Coordenador da classe em SP, Alonso Lopez faz balanço do Paulista de Snipe

Que o Campeonato Paulista da classe Snipe foi um sucesso, ninguém vai descordar. Quarenta e nove duplas da capital, Ilhabela, Santos, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro estiveram presentes, fazendo um reconhecimento na raia do Brasileiro de 2019.

As regatas tiveram um alto nível técnico, com vento de todas as intensidades e bastante rondado, como costuma ser na Guarapiranga. No final, Alexandre Paradeda provou que não é o maior campeão brasileiro da história da classe à toa e levou o título para Ilhabela, onde está residindo, ao lado da jovem velejadora Anna Julia Tenório.

Confira abaixo o relato de Alonso Lopez, coordenador da classe Snipe de São Paulo:

“Há uns quatro meses começamos a trabalhar na organização do campeonato e, junto com os capitães de flotilha, chegamos à conclusão de que deixar o domingo livre, sem regatas, seria a melhor opção para que todos pudessem velejar e ainda dar atenção às famílias em um feriado prolongado com quatro dias de ‘folga’. Acredito que este formato tenha sido um dos pontos positivos para atrair tantos barcos para o evento. Também divulgamos o AR com bastante antecedência e assim o pessoal de fora pôde se programar bem antes de vir para São Paulo.

Junto com o Paulista de Snipe, também foram realizados na mesma data o Brasileiro de Dingue em Ilhabela, o Paulista de A-Class também na represa, e o Circuito Rio, o que ocupou a agenda da maioria dos juízes paulistas. Conseguimos montar uma boa equipe, liderada pelo Alexandre Ferraz na CR, e que contou ainda com o Dionísio Sulzbeck na Comissão de Protesto e Fabio Bocciarelli e Melone na bandeira amarela dentro d’água, sem esquecer da equipe de terra, que teve o Leandro e o Marcos Biekarck na secretaria e eventos sociais e todos os marinheiros do YCSA, que ajudaram os velejadores na rampa. Todos trabalharam bastante para fazer um excelente campeonato dentro e fora d’água.

Acredito que tenhamos realizado um campeonato muito bom. O Caio Prado, capitão de flotilha do YCSA, estava tão nervoso quanto eu no primeiro dia e tão feliz quanto eu no último. A única coisa que lamentamos foi a ausência do Douglas Moreira, fotógrafo, na sexta e no sábado, por conta de um problema de saúde inesperado.

Todos os presentes ficaram impressionados com a grande quantidade de inscritos. A largada com tantos barcos é um espetáculo, é desafiador, especialmente com tanta gente boa na raia. A classe Snipe de São Paulo ficou honrada com a visita de tantos velejadores de fora. Temos trabalhado bastante para levar cada vez mais velejadores para a água e para subir o nível da flotilha. O pessoal de SP tem estado bastante aplicado em fazer o dever de casa. Ter a raia cheia foi um prêmio por todo este esforço que a classe tem feito. O que fica para nós é a expectativa do Paulista do ano que vem, que vai ser realizado no Clube de Campo São Paulo, em poder crescer ainda mais, ter ainda mais inscritos, especialmente, pois será antes do Brasileiro de 2019 e da seletiva Pan-americana.

Espero começar a trabalhar ainda antes para o Paulista de 2018, com seis ou oito meses de antecedência para entregar um evento ainda melhor. Quero seguir fazendo um bom trabalho junto aos capitães de flotilha, tomando decisões corretas que favoreçam o campeonato de 2018 ainda mais!”

RESULTADOS COMPLETOS

Fotos: Douglas Moreira

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