Brasileiros se destacam no Norte Americano de Optimist

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Como sempre a vela jovem brasileira vem se destacando no cenário internacional. Desta vez, os pequenos do Optimist estão levando a bandeira brasileira ao top 10 da Copa das Nações, que está sendo disputada em paralelo com o Norte Americano de Optimist, . O evento tem como sede Toronto, no Canadá, na mesma raia e clube onde foi disputado o Pan de 2015. Lorenzo Balestrin é o melhor brasileiro na competição, em quarto lugar após cinco regatas da fase classificatória, que terminou nesta quarta-feira. Stephan Barker, dos EUA, lidera.Nesta quinta serão disputadas as regatas de equipe, porém os velejadores estão em terra esperando o vento entrar. As regatas individuais voltam na sexta-feira.

O time brasileiro conta ainda com Roberto Cardoso (10), Vinicius Koeche (14), Guido Hirth (25), Erick Carpes (28), Bernardo Martins (43), Julia Ollivier (50), Mathias Crespo (51), Gabriel Rimoli (55), Antonio Branco (90), João Silva (101), Marcelo Souza (112), Nina Pessoa (124), Leticia Lira (130) e Renata Praseres (131). Acompanham a equipe Guilherme Borne e Juninho como técnicos e Cassio como Team Leader. Participam da competição 178 velejadores com idade até 15 anos.

Os resultados completos podem ser vistos aqui: http://bit.ly/2spSDE8

Bouwe Bekking retorna à Volvo Ocean Race com o Team Brunnel

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Pense em um velejador que ama a Volvo Ocean Race e que adoraria subir no lugar mais alto do pódio na regata de volta ao mundo. Este é Bouwe Bekking. O Holandês de 54 anos acaba de confirmar sua oitava participação na competição e vem em busca da inédita vitória juntamente com o Team Brunel, o sétimo confirmado até agora de oito possíveis.

Não existe outro velejador no mundo que tenha participado de tantas edições da regata. São oito no total. A primeira foi na edição 1985-86 a bordo do Philips Innovator e a última em 2014-15, com mesmo Team Brunel, terminando na segunda colocação.

Assim como o Team Brunel, outros três times voltaram para esta edição da regata: Dongfeng Race Team (Charles Caudrelier), Vestas (Charlie Enright) e Mapfre (Xabi Fernández). Completam a lista de inscritos o AkzoNobel (Simeon Tienpont, que terá o brasileiro Joca Sognorini como reforço), Team Sun Hung Kai/Scallywag (David Witt) e Turn The Tide on Plastic (Dee Caffari). A regata larga no dia 22 de outubro em Alicante, na Espanha.

CBVela inaugura nova sede na Marina da Glória

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De frente para a Baía de Guanabara, a Confederação Brasileira de Vela (CBVela) inaugurou, na manhã desta quarta-feira, dia 28, sua nova sede, na Marina da Glória. Orgulhosa do passado, mas pensando pra frente, a entidade celebrou a nova casa dando o primeiro passo para a criação do Hall da Fama da vela no Brasil, com uma homenagem aos bicampeões olímpicos Torben Grael e Marcelo Ferreira. O evento contou também com a presença dos velejadores que defenderão o país em julho no Mundial de Optimist, classe de formação para crianças e adolescentes. Para completar, durante a cerimônia foi selada a assinatura da renovação, até 2020, do contrato da CBVela com o Bradesco, patrocinador máster da Confederação desde o último ciclo olímpico.

Convidados de honra, Torben Grael e Marcelo Ferreira foram os primeiros atletas a botar as mãos nos moldes que irão, no futuro, compor o Hall da Fama da vela brasileira, homenageando os grandes nomes da modalidade. Com cinco pódios, Torben é o maior medalhista olímpico do esporte brasileiro, ao lado do também velejador Robert Scheidt. Em seis participações nos Jogos, foi ouro em Atlanta-1996 e Atenas-2004, na classe Star; prata em Los Angeles-1984, na Soling; e bronze em Seul-1988 e Sydney-2000, novamente na Star. Hoje, o velejador ocupa o cargo de vice-presidente da Federação Internacional de Vela (World Sailing) e foi o primeiro brasileiro a ingressar no Hall da Fama internacional da modalidade.  Continuar lendo “CBVela inaugura nova sede na Marina da Glória”

Trinta e sete barcos já confirmaram a participação na REFENO

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As inscrições para a 29ª Regata Internacional Recife – Fernando de Noronha (Refeno) seguem a todo vapor. Desde que foi aberto – há quase dois meses -, o cadastro para a maior regata oceânica do Brasil já conta com 37 barcos inscritos e 12 pré-inscritos. A largada está marcada para o dia 30 de setembro, no Marco Zero do Recife.

Até o momento, Pernambuco conta com a maior número de embarcações inscritas na tradicional regata, sedo 13 até agora. Logo atrás vem o Rio de Janeiro, com oito barcos inscritos e dois pré-inscritos. A Bahia aparece com a inscrição de cinco embarcações e a pré-inscrição de mais duas. São Paulo até agora possui quatro representantes inscritos e dois pré-cadastrados.

Rio Grande do Sul, Maranhão, Distrito Federal, Sergipe e Alagoas aparecem todos com uma embarcação cadastrada. Paraná, Acre, Sergipe e Santa Catarina também possuem barcos pré-inscritos na Refeno. A Regata Internacional ainda conta com mais duas embarcações estrangeiras, sendo uma da Argentina e outra do Reino Unido, até o momento.

Os velejadores terão até o dia 28 de setembro para confirmar participação através do site http://www.refeno.com.br. Estão aptas para participar da Refeno as embarcações da classe ORC, RGS, Mocra, Multicasco, Catamarã, Multicasco Trimarã, Aço, Bico-de-Proa, Aberta e Turismo.

Como todos os anos, os barcos irão percorrer um total de 298 milhas náuticas, o que equivale a 545 quilômetros de distância entre o local de partida, no Marco Zero, e o de chegada, no Mirante do Boldró, em Fernando de Noronha.

Juliana Duque e Rafael Martins são campeões do Leste Brasileiro de Snipe

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Os baianos Juliana Duque e Rafael Martins venceram no último domingo o Leste Brasileiro da classe Snipe. O evento, que é tradicionalmente disputado em Cabo Frio no final do mês de julho, contou com a presença de 21 duplas, incluindo dois campeões mundiais (Mateus Tavares/Gustavo Carvalho, quartos colocados, e Bruno Bethlem, que correu com Rodrigo Lins, ficando com a segunda colocação). Seis regatas foram disputadas em três dias de competição.

Juliana e Rafael se preparam para tentar disputar o Pan-Americano, que, nesta próxima edição terá como obrigatoriedade a dupla mista para a classe Snipe. Enquanto a classificatória não chega, Juliana segue treinando na classe 470, em que pretende disputar os Jogos de Tóquio 2020.

Para ver o resultado completo, clique aqui.

Itajaí Sailing Team vence Regatas Lineares invicto

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O Itajaí Sailing Team – time de vela que representa a cidade em competições oficiais – dominou as disputas da classe IRC das Regatas Lineares, válidas como quarta etapa da Copa Veleiros de Oceano, e acabou o final de semana com 100% de aproveitamento. Com a vitória em quatro competições, a equipe garantiu o título da etapa – que valeu também como primeira do Campeonato Catarinense de Oceano – e está bem próximo de colocar a mão no bicampeonato do Campeonato Estadual, que será definido na Regata Marejada, em novembro. Continuar lendo “Itajaí Sailing Team vence Regatas Lineares invicto”

Luna Rossa é o desafiante da 36ª America´s Cup

O Royal New Zealand Yacht Squadron acaba de aceitar o desafio do Circolo dela Vela Sicillia como desafiante da 36ª America´s Cup. O representante italiano será novamente o Luna Rossa, que já contou com Torben Grael e Robert Scheidt na tripulação. As regras serão divulgadas em breve.

XXXVI AMERICA’S CUP. CIRCOLO DELLA VELA SICILIA CHALLENGER OF RECORD WITH LUNA ROSSA

The Royal New Zealand Yacht Squadron accepts the challenge of Circolo della Vela Sicilia, which becomes the Challenger of Record for the XXXVI America’s Cup.

Great Sound of Bermuda, 26th June, 2017.

Press Release.

The Royal New Zealand Yacht Squadron accepts the challenge of Circolo della Vela Sicilia, which becomes the Challenger of Record for the XXXVI America’s Cup.

The Royal New Zealand Yacht Squadron is pleased to announce that it has accepted a challenge from Circolo della Vela Sicilia which was received immediately upon the victory of Emirates Team New Zealand in the last race of the 35th America’s Cup.

As the first challenger, CVS will be the Challenger of Record for the 36th America’s Cup and its representative team will be Luna Rossa Challenge.

The 36th America’s Cup will be open to further challengers from any organized Yacht Club of a foreign country under conditions to be announced in due course.

RNZYS and its representative team, Emirates Team New Zealand, look forward to working with CVS and Luna Rossa Challenge to create an exciting future for the event by combining innovation with the traditional sporting values of the America’s Cup.

By the Commodores.

Steve Mair.

Royal New Zealand Yacht Squadron.

Agostino Randazzo.

Circolo della Vela Sicilia.

 

Emirates Team New Zealand é campeão da America´s Cup

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O placar 7×1, tão emblemático para brasileiros e alemães, também passa a fazer parte da história esportiva de Nova Zelândia e Estados Unidos. Mas não é por causa de futebol e sim, da vela. Nesta segunda-feira, 26 de junho, o Emirates Team New Zealand provou que tem um barco e uma equipe superior e levou para casa a America´s Cup após 14 anos.

 

O time comandado pelo jovem Peter Burling, medalha de ouro na 49er nos Jogos do Rio 2016, precisava de apenas mais uma vitória para recuperar o título. E foi isso que fez na tarde desta segunda-feira nas Bermudas, sede da competição. Aos 26 anos, Burling se tornou o mais novo timoneiro a vencer o troféu mais antigo ainda em disputa no esporte mundial.

“Fizemos o nosso trabalho direitinho hoje. Crescer na Nova Zelândia e ver o Team New Zealand ganhar a Copa e perder a Copa há 14 anos e agora estar aqui nas Bermudas e fazer história é muito bom”, disse Peter Burling, skipper do ETNZ.

“Investir nas pessoas certas e dar a eles responsabilidade foi a chave da vitória. Sabíamos que teríamos que ser diferentes e ter as pessoas que nos fariam ser diferentes”, disse Grant Dalton, CEO do ETNZ.

“Chegamos hoje achando que poderíamos vencer. Colocamos muito esforço na água e em terra e no final do dia vimos que o ETNZ era melhor e só temos que parabeniza-los. Acho que esta foi a melhor edição até agora. Foi tudo muito físico. Ainda não conversamos se vamos continuar a competir na America´s Cup. Aprendemos muito neste ciclo. Olhando para trás vejo que aprendemos muito. Eu gostaria de competir de novo na AC. É um sentimento que não dá para descrever”, disse James Spithill, timoneiro do Oracle Racing.

A trajetória da equipe neozelandesa até a taça foi marcada por inovação, tecnologia, técnica e uma capotada épica. O time optou por usar pedais ao invés de coffee grinders para regular a parte hidráulica do barco e os fóils e até contratou Simon van Velthooven, medalhista de bronze olímpico no ciclismo de pista para ajudar nos pedais. Os neozelandeses também inovaram ao usar um foil com formato diferente, levemente angulado, o que faz com que eles sejam o único time a ficar 100% fora d’água durante toda a regata.

Durante as disputas pela vaga na America´s Cup, os Kiwis passaram para a fase semi-final na segunda posição, perdendo apenas para o Oracle Racing (por isso o ETNZ começou a AC com -1 ponto). Na semi-final, eles optaram por velejar contra os ingleses do Land Rover BAR e garantiram a vaga na final após cinco vitórias e uma capotada épica em um dia com mais de 25 nós de vento. Na final, venceram o Artemis Racing por cinco a dois, repetindo o duelo contra os americanos pela terceira vez (a primeira foi entre o Star& Stripes, dos EUA, e o KZ1 em 1988, e a segunda em 2013, quando os Kiwiis ainda eram comandados por Dean Barker e sofreram a maior reviravolta da história da competição ao verem os americanos transformarem um 8×0 em 8×9 na disputa mais longa até hoje).

Diferente do que muitos pensam, a America´s Cup não tem uma periodicidade e só será disputada novamente quando algum time desafiar o ETNZ, defensor do título. Torcemos para os barcos voltem a ser monocascos, para que a disputa do real match race possa voltar às águas neozelandesas, como foi em 2000 e em 2003 com as disputas entre a Nova Zelândia e a Itália (5×0 para o NZ contra o Luna Rossa, que contou com o reforço de Torben Grael) e Nova Zelândia e Suíça (0x5 para o Alinghi) respectivamente.

Atualizado às 16h50

Veleiro de Joca Signorini na Volvo Ocean Race é batizado na Holanda

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Fãs da vela se reuniram na última quarta-feira (22), no porto da cidade holandesa de Hague, para dar boas-vindas ao novo veleiro da equipe AkzoNobel. A embarcação que participará da Volvo Ocean Race foi oficialmente batizada pela prefeita da cidade.
A apenas quatro meses do início da regata, o capitão Simeon Tienpont e sua equipe, incluindo o velejador brasileiro Joca Signorini, chegaram à Holanda para uma animada recepção e apresentaram o veleiro recém-construído a autoridades e fãs do esporte. Continuar lendo “Veleiro de Joca Signorini na Volvo Ocean Race é batizado na Holanda”

49er: Brasileiros terminam a semana de Kiel no top 20

Terminou no último domingo em Kiel, a tradicional semana de vela olímpica alemã. E as duas duplas brasileiras na classe 49er encerraram sua participação no top 20. Carlos Robles e Marco Grael foram os melhores, na 15ª colocação. A dupla teve como melhor resultado um quarto lugar na quarta regata da fase final. Já Robert Scheidt e Gabriel Borges velejaram melhor na fase classificatória, quando venceram uma regata, terminando na 17ª posição geral. Os vencedores foram os neozelandeses David Gilmour e Joel Turner.  Para ver o resultado completo, clique aqui.