Pernambucano de Dingue começa em Maria Farinha com 14 inscritos

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O último domingo, 18/03, foi marcado pelo início das disputas que definirão o campeão Pernambucano da classe Dingue para o ano de 2018, que serve como preparação para o VI Campeonato N/NE da categoria, que será disputado em Aracaju/SE de 30/03 a 01/04. Nessa primeira etapa, 13 embarcações singraram as águas do litoral norte em duas disputas acirradas, marcadas pelos ventos moderados que mudavam de direção constantemente. É costume se deparar com ventos oriundos da posição sudeste na raia de Maria Farinha, mas esse final de semana recepcionou os velejadores com ventos variando de leste a nordeste, o que exigiu mais atenção e preparo dos atletas. O percurso utilizado foi o barla-sota (4 pernas), com chegada em popa.

Na primeira regata do dia os barcos Aichach (René Hutzler / Danielle Morais) e Kamikaze (Leonardo Almeida / Sofia Hutzler) se revezaram na liderança durante o primeiro contravento, abrindo distância sobre o terceiro colocado Intrépido (Luciana Raposo / Danielle Cunha). Apesar de o Kamikaze ter partido na frente, ele decidiu garantir a posição sobre a maioria da flotilha que seguia pelo bordo da direita (com menos vento), enquanto o Aichach fez uma melhor opção pelo lado esquerdo da raia. Ao se encontrarem, o Aichach o havia ultrapassado. Até o final do primeiro trecho, os dois barcos protagonizaram uma disputa estratégica, com muita marcação, ao final da qual o Kamikaze voltou a assumir o primeiro lugar. O Intrépido conseguiu terminar em terceiro ao administrar sua vantagem sobre o Gudino (José Araújo / Jhonas Gomes) e Major Tom (Paulo Andrade / Francisco Andrade), quarto e quinto colocados, respectivamente. Destaque para o Pegasus(Alexandre Motta / Edna Melo), que alem de ficar em primeiro na categoria Clássico, obteve a sexta posição geral nesta regata sobre o Munganga (Clóvis Holanda, Jorge Fabrício), o qual terminou em sétimo.
A segunda regata foi marcada por uma partida difícil. Faltando aproximadamente um minuto e meio para o sinal que marca o início da disputa, o vento diminuiu consideravelmente – o que indicava aos barcos que seria melhor se aproximar com antecedência da linha entre a boia e a Comissão de Regatas. A 45 segundos do “tiro”, o vento começou a sair da posição leste para nordeste, o que fez a boia se tornar o local ideal para começar a bateria. O Kamikaze, partindo na boia e bordejando imediatamente, cruzou toda a flotilha e deu o bordo novamente quando o vento voltou para leste, garantindo a primeira posição, a qual administrou até o final da regata. O Aichach novamente priorizou o bordo da esquerda, que se manteve como o mais favorável, enquanto o Intrépido, Gudino e demais embarcações trabalharam mais o meio da raia com tendências à direita. O Pegasus, apesar de ter partido mal, conseguiu se recuperar ainda no primeiro contravento, assumindo a quinta posição, seguido de perto pelo Gaivota (André Verona / Hellayne Santiago) e Major Tom. No geral, tais posições se mantiveram até o final da regata, exceto pela ultrapassagem do Major Tom sobre o Gaivota nos últimos segundos antes da chegada.
Chamaram atenção os velejadores do Ver o Mar (Roberto Xavier / Rodrigo Samico), os quais, velejando juntos com Roberto como timoneiro apenas pela segunda vez, disputaram e venceram regatas sobre velejadores com uma década ou mais de experiência, obtendo um oitavo e um novo lugar nas duas baterias do dia.
Texto enviado pela flotilha de Dingue

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