Brasil é destaque no Sul-Americano de Snipe e leva o título Junior

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Terminou no último sábado em Buenos Aires o Campeonato Sul-Americano da classe Snipe. O evento contou com 41 duplas e o Brasil fez bonito com Juliana Duque e Rafael Martins levando para casa os troféus de vice-campeões mistos e gerais e Tiago Brito e Antonio Rosa levando o título na junior. O título geral ficou com Luis Soubie e Diego Lipszyc na geral e Lucho Pesci e Barbie Brotons na mista.

“Fomos segundos, mas estamos com gosto de primeiro na boca. Não vamos levar o troféu de volta, mas acredito termos feito um bom campeonato com todas as dificuldades: barco alugado, frio intenso, raia bem difícil, a maior parte do campeonato de vento muito fraco”, disse Rafael, que foi campeão em 2015 em Vitória.

“Ficamos muito satisfeitos com o resultado, pois conseguimos brigar de igual para igual com grandes nomes da classe. Infelizmente a regata que estávamos ganhando acabou sendo anulada, mas acabamos a apenas quatro pontos do terceiro colocado. Esta é a primeira vez que corro com o Totó e a ideia é continuar com a parceria. Somos muito amigos e conseguimos uma dupla bastante competitiva”, disse Tiago Brito, o Macaco, que foi campeão sul-americano jr em 2014, em Porto Alegre, ao lado de Victor Sabino.

O Brasil esteve representado ainda por:
Rafael Gagliotti / Henrique Wisniewski (5º)
Adriano Santos / Christian Franzen (8º)
Gabriel Kieling / Lucas Chilatz (13º)

Em 2018 o evento vai ser novamente disputado em Porto Alegre.

Confira os resultados:

Misto
Open

 

Mapfre volta a velejar na Espanha após mastro quebrado

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Duas semanas atrás, o MAPFRE  teve um problema durante treinamento na região espanhola da Galícia, que acabou danificando seu mastro, uma das peças principais de um barco. Neste sábado (15), 16 dias depois do ocorrido, o veleiro já está de volta à água. Os trabalhos de reparo foram realizados no estaleiro naval da Volvo Ocean Race, em Lisboa, Portugal. O VO65 MAPFRE já está pronto para todas as condições climáticas.

“O mastro é novo e, depois de sete dias de montagem, está pronto e aparentando estar bom” – afirmou Antonio “Talpi” Piris, chefe da equipe de terra do MAPFRE. A peça foi encomendada da Nova Zelândia. Em Lisboa, além da montagem do novo mastro, os trabalhos de reparo foram feitos no casco, quilha e lemes. Essas partes importantes de um veleiro foram prejudicas pela quebra do mastro. “O barco foi levado à Lisboa para reparar partes afetadas também, como bulbo e lemes. Revisamos o fundo do veleiro e até refizemos parte da pintura. A colaboração entre a nossa equipe de terra e do estaleiro da Volvo Ocean Race foi importante, deu bons frutos”.

Lembrando que o problema ocorreu na ilha de Ons (Pontevedra) com 25 nós (46,3 km/h) de vento e ondas de 4 metros de altura. O mastro foi o mesmo usado na edição 2014-15 da Volvo Ocean Race e o dano foi constatado na parte inferior da primeira cruzeta. Ninguém sofreu danos no incidente. A equipe agiu rápido e logo levou a embarcação para o estaleiro oficial da regata.

A tripulação fez oito horas de treino neste sábado para testar o barco e ver se tudo estava funcionando perfeitamente. “Hoje navegamos pela primeira vez e usamos as velas. O trabalho das equipes foi impecável, incrível e muito rápido”, disse o velejador Pablo Arrarte. “Tivemos sorte pelo ocorrido, pois foi agora e não atrapalhou muito o calendário, além de estar perto. Perdemos três dias de testes offshore. Isso se recupera na segunda fase de treinamento e tenho certeza de que estaremos 100% para a regata”.

Os próximos passos do MAPFRE incluem os treinos mais longos a partir do dia 18 com parte da tripulação e a seleção dos outros velejadores que farão parte do time.