Abertura do Mundial de 49er é adiada em mais um dia

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Os barcos continuam em terra na cidade do Porto, em Portugal, à espera de vento para iniciar a disputa do Campeonato Mundial da Classe 49er. Assim como na segunda-feira, neste terça (29) as condições meteorológicas não permitiram a largada das regatas. Para esta quarta-feira (30), a situação deve mudar e apresentar desafios para as quatro duplas brasileiras que participam da comperição: Carlos Robles/Marco Grael, Robert Scheidt/ Gabriel Borges, Dante Bianchi/Thomas Lowbeer e as campeãs olímpicas Marine Grael/Kahena Kuze. Uma frente fria está sendo esperada e deve provocar ventos fortes e ondas grandes.

Scheidt faz sua estreia na maior e mais importante competição na nova classe e está ansioso para colocar seu 49er na água. “Estamos há três dias parados, um de descanso, domingo, e dois por falta de tempo favorável. Nesta terça, não tinha vento nenhum e choveu pela manhã. Mas a expectativa é para a entrada da frente amanhã (quarta), com muito vento e ondas grandes, o que será um desafio para nós. Mas espero mesmo que possamos estrear logo no Mundial”, disse o velejador.

As regatas serão disputadas diariamente e têm início previsto para 6h55 (horário de Brasília). A competição este ano conta com 84 tripulações na 49er. O campeonato vai até este sábado, dia 2 de setembro, data da regata da medalha.

Com informações da assessoria de Scheidt

Snipe Day reúne mais de 20 barcos na Guarapiranga

A flotilha paulista da classe Snipe promoveu no último final de semana o Snipe Day. O objetivo do evento é apresentar a classe para os velejadores mais novos, que estão ou que já saíram do Optimist. O sábado começou com uma palestra, apresentando a classe, e depois, cada criança assumiu o leme de um dos barcos e os donos foram na proa. O evento contou com a participação do Lemão, maior fabricante de Snipes do mundo, que foi o grande vencedor.

“A iniciativa da flotilha paulista em realizar um evento deste é ótima. Foi muito bem organizado e, de repente vender a ideia para outros estados. É importante por que trazemos para a classe uma molecada nova e a classe está carente de renovação. O degrau que existe entre a saída do Op e a aquisição de um novo barco, para o pai, é um investimento muito grande. Se juntar dois pais, por exemplo, para comprar um barco, é uma boa opção. Precisamos desenvolver mais a classe Junior. Creio que, com exceção do Brasileiro, será legal permitir um timoneiro Jr correr com um timoneiro sênior”, disse Lemão.

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fotos Maria Carolina Leal Polidori