America´s Cup tem disputa fashion, diz imprensa italiana

Emirates Team New Zealand sail their America's Cup Class race boat for the second day in Auckland New Zealand

O protocolo da próxima America´s Cup deverá ser divulgado na próxima semana, mas muito já tem sido especulado pela mídia internacional. Esta semana o dilema cai para o lado da moda. Um site italiano informou que a Prada, patrocinadora do Luna Rossa, desafiante da competição, será o novo patrocinador Master, entrando no lugar da Louis Vuitton, marca que há algumas edições dá nome à competição que antecede a disputa pelo troféu mais antigo do mundo.

Outra novidade é que as bicicletas estarão proibidas. A nova tecnologia foi usada pelo time neozelandês no lugar dos grinders e, segundo dizem, foi a responsável pela vitória da equipe comandada por Grant Dalton.

O livro de regras completo será publicado dia 30 de novembro.

Martine Grael e Kahena Kunze são indicadas novamente ao prêmio de melhores do ano

Martine Grael e Kahena Kunze 01_Credito Jesus Renedo_Sailing Energy (1).jpg

Campeãs da temporada 2017 da Copa do Mundo com 100% de aproveitamento e vice-campeãs mundiais da classe 49er FX, Martine Grael e Kahena Kunze foram indicadas mais uma vez pela Federação Internacional de Vela (World Sailing) ao Prêmio de Melhores Velejadoras do Ano. Esta é a terceira vez que as brasileiras concorrem ao troféu. Elas venceram a disputa em 2014, quando ganharam o ouro no Mundial de Classes Olímpicas, uma conquista que completa três anos exatamente nesta quinta-feira, dia 21.

O anúncio dos vencedores nas categorias masculina e feminina será feito no dia 7 de novembro, em Puerto Vallarta, no México, sede da Conferência Anual da World Sailing. Os detalhes sobre a votação que definirá os vencedores ainda serão divulgados pela Federação Internacional de Vela.

“Estamos muito felizes com essa indicação. Temos velejadoras incríveis no mundo todo e é uma honra estar entre as quatro melhores. É o reconhecimento do nosso trabalho e isso nos dá ainda mais certeza de que estamos no caminho certo”, afirma Kahena Kunze.

A dupla brasileira teve um desempenho brilhante na temporada 2017. Conquistou de forma incontestável a Copa do Mundo da World Sailing, com três ouros nas três etapas disputadas: Miami, nos Estados Unidos; Hyères, na França; e Santander, na Espanha. Elas também ganharam a medalha de prata no Mundial disputado na cidade do Porto (Portugal), em agosto. Para completar, Martine se prepara agora para tornar-se a primeira velejadora do Brasil a participar da Regata de Volta ao Mundo (Volvo Ocean Race), a partir de outubro.

Na disputa pelo Prêmio de Melhores do Ano, as brasileiras terão como concorrentes na categoria feminina a holandesa Marit Bouwmeester, tricampeã mundial de Laser Radial; Sarah-Quitta Offringa, de Aruba, windsurfista campeã mundial no freestyle e no slalom; e a espanhola Tara Pacheco, vice-campeã mundial da Nacra 17 ao lado de Fernando Echavarri.

No masculino, concorrem ao prêmio o neozelandês Peter Burling, campeão na America’s Cup pelo Emirates Team New Zealand; o australiano Glenn Ashby, velejador que teve papel-chave no desenvolvimento do barco campeão da America’s Cup; o francês Thomas Coville, que estabeleceu o novo recorde para o desafio de dar a volta ao mundo velejando sozinho (em apenas 49 dias, 3 horas, 4 minutos e 28 segundos); e o francês Armel Le Cleac’h, vencedor da icônica regata Vendée Globe.

O Prêmio de Melhor Velejador do Ano é um dos troféus de maior prestígio no mundo da vela. Criado pela Federação Internacional em 1994, já foi conquistado quatro vezes por velejadores brasileiros: Robert Scheidt (2001 e 2004), Torben Grael (2009) e Martine Grael e Kahena Kunze (2014).

Da assessoria

Tira-Teima: Mundial de J/70

Esta é nova coluna Tira-Teima realizada em conjunto com o site regras.com.br e noticiasnauticas.com.br. O objetivo é esclarecer situação reais de eventos recentes ou casos históricos.Para estrear iremos analisar a largada da 4ª regata do Mundial de J/70, realizado ente mês em Porto Cervo, Itália. O campeonato foi marcado pela exclusão do campeonato de sete barcos que alteraram o bulbo da quilha original do barco. As equipes brasileiras foram muito bem, com destaque para o barco “Arriverdeci”, sétimo geral e “Tô Nessa”, décimo segundo.

Toda a análise foi realizada com base nas imagens ao vivo de um drone, disponibilizadas pela organização da regata. Elas mostram o barco ITA buscando um espaço para partir próximo a extremidade de sotavento da linha de partida. A cada instante, é feita uma análise dos direitos e deveres de cada barco.
Ficou alguma dúvida sobre esta situação? Existe outro caso que gostaria de entender melhor? Entre em contato!
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