Luna Rossa é o desafiante da 36ª America´s Cup

O Royal New Zealand Yacht Squadron acaba de aceitar o desafio do Circolo dela Vela Sicillia como desafiante da 36ª America´s Cup. O representante italiano será novamente o Luna Rossa, que já contou com Torben Grael e Robert Scheidt na tripulação. As regras serão divulgadas em breve.

XXXVI AMERICA’S CUP. CIRCOLO DELLA VELA SICILIA CHALLENGER OF RECORD WITH LUNA ROSSA

The Royal New Zealand Yacht Squadron accepts the challenge of Circolo della Vela Sicilia, which becomes the Challenger of Record for the XXXVI America’s Cup.

Great Sound of Bermuda, 26th June, 2017.

Press Release.

The Royal New Zealand Yacht Squadron accepts the challenge of Circolo della Vela Sicilia, which becomes the Challenger of Record for the XXXVI America’s Cup.

The Royal New Zealand Yacht Squadron is pleased to announce that it has accepted a challenge from Circolo della Vela Sicilia which was received immediately upon the victory of Emirates Team New Zealand in the last race of the 35th America’s Cup.

As the first challenger, CVS will be the Challenger of Record for the 36th America’s Cup and its representative team will be Luna Rossa Challenge.

The 36th America’s Cup will be open to further challengers from any organized Yacht Club of a foreign country under conditions to be announced in due course.

RNZYS and its representative team, Emirates Team New Zealand, look forward to working with CVS and Luna Rossa Challenge to create an exciting future for the event by combining innovation with the traditional sporting values of the America’s Cup.

By the Commodores.

Steve Mair.

Royal New Zealand Yacht Squadron.

Agostino Randazzo.

Circolo della Vela Sicilia.

 

Emirates Team New Zealand é campeão da America´s Cup

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O placar 7×1, tão emblemático para brasileiros e alemães, também passa a fazer parte da história esportiva de Nova Zelândia e Estados Unidos. Mas não é por causa de futebol e sim, da vela. Nesta segunda-feira, 26 de junho, o Emirates Team New Zealand provou que tem um barco e uma equipe superior e levou para casa a America´s Cup após 14 anos.

 

O time comandado pelo jovem Peter Burling, medalha de ouro na 49er nos Jogos do Rio 2016, precisava de apenas mais uma vitória para recuperar o título. E foi isso que fez na tarde desta segunda-feira nas Bermudas, sede da competição. Aos 26 anos, Burling se tornou o mais novo timoneiro a vencer o troféu mais antigo ainda em disputa no esporte mundial.

“Fizemos o nosso trabalho direitinho hoje. Crescer na Nova Zelândia e ver o Team New Zealand ganhar a Copa e perder a Copa há 14 anos e agora estar aqui nas Bermudas e fazer história é muito bom”, disse Peter Burling, skipper do ETNZ.

“Investir nas pessoas certas e dar a eles responsabilidade foi a chave da vitória. Sabíamos que teríamos que ser diferentes e ter as pessoas que nos fariam ser diferentes”, disse Grant Dalton, CEO do ETNZ.

“Chegamos hoje achando que poderíamos vencer. Colocamos muito esforço na água e em terra e no final do dia vimos que o ETNZ era melhor e só temos que parabeniza-los. Acho que esta foi a melhor edição até agora. Foi tudo muito físico. Ainda não conversamos se vamos continuar a competir na America´s Cup. Aprendemos muito neste ciclo. Olhando para trás vejo que aprendemos muito. Eu gostaria de competir de novo na AC. É um sentimento que não dá para descrever”, disse James Spithill, timoneiro do Oracle Racing.

A trajetória da equipe neozelandesa até a taça foi marcada por inovação, tecnologia, técnica e uma capotada épica. O time optou por usar pedais ao invés de coffee grinders para regular a parte hidráulica do barco e os fóils e até contratou Simon van Velthooven, medalhista de bronze olímpico no ciclismo de pista para ajudar nos pedais. Os neozelandeses também inovaram ao usar um foil com formato diferente, levemente angulado, o que faz com que eles sejam o único time a ficar 100% fora d’água durante toda a regata.

Durante as disputas pela vaga na America´s Cup, os Kiwis passaram para a fase semi-final na segunda posição, perdendo apenas para o Oracle Racing (por isso o ETNZ começou a AC com -1 ponto). Na semi-final, eles optaram por velejar contra os ingleses do Land Rover BAR e garantiram a vaga na final após cinco vitórias e uma capotada épica em um dia com mais de 25 nós de vento. Na final, venceram o Artemis Racing por cinco a dois, repetindo o duelo contra os americanos pela terceira vez (a primeira foi entre o Star& Stripes, dos EUA, e o KZ1 em 1988, e a segunda em 2013, quando os Kiwiis ainda eram comandados por Dean Barker e sofreram a maior reviravolta da história da competição ao verem os americanos transformarem um 8×0 em 8×9 na disputa mais longa até hoje).

Diferente do que muitos pensam, a America´s Cup não tem uma periodicidade e só será disputada novamente quando algum time desafiar o ETNZ, defensor do título. Torcemos para os barcos voltem a ser monocascos, para que a disputa do real match race possa voltar às águas neozelandesas, como foi em 2000 e em 2003 com as disputas entre a Nova Zelândia e a Itália (5×0 para o NZ contra o Luna Rossa, que contou com o reforço de Torben Grael) e Nova Zelândia e Suíça (0x5 para o Alinghi) respectivamente.

Atualizado às 16h50

Veleiro de Joca Signorini na Volvo Ocean Race é batizado na Holanda

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Fãs da vela se reuniram na última quarta-feira (22), no porto da cidade holandesa de Hague, para dar boas-vindas ao novo veleiro da equipe AkzoNobel. A embarcação que participará da Volvo Ocean Race foi oficialmente batizada pela prefeita da cidade.
A apenas quatro meses do início da regata, o capitão Simeon Tienpont e sua equipe, incluindo o velejador brasileiro Joca Signorini, chegaram à Holanda para uma animada recepção e apresentaram o veleiro recém-construído a autoridades e fãs do esporte. Continuar lendo “Veleiro de Joca Signorini na Volvo Ocean Race é batizado na Holanda”

49er: Brasileiros terminam a semana de Kiel no top 20

Terminou no último domingo em Kiel, a tradicional semana de vela olímpica alemã. E as duas duplas brasileiras na classe 49er encerraram sua participação no top 20. Carlos Robles e Marco Grael foram os melhores, na 15ª colocação. A dupla teve como melhor resultado um quarto lugar na quarta regata da fase final. Já Robert Scheidt e Gabriel Borges velejaram melhor na fase classificatória, quando venceram uma regata, terminando na 17ª posição geral. Os vencedores foram os neozelandeses David Gilmour e Joel Turner.  Para ver o resultado completo, clique aqui.

America´s Cup: Match Point para o Emirates Team New Zealand

Depois de cinco dias de descanso (leia-se muito trabalho nos barcos!), Oracle Racing e Emirates Team New Zealand voltaram para as águas de Bermuda, no Caribe, para a disputa de mais quatro matches da America’s Cup. E mais uma vez os kiwis mostraram que não estão para brincadeira e que querem – e muito! – levar a taça de volta para a Nova Zelândia.

Na primeira regata de sábado, o Oracle, de James Spithill, foi penalizado duas vezes e não conseguiu se recuperar, vendo o ETNZ, de Peter Burling, chegar cada vez mais perto da taça. Na segunda regata, depois de muitas trocas de liderança, finalmente o Oracle conseguiu sua primeira vitória. No domingo o ETNZ venceu mais duas vezes e agora está a um pontinho de conquistar o título (apesar de já ter vencido sete regatas, como o Oracle venceu a primeira fase classificatória, o ETNZ começou a AC com um ponto a menos).

Duas regatas estão programadas para esta segunda-feira. Lembrando que, como diz o ditado, a regata só acaba quando termina e o próprio Oracle já conseguiu reverter a mesma diferença de pontos para levar a taça para casa contra o mesmo ETNZ.