FelciUno segue invicto na Búzios Sailing Week

O segundo dia de regatas da Búzios Sailing Week foi ainda melhor que o primeiro, mais vento – de leste com rajadas de até 15 nós –, regata de percurso linda contornando a península até Geribá e muito sol no feriadão buziano. E para a tripulação gaúcha do FelciUno não poderia ser melhor.
Vitória na única regata do dia.

Com isso, a embarcação comandada por Francisco Freitas venceu as três regatas disputadas até aqui e lidera a competição na classe ORC Geral e também na ORC B. O modelo Felci 315, de construção nacional, projetado pela lenda italiana Umberto Felci e velejado pelo atletas do
Clube dos Jangadeiros, está invicto com 3 pontos perdidos,
seguido pelo capixaba Bravíssimo e pelo niteroiense Santa Fé, ambos com 10 pontos.

“Fizemos uma baita largada e conseguimos montar a primeira boia bem perto dos barcos grandes. Depois, na volta de Geribá, o ângulo ajudou pra velejar com o assimétrico e mantivemos bem. E foi muito legal montar a ilha de Gravatá, que é linda, um paredão de preda bem legal. A tripulação foi muito bem, estanos em sete, mas poderia ser até menos. E o barco é muito veloz e veleja muito fácil com todos os controles na mão do timoneiro. Estou feliz com nosso desempenho. Depois de tantos anos no San Chico pequeno acho que está nascendo um novo pequeno notável”, comentou o comandante.

A Búzios Sailing Week é uma das mais tradicionais competições da vela oceânica no Brasil e este ano reúne barcos das classes ORC e IRC. O evento começou oficialmente na quarta-feira com a recepção dos velejadores em um coquetel no Iate Clube Armação de Búzios. Para amanhã (sábado) estão programadas as últimas regatas de 2018, até duas barla-sota, para totalizar as cinco previstas.

Se forem corridas cinco provas, cada tripulação poderá descartar seu pior resultado. Sendo assim, se o FelciUno vencer a primeira do dia será campeão por antecipação e teoricamente nem precisará ir para a raia na última regata do evento. Para a tripulação, que venceu em 2010, 2011 e 2012 a bordo do San Chico, poderá representar o tetracampeonato em grande estilo.

Resultado da classe ORC:

1. FelciUno, Francisco Freitas, CDJ, 3 pontos perdidos
2. Bravíssimo, Luciano Secchin, ICRJ, 10 pp
3. Santa Fé, N. Thomé, CNC, 10 pp
4. Maestrale, Adalberto Casaes, ICRJ, 12 pp
5. Maximus, Ralph Rosa, CNC, 14 pp

SOBRE O FELCIUNO (FELCI 315):

Desenho: Umberto Felci
Construção: Delta Yachts
Comprimento: 31,5 pés (9,5m)
Linha d’água: 8,5 m
Boca máxima: 3,25m
Deslocamento: 2.950 kg
Calado: 1,95m
Tanque de diesel: 45l
Tanque de água: 110l
Motor: Yanmar 15hp rabeta
Área vélica: 34m² (mestra) + 25m² (genoa) + 94m² (gennaker)

Para mais informações sobre o barco, acesse: http://www.deltayachts.com.br/felci315/

foto: Gonzalo Arselli

Mapfre faz pausa na Volvo Ocean Race, enquanto outros barcos cruzam o Horn

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A flotilha da Volvo Ocean Race já está passando pelo temido Cabo Horn. O Mapfre, porém, optou por pausar a regata seis milhas antes por conta de danos na calha e na vela grande. A equipe comandada por Xabi Fernández estava conseguindo controlar as quebras com alguns procedimentos de segurança, mas, antes de fazer a curva e começar a subir a costa americana rumo a Itajaí, optou por parar e três membros da equipe de água estão por perto para ajudar no que for preciso.

Segundo as regras da regata, quando a equipe opta por pausar a competição, ela deve ficar parada por pelo menos 12 horas e deve retomar do mesmo ponto de onde parou. Mas, de acordo com a previsão do tempo, os cinco barcos que já cruzaram o Horn deverão diminuir a velocidade, o que permitirá uma aproximação do Mapfre. Ao cruzarem o mítico cabo, as cinco equipes prestaram uma homenagem ao velejador John Fisher, que desapareceu no mar no início da semana.

“Teremos uma relargada após as ilhas Falklands”, disse Bowe Bekking, comandante do Team Brunel, que lidera a etapa. O Akzo Nobel, time de Martine Grael foi o quarto a cruzar o cabo, 4h21 atrás dos líderes.

 

FelciUno lidera primeiro dia da Búzios Sailing Week

O primeiro dia de regatas da Búzios Sailing Week foi do jeito que todo velejador gosta: com muito sol, água limpa e vento entre 10 e 12 nós. Perfeito para a equipe do veleiro FelciUno, comandada por Francisco Freitas, que venceu as duas regatas do dia e lidera a competição na classe ORC. Estreando a bordo do veleiro modelo Felci 315, de construção nacional, os gaúchos do Clube dos Jangadeiros voltam para as raias de Búzios em busca do tetracampeonato. Eles foram campeões em 2010, 2011 e 2012 a bordo do San Chico.

“Tivemos um dia muito divertido, com a disputa das duas primeiras regatas barla-sota. O nível do campeonato está muito alto, com equipes como o Miragem, atual campeão do Circuito Rio, Santa Fé e Máximus, que são maiores do que o FelciUno. Conseguimos velejar bem e o barco é muito fácil de tocar. Só sentimos a falta do Regis Fernando da Silva, que teve um problema médico e não conseguiu vir, mas o Emílio Strassburger o substituiu bem no mastro”, disse o comandante.

A Búzios Sailing Week é uma das mais tradicionais competições da vela oceânica no Brasil e este ano reúne barcos das classes ORC e IRC. O evento começou oficialmente nesta quarta-feira com a recepção dos velejadores em um coquetel no Iate Clube Armação de Búzios. Para esta sexta-feira está programada uma regata de percurso, mas, se o tempo e vento permitirem, também será realizada uma regata barla-sota.

Resultado da classe ORC:

1. FelciUno, Francisco Freitas, CDJ, 2 pontos perdidos
2. Bravíssimo, Luciano Secchin, ICRJ, 4 pp
3. Santa Fé, N. Thomé, CNC, 6 pp
4. Maestrale, Adalberto Casaes, ICRJ, 8 pp
5. Maximus, Ralph Rosa, CNC, 10 pp

SOBRE O FELCIUNO (FELCI 315):

Desenho: Umberto Felci
Construção: Delta Yachts
Comprimento: 31,5 pés (9,5m)
Linha d’água: 8,5 m
Boca máxima: 3,25m
Deslocamento: 2.950 kg
Calado: 1,95m
Tanque de diesel: 45l
Tanque de água: 110l
Motor: Yanmar 15hp rabeta
Área vélica: 34m² (mestra) + 25m² (genoa) + 94m² (gennaker)

Para mais informações sobre o barco, acesse: http://www.deltayachts.com.br/felci315/

Foto: Gonzalo Arseli

Barcos se aproximam do Cabo Horn; Scallywag vai para o Chile

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A Volvo Ocean Race 2017-18 segue sendo disputada rumo a Itajaí, no Brasil. Os barcos ainda navegam pelos mares do sul e se aproximam do Cabo Horn. O primeiro a contornar o local ganha um ponto de bônus. A previsão é que isso ocorra nesta quinta-feira (28) pela manhã.

O time do Sun Hung Kai / Scallywag não confirmou seus planos para a sequência do campeonato, mas deve utilizar algum porto na costa oeste do Chile para parar. O local é mais próximo nesse momento e conta com uma zona relativamente segura para as condições muito duras que ainda enfrentam. A equipe tenta se recuperar da devastadora perda do britânico John Fisher, na última segunda-feira (26).

As outras seis equipes continuam a avançar em direção ao Cabo Horn, com o Team Brunel de Bouwe Bekking na frente por quatro dias seguidos. A tripulação holandesa tem vantagem de 65 milhas náuticas. Continuar lendo “Barcos se aproximam do Cabo Horn; Scallywag vai para o Chile”

Sul-brasileiro da classe Hobie Cat começa nesta quinta em Porto Alegre

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O Campeonato Sul-brasileiro da classe HC 16 e 14 começa nesta quinta-feira no Veleiros do Sul com a disputa da Regata de Abertura (de Percurso) em comemoração à Semana dos Esportes das Águas de Porto Alegre (não válida para o evento) com largada às 14 horas. A partir de sexta-feira começa a série de nove regatas do campeonato até domingo, 1º de abril. O Sul-brasileiro contará com cerca de 25 barcos das classes Hobie 16 e 14.

Programação
29/03– 5ª feira
9h às 12h – Recepção, inscrições, medições e pesagens
14h às 18h – Recepção, inscrições, medições e pesagens
14h – Regata de Abertura (de Percurso) em comemoração a Semana dos Esportes das Águas de Porto Alegre (não válida para o evento)
18h – Abertura oficial
19h – Confraternização

30/03 – 6ª feira
9h às 12h – Recepção, inscrições, medições e pesagens
14h – Regatas

31/03 – Sábado
14h – Regatas
19h – Confraternização

1º/04– Domingo
11h -Regatas
17h – Entrega de prêmios e encerramento

Da assessoria

Scheidt disputa Paulista de Star na Guarapiranga

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Robert Scheidt está de volta ao lar. Vai velejar na represa de Guarapiranga neste final de semana, mesmo local onde iniciou a carreira na vela, ainda criança. O bicampeão olímpico disputa o Campeonato Paulista da classe Star 2018, no Yacht Club Santo Amaro, ao lado de Arthur Lopes. As regatas começam na sexta-feira (30) e terminam no domingo de Páscoa (1º de abril). “Estou muito feliz por competir no YCSA novamente. Faz mais de cinco anos que não disputo uma prova oficial por aqui, pois, em função do ciclo olímpico da Rio 2016, treinei muito no Rio de Janeiro”, conta.

Scheidt não esconde a animação com a competição. “A classe Star está muito saudável em São Paulo. Devemos ter muitos barcos na água, uma flotilha muito boa. Inclusive, existe a possibilidade de contarmos com a participação do Torben Grael e Guilherme Almeida, o que, certamente, eleva o nível da disputa. Vamos correr com o barco do Arthur Lopes e certamente será um prazer velejar na Guarapiranga mais uma vez”, explica o maior medalhista do Brasil, com cinco pódios, e que tem patrocínio do Banco do Brasil, Rolex e apoio do COB e CBVela. Continuar lendo “Scheidt disputa Paulista de Star na Guarapiranga”

Renovada, equipe brasileira disputa Trofeo Princesa Sofia

O Brasil vai com uma delegação renovada e jovem para a disputa do Trofeo Princesa Sofia, que tem abertura marcada para esta sexta-feira, dia 30, em Palma, na Espanha. Ao todo, 16 velejadores vão representar o país na 49ª edição da tradicional competição espanhola, que este ano será a maior da história, com cerca de 1.200 atletas inscritos. As primeiras regatas estão previstas para segunda-feira, dia 2. A Equipe Brasileira terá nomes consagrados como Jorge Zarif, 4º colocado nos Jogos Rio 2016 na classe Finn; e revelações como Gabriel Bastos Pereira, campeão da última Copa Brasil na RS:X masculina.

“Esse momento representa muito para mim. É a oportunidade de mostrar resultado. É o sonho de todo velejador estar viajando com a Equipe Brasileira de Vela. Estou muito feliz e espero poder ter o melhor desempenho possível”, afirma Gabriel, de 23 anos, que durante os Jogos Rio 2016 fez parte do programa Vivência Olímpica, de desenvolvimento de atletas do COB.

Para a jovem delegação do Brasil, o Troféu Princesa Sofia é uma grande oportunidade de desenvolvimento. Além disso, o evento será classificatório para a próxima etapa da Copa do Mundo da World Sailing (Federação Internacional de Vela). Só irão para a regata de Hyères, na França, em abril, os velejadores brasileiros que terminarem no top 20 de sua respectiva classe.  As regatas de medalha em Palma estão marcadas para o próximo dia 7.

“O campeonato vai ser de nível muito alto. Meu primeiro objetivo é estar nessa faixa de classificação para Hyères”, diz Gabriel Pereira.

Confira a relação completa de atletas do Brasil na competição:

Laser – Bruno Fontes;

Laser – João Pedro Souto de Oliveira;

470 Masculino – Geison Mendes/ Gustavo Thiesen;

470 Masculino – Pedro Correa/ Rodolfo Streibel;

49er – Carlos Robles/ Marco Grael;

Finn – Jorge Zarif;

Finn – Antonio Moreira;

Nacra 17 – João Bulhões/ Gabriela Nicolino;

Nacra 17  Samuel Albrecht/ Bruna Martinelli;

RS:X Masculino – Gabriel Pereira;

RS:X Masculino – Brenno Francioli.

Na classe Nacra 17, o Troféu Princesa Sofia vai definir a vaga de titular da Equipe Brasileira de Vela. A dupla que tiver o melhor resultado conquista o posto.

Snipe: Paradeda garante vaga brasileira no Pan-Americano

Depois de três dias de competição iniciada no último domingo (25) e um total de seis regatas nas águas do Guaíba, em Porto Alegre, finalmente foram definidos nesta (terça-feira, 27) os quatro países que terão vagas para os Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019: Brasil, Argentina, Porto Rico e Uruguai. 

Campeão mundial em 2001, doze vezes campeão brasileiro, quatro no Sul-Americano e Medalha de Ouro no Pan-Americano do Rio, em 2007, e Prata em Winnipeg, em 1999, o multicampeão Alexandre Paradeda venceu quatro das seis regatas do campeonato, garantindo ao lado da jovem atleta Ana Júlia Tenório, de 17 anos, a vaga para o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de 2019. 

Xandi e Anna abriram nove pontos de diferença da campeã mundial Feminina Juliana Duque, que correu com Rafael Martins na proa. A vaga para a Argentina foi conquistada por Luciano Pesci e Bárbara Brotons, classificados em terceiro lugar no Sul-Americano. 

A vaga de Porto Rico, foi garantida pelo campeão mundial Raúl Ríos, de 24 anos, e pela sua proeira Sofia Rivera, 7º lugar no Sul-Americano Misto. Raul foi Medalha de Ouro no Pan-Americano de 2015, em Toronto, três vezes campeão norte-americano e campeão nacional nos Estados Unidos em 2013, 2014 e 2015. 

O país vizinho Uruguai, também conquistou a sua vaga com o multicampeão, Ricardo Fabini, classificado no campeonato em 8º lugar ao lado de Florencia Panizari. Fabini foi campeão mundial em 1989, venceu o campeonato do Hemisfério Ocidental de Snipe em 1991, foi campeão sul-americano em três edições e Medalha de Prata no Pan-Americano em 1995. 

O top 5 na categoria Misto foi completado com a dupla argentina Luis Soubie e Brenda Quagliotti, 4º lugar, e Mário Sérgio Júnior, da Escola de Vela de Ilha Bela, em dupla com Amanda Rodrigues, do Clube dos Jangadeiros, em 5º.

“Foi um campeonato bem difícil, longo, de vento forte, uma competição dura. Muita gente lutando pela vaga no Pan-Americano, com quatro campeões do mundo, para se ter uma ideia o cubano, bicampeão Pan-americano e mundial não conseguiu a vaga, para ver o nível de dificuldade do evento. Amanhã (quarta-feira), vou seguir correndo com a Ana até sábado no Sul-americano Aberto. E depois, vamos correr juntos todos os campeonatos dentro do Brasil para pegar entrosamento e ter chance de brigar pela vaga na eliminatória do Pan, em novembro”, diz Alexandre Paradeda. 

Na categoria Master (timoneiros com idade acima de 45 anos, e com o timoneiro e proeiro atingindo o limite mínimo de 80 anos quando somadas as idades) os campeões foram Fernando Kessler e Rolf Peter Nehm, do Clube dos Jangadeiros. 

 

Resultados:

Misto
Master

Da assessoria

 

VOR: John Fisher caiu no mar, pois estava sem linha de vida

A organização da Volvo Ocean Race divulgou nesta quarta-feira que o velejador britânico John Fisher caiu no mar, pois estava sem a linha de vida. O tripulante do Sun Hung Kai/Scallywag foi dado como desaparecido na última segunda-feira após o time desistir de encontrá-lo nas proximidades do temível Cabo Horn.

A organização divulgou uma linha do tempo dos eventos que antecederam a queda de John no mar:

  • No dia 26/3 a equipe Sun Hung Kai/Scallywag estava a aproximadamente 1.400 milhas do Cabo Horn, na disputa da 7ª perna da regata entre a Nova Zelândia e Itajaí, em Santa Catarina.
  • O vento estava entre 35 e 45 nós e o mar com ondas de 4 a 5 metros com muitos sprays, o que reduzia a visibilidade. Faltavam 15 minutos para o nascer do sol.
  • O barco velejava com a vela mestra no segundo rizo e a genoa 2. A FR0 estava içada, porém, enrolada.
  • Às 13h UTC o barco surfou uma grande onda, que acabou causando um jibe acidental.
  • Quando a onda acertou o barco, John Fisher estava no cockpit, a caminho da proa para amarrar melhor as escotas da FR0, e por isso havia soltado a linha de vida.
  • Com o jibe, o sistema de escotas da vela mestra o acertou, arremessando-o ao mar. A tripulação acredita que ele estava inconsciente quando caiu na água.
  • Ele estava usando a roupa de sobrevivência, com capuz, luvas e colete salva-vidas.
  • Duas boias foram jogadas ao mar imediatamente para marcar a posição onde ele caiu: JON Buoy, boia com sinalizador que ajuda na manobra de homem ao mar, e a Horseshoe Buoy, boia em formato de ferradura
  • A equipe demorou um tempo para conseguir colocar o barco em ordem e ligar o motor para voltar aonde ele havia caído.
  • Às 13h42 a equipe enviou um e-mail para a organização avisando que da queda e que estava voltando ao local para procurá-lo.
  • A operação de busca e salvamento durou por horas com a ajuda do Centro de Coordenação de Resgate Marítimo, em Alicante, porém a equipe não encontrou nenhum sinal de John nem das duas boias.
  • Com o tempo ficando cada vez pior, a equipe e todos os envolvidos na operação de salvamento acabaram decidindo por encerrar as buscas e manter a segurança da equipe e do barco.

“A situação ainda não acabou para o nosso time. As condições estão desafiadoras, com vento muito forte e a previsão indicando mar muito agitado nos próximos dias. Nosso único objetivo, com a ajuda do Centro de Coordenação de Resgate Marítimo, é fazer com que a equipe chegue em terra em segurança. Uma vez que conseguirmos isso, teremos tempo para refletir e ter certeza de que qualquer lição que possa ser aprendida desta situação seja implantada nos outros barcos também”, disse Tim Newton, gerente da equipe.

A organização do Itajaí Stopover promoveu uma ação especial na manhã desta quarta-feira (28/3). No início do dia as equipes da Volvo Ocean Race internacional e da organização nacional do evento se uniram para um minuto de silêncio em frente à Vila da Regata, local que receberá os atrativos da “Fórmula 1 dos mares” entre os dias 5 e 22 de abril.