Pernambucano de Dingue começa em Maria Farinha com 14 inscritos

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O último domingo, 18/03, foi marcado pelo início das disputas que definirão o campeão Pernambucano da classe Dingue para o ano de 2018, que serve como preparação para o VI Campeonato N/NE da categoria, que será disputado em Aracaju/SE de 30/03 a 01/04. Nessa primeira etapa, 13 embarcações singraram as águas do litoral norte em duas disputas acirradas, marcadas pelos ventos moderados que mudavam de direção constantemente. É costume se deparar com ventos oriundos da posição sudeste na raia de Maria Farinha, mas esse final de semana recepcionou os velejadores com ventos variando de leste a nordeste, o que exigiu mais atenção e preparo dos atletas. O percurso utilizado foi o barla-sota (4 pernas), com chegada em popa.

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Temperaturas começam a cair na Volvo Ocean Race

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As temperaturas já começam a cair durante a sétima etapa da Volvo Ocean Race, percurso entre Auckland, na Nova Zelândia, e Itajaí (SC), no Brasil. As sete equipes que partiram no fim de semana da Oceania descem a todo vapor para o sul.  A partir daí a situação deve ficar cada vez mais complicada, com termômetros beirando zero e ventos fortes!

“Já está muito molhado”, disse a brasileira Martine Grael, do team AkzoNobel. “Vai ficar muito mais frio também. Vamos ver como lidar com uma semana inteira molhada. Não vai ser fácil, mas estou ansiosa para entrar na ‘avenida’ que nos leva até a América do Sul”.

Segundo o Race Control, os termômetros já batem 10 graus na descida pelos mares da Oceania.

A equipe do AkzoNobel estava em segundo lugar na atualização da tarde desta terça-feira (20). O Vestas 11th Hour Racing lidera a prova de 7.600 milhas náuticas náuticas, mas os outros barcos estão tão rápidos quanto, velejando as últimas 24 horas mais de 500 milhas náuticas.

À medida que os barcos se aproximam das zonas de alta pressão, a direção do vento e o estado do mar ficam fora de alinhamento, de modo que o melhor timoneiro vai levar vantagem.

“Nós notamos que está começando a esfriar, especialmente a água”, disse Carolijn Brouwer, do Dongfeng Race Team. “Estamos indo direto para o sul de maneira bastante rápida – cerca de 20 nós. Há muito para avançar – isso é apenas um aquecimento, ou um resfriamento”.

A etapa é marcada por muito frio e passagem próxima à zona de exclusão do gelo. O vencedor pelos mares do sul ganhará pontuação dobrada quando cruzar a linha de chegada em Itajaí (SC).

“Essa perna provavelmente é a coisa mais gratificante e mais estressante que nós vamos pegar. É uma pressão geral. Sobre os patrocinadores, sobre mim, sobre relacionamentos … É muito difícil”, disse Dave Witt, líder do Sun Hung Kai / Scallywag, que está na lanterninha por enquanto da etapa.

Com a zona de exclusão de gelo situada abaixo de 50 graus sul, as equipes estão efetivamente reduzindo a distância que terão para navegar. Eles enfrentarão então uma semana desafiadora de tempo pesado com ventos entre 30 e 40 nós.

Os barcos devem chegar até 6 de abril ao Brasil.

Da assessoria

Mundial da Juventude de 2020 poderá ser disputado na Bahia

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Nos dias 17 e 18 de março Pedro Rodrigues, Gerente de Eventos da World Sailing (Federação Internacional de Vela), Marco Aurélio de Sá Ribeiro, Presidente da Confederação Brasileira de Vela e Walter Boddëner, também diretor da CBVela visitaram o Yacht Clube da Bahia com o proposito de avaliar as condições técnicas do clube como possível sede do Mundial da Juventude de 2020.

Todos saíram impressionados com a estrutura do clube e também levaram em consideração a conquista de dois títulos brasileiros de vela jovem por atletas do clube em 2016 e 17. O anúncio final da World Sailing será feito em maio. A Vela Jovem é composta das seguintes modalidades: Laser M/F, 420 M/F, 29er M/F, RS-X M/F, e Nacra 15 Misto.

Da assessoria

 

Copa Cidade de Porto Alegre anima aniversário da capital gaúcha

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O Clube dos Jangadeiros dominou os resultados da Copa Cidade de Porto Alegre de Vela, realizada neste final de semana (17 e 18). Com as velas coloridas pintando uma paisagem que pôde ser vista da orla, o barco San  Chico 3 , de Francisco Freitas, conquistou o prêmio Barco Fita Azul, o principal da prova, após uma recuperação empolgante em que largou atrás, mas ultrapassou todos os adversários. Na Orc Internacional , a principal entre os grandes barcos da classe Oceano, Ayrton Schneider, comandante do Hobart, confirmou ser o maior vencedor da competição, conquistando seu quinto título.  Realizada no Clube dos Jangadeiros, a 24ª Copa Cidade faz parte das comemorações do aniversário de 246 anos de Porto Alegre, reunindo mais de 50 barcos de grande porte no Guaíba.  

Na RGS, outra classe importante entre os veleiros de Oceano, o barco Drakkar, do comandante Leonardo Santanna, foi o grande vencedor. Santanna também  ficou em primeiro no Prêmio Rotativo, cujo troféu troca de mãos a cada ano.Outras duas embarcações do Jangadeiros também brilharam nas provas: o Caulimaran, comandado por Emilio Strassbuger, foi vice-campeão, enquanto o Conquista III, do comandante Rodrigo Baldino, ficou em terceiro.  “Fiquei muito feliz”, disse Santanna, ao lado de Gustavo Cestari, um dos tripulantes. Os dois são amigos de infância e competiram junto com Eduardo Dipp, Guilherme Lengler e Vitor Paim. “É uma equipe unida e que navega e se diverte. Se o clima esquentar na água, o desentendimento fica no trapiche”.  Ele também citou o apoio do pai, Danilo Santanna, que não só cede o barco para a equipe como o adaptou para competições.  

Marcelo Bernd, do Clube dos Jangadeiros, foi o primeiro campeão do final de semana, conquistando a XI Regata em Solitário. Pilotando o barco Boa Vida IV, um  Wind 44, um dos veleiros mais modernos da atualidade, Bernd, que também é campeão estadual de Kite Hydrofoil e disputou na classe Força Livre, superou outros 15 competidores para ficar com o título. 

“Foi a Regata em Solitário mais disputada da história”, disse Bernd. “Já participo desde 2005. Esta edição foi a mais numerosa e com competidores de alto nível técnico. O vento fraco facilitou para os barcos pequenos e mais leves. Consegui me manter perto deles até a montagem da boia em frente ao Parque Marinha do Brasil e, na volta, aos poucos consegui recuperar bem e passar dois fortes competidores que estavam na frente”.

O Jangadeiros também foi o vencedor na Regata Dupla Mista, com o barco Pazzo per Te, de Josiene e Fabrício Paim.

Domingo: dia de mais títulos e da prova sensacional do San Chico 3

Ser campeão não é apenas largar na frente, mas saber se recuperar e neste quesito o comandante Francisco Freitas e a tripulação do San Chico 3 tiveram um desempenho empolgante. O barco encalhou na largada, provocando tensão em quem estava a bordo. Foram 12 minutos de tentativas até a embarcação finalmente sair do lugar. “Tivemos vontade de retornar, mas decidimos seguir e foi uma corrida de recuperação”, explicou Freitas. Estar muito atrás dos demais não impediu que, com vento de sete nós, fossem atrás dos adversários. “Fomos contando quem ultrapassávamos: 1, 2, 3… Acabamos mais de cinco minutos à frente dos demais”.

Com a regata de recuperação, além do prêmio Barco Fita Azul, o San Chico 3 também terminou em terceiro lugar na classe ORC. O próximo desafio do comandante e tripulação é a tradicional Búzios Sailing Week, que será disputada entre os dias 29 e 31 no famoso balneário da Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, a bordo do veleiro FelciUno.

Além do San Chico 3, outros barcos do Jangadeiros conquistaram títulos neste domingo: o C’est La Vie, do comandante Nelson Fontoura, foi o campeão na Cruzeiro 23; o Stromboli, de Pedro Chiesa, na Cruzeiro 30; o Manatee, comandado por Roberto Bins Ely, na Cruzeiro 35; e o Tibirro, de Rubens Girardi, na Multicasco.

No Velejaço, que encerrou a Copa Cidade de Porto Alegre, o barco Yuca, de Flavio Hanke, levou o primeiro lugar e também ficou com o título na categoria Cruzeiro 23. Felipe Carvalho e a tripulação do Marina 4 ficaram com o título no Cruzeiro 35. Já na Delta 36, o vencedor foi João Pedro Wolff, com o barco Lampejo. Rubens Girardi, com seu Tibirro, foi o campeão na Multicasco.    

Da assessoria

 

Etapa da Volvo Ocean Race até o Brasil começa intensa

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A sétima etapa da Volvo Ocean Race começou de acordo com a previsão meteorológica da largada em Auckland, na Nova Zelândia. Ventos de até 30 nós na descida pela costa da Oceania e muita ação nas primeiras horas. A regata de 7.600 milhas náuticas deve ser assim – com mais tons de intensidade e frio – até Itajaí (SC), destino final da prova.

Os barcos se revezaram na ponta com destaque para o Vestas 11th Hour Racing, que mantém a liderança na tarde desta segunda-feira (19). A etapa pelos mares do sul deve ser concluída até 6 de abril.

Com a previsão da brisa de leste provocada por um anticiclone, as táticas dos times no início da perna são relativamente simples: mergulhar para o sul o mais rápido possível.

 

O Vestas 11th Hour Racing volta a correr a Volvo Ocean Race depois de perder duas etapas por causa de um acidente. “É bom poder voltar para a água”, disse o comandante Charlie Enright. “Estamos um pouco atrás dos outros, mas acho que isso era esperado. Nós sabemos que tem muita coisa pela frente! É tudo ou nada”.

Mark Towill, co-skipper do Vestas, acrescentou: “Será uma regata de trabalho árduo e determinação”. A etapa tem pontuação dobrada e quem contornar o Cabo Horn em primeiro ganhará um extra.

“A regata nos próximos três dias deve ser bastante simples”, disse Kevin Escoffier, do Dongfeng. “Nós vamos direto para o sul em direção ao limite de gelo, depois viramos para os pontos de alta pressão. Então, temos uma frente para passar e será uma história completamente diferente depois disso”.

A liderança da Volvo Ocean Race é por enquanto do MAPFRE, seguido por Dongfeng Race Team. O AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, está em quarto.

Da assessoria
Foto: Martin Keruzore/Volvo Ocean Race