos barcos podem largar 1 hora ou mais após o primeiro. O objetivo principal é de na linha de chegada ter um grande número de barcos aproximando ‘’juntos” e o primeiro a cruzar a linha é o vencedor da prova.

PROGRAMA DO EVENTO
10:00 Encerramento das inscrições
10:30 Reunião de comandantes
11:55 Inicio do procedimento de largada
12:00 Tiro de largada – Primeiro barco, com menor handicap

Com informações do UIC

Ouro, prata e bronze para o Brasil na Copa do Mundo de Vela

O ano que antecede o dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 começou muito bem para a vela brasileira. Neste sábado, dia 2, o país subiu duas vezes no pódio da etapa de Miami da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela). As campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze conquistaram mais um ouro na classe 49er FX, com um grande desempenho na regata decisiva. E Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino ganharam uma prata inédita, a primeira medalha do Brasil na história da classe Nacra 17.

A Copa do Mundo de Miami é a primeira grande competição de classes olímpicas de 2019. Nas regatas da medalha deste sábado, o dia começou com a disputa da 49erFX. Para chegar ao ouro, Martine Grael e Kahena Kunze precisavam tirar uma diferença de 12 pontos em relação às neozelandesas Alexandra Maloney e Molly Meech. E conseguiram, de forma brilhante. Com o vento fraco, as brasileiras não arriscaram na largada e velejaram quase sempre pelo lado esquerdo da raia. Terminaram em segundo lugar na prova, somando 58 pontos perdidos no geral. As neozelandesas ficaram em nono lugar (60 p.p.).

“Nosso objetivo era ter uma largada limpa e tivemos sucesso nessa saída”, disse Martine.

“Foi difícil decidir para que lado da raia ir, mas fizemos uma boa regata”, acrescentou Kahena.

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