Edval Junior é eleito melhor técnico do Optimist na Semana de Buenos Aires

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O pernambucano Edval Junior, o Juninho, foi eleito melhor técnico da classe Optimist durante a Semana de Vela de Buenos Aires. A competição é considerada uma das mais importantes do calendário da jovem vela latino americana e Juninho esteve à frente da equipe de seis velejadores do Cabanga Iate Clube.

“Você vê que tudo aquilo que planejou e idealizou durante todos esses anos teve resultado. Você percebe que o planejamento deu certo, e que toda a proposta que fizemos de uma evolução de trabalho em cima da equipe, de fortalecimento e nível técnico deu certo. Então essa é a satisfação de ter na cabeça que o trabalho está sendo bem realizado”, comemorou.

Esta não é a primeira vez que ele se destaca como treinador. Durante o mês de junho, no Norte-Americano de Optimist, no Canadá, Edival viajou como técnico da Seleção Brasileira. O mesmo aconteceu durante o Mundial da Classe, em julho, quando fez história sendo o primeiro treinador pernambucano a liderar uma equipe de vela.

Confira os resultados da classe Optimist na Semana de Buenos Aires:

Timoneles

Principantes

 

BL3 tem vagas para quem deseja correr a Santos – Rio

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Oportunidade para quem quer participar da Regata Santos – Rio. A BL3, uma das melhores escolas de iatismo do Brasil, ainda possui vagas para a tradicional regata da vela oceânica brasileira. A largada será dada no dia 27 de outubro na baía de Santos e quem quiser participar, poderá trocar experiências a bordo com os comandantes Pedro Rodrigues e Clauberto Andrade. Para informações sobre valores e  quantidade de vagas, entre em contato com a BL3 no (12) 3896-1271/ (12)3896-5885 / (12) 99126-7649  ou pelo e-mail oceano@bl3.com.br.

 

No YCSA, Scheidt confirma fim da carreira olímpica

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Dono de cinco medalhas olímpicas, sendo duas de ouro, Robert Scheidt reuniu a imprensa para anunciar oficialmente o fim de sua participação em Jogos Olímpicos. No encontro da manhã desta terça-feira (17), no Yacht Club Santo Amaro, em São Paulo, o iatista explicou as razões para não seguir com o ciclo até Tóquio 2020 na classe 49er, mas deixou claro que não se trata do encerramento de sua carreira como atleta. “Aposentadoria é uma palavra muito forte. Não me vejo de pijamas, sentado no sofá e assistindo TV. Meu instinto competitivo ainda é muito forte e o esporte está no meu sangue. Seguirei velejando em diferentes classes”, explicou o atleta que tem patrocínio do Banco do Brasil e Rolex e apoio do COB e CBVela.

Quando fala em diferentes classes, Robert se refere a experimentar novos ares na carreira esportiva. “Sempre recebi convites para competições de vela oceânica e sempre disse não, em função dos projetos olímpicos. Agora poderei dizer sim. Temos grandes eventos, como a Volvo Ocean Race e a America’s Cup, entre outros, e, quem sabe, não surge uma oportunidade. Está se fechando uma porta, mas tenho certeza que muitas outras se abrirão”, comentou o bicampeão olímpico, que não vai esquecer as raízes. “Continuarei nas classes Star, agora mais intensamente em 2018, e Laser, pois preciso da adrenalina do iatismo”, revela. O próximo desafio será justamente na Star Sailors League (SSL), em Nassau, no mês de dezembro, ao lado Henry Boenning, o Maguila. Continuar lendo “No YCSA, Scheidt confirma fim da carreira olímpica”

Tira-teima: Entendendo as novidades nas regras da Volvo Ocean Race 2017-2018

 

Na coluna Tira-Teima desta semana, Ricardo Lobato explica as regras da Volvo Ocean Race 2017-18. Confira:

A Regata Volta ao Mundo vai largar neste domingo dia 22 de outubro. Está na hora de entender o que vai acontecer. Temos 3 grandes novidades nas regras da VOR para a regata 2017-2018. A primeira é a nova configuração de tripulantes que incentivou a inclusão de tripulantes femininas. A segunda novidade é um novo sistema de pontuação com pontos ganhos ao invés de pontos perdidos e valorizando as pernas nos Mares do Sul além de prever alguns bônus. A última novidade é o percurso retornou às origens com mais tempo nos mares do sul.

Os barcos continuam os mesmos Volvos 65 da última edição. Eles foram reformados para esta regata e somente um novo barco, AkzonNobel, construído.

Tripulação:

Nesta edição, uma tripulação inteiramente masculina só pode ter 7 tripulantes contra 8 na edição anterior. A novidade é que é permitido levar até mais duas mulheres, em adição a estes 7 homens, num total de 9 tripulantes. Esta será a configuração de todas as equipes com a exceção do Turn The Tide on Plastic que pretende correr com 5 homens e cinco mulheres. Para levar o barco é necessário pelo menos três no deck: O timoneiro, o grinder e o trimer. Os turnos são de quatro horas e normalmente quem está entrando começa no grinder para aquecer antes de ir para o leme ou trimar as velas. O navegador e o comandante não têm turno fixo. Obviamente, em qualquer manobra ou troca de vela a tripulação toda sobe. Continuar lendo “Tira-teima: Entendendo as novidades nas regras da Volvo Ocean Race 2017-2018”