Velejador Aleixo Belov chega a Salvador após expedição ao Alasca

Foto - Erick Salles (1)

Os bons ventos estão trazendo o Fraternidade de volta a Salvador. O veleiro, comandado pelo navegador ucraniano, radicado na Bahia, Aleixo Belov, atraca no Segundo Distrito Naval (Comércio), no dia 4 de agosto, às 10h, após passar cerca de 600 dias em mais um desafio em alto mar. A embarcação, que tem estrutura de aço e mais de 20 metros de comprimento, saiu da capital baiana no dia 3 de dezembro de 2016 com destino ao Alasca, gélido estado norte-americano. Essa é a quinta volta ao mundo de Belov, que ficou conhecido em 1980 como navegador solitário, por se lançar sozinho ao mar, a bordo do barco Três Marias.

Na mais recente aventura, o comandante de 75 anos, que também é engenheiro, empresário e escritor, seguiu viagem acompanhado de outros tripulantes. A primeira e única parada no Brasil foi em Natal-RN. Na sequência, o Fraternidade passou pelo Caribe, Panamá, Galápagos, Ilhas Marquesas, Havaí e, finalmente, ao Alasca. Seguindo o trajeto de volta, regressando à capital baiana, o veleiro navegou pelas Ilhas Marshall, Micronésia, Bali, Durban e Cidade do Cabo, na África do Sul. Foram dias intensos desbravando o mar, o vento, as tempestades, conhecendo culturas exóticas e cenários paradisíacos. Agora, a próxima parada será em Salvador.

No Segundo Distrito Naval, Aleixo Belov deseja encontrar amigos e familiares. “Meu sonho é levar o Fraternidade de volta a Salvador, ao seu porto de origem, e abraçar todo mundo. Depois, quero deitar e só acordar três dias depois”, brinca o navegador, revelando que a sua próxima missão é escrever mais um livro para relatar a aventura. “Tenho 15 cadernos de 200 páginas totalmente preenchidos e muito mais de 10 horas de registro em vídeos”, conclui.

Da assessoria / Foto: Erick Salles

2 comentários sobre “Velejador Aleixo Belov chega a Salvador após expedição ao Alasca

  1. Guilherme Eduardo Hernandez

    Li o livro da volta ao muindo do Aleixo, há uns 30 anos atrás, com o veleiro 3 Marias, no livro transpassa a maneira rápida e prática como ele ia resolvendo os problemas que se apresentavam. As amizades com outros velejadores que ia conhecendo durante o percurso da sua volta ao mundo. Inclusive tempos depois li outro livro de outro velejadora inglesa (esqueci o nome) que deu a volta ao mundo em solitária, e conheceu o Aleixo no Oriente Médio, e comenta sobre ele.
    No livro dele, lendo sentimos a alegria dele em velejar.

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