Camiranga e Ventaneiro já estão prontos para a largada da Buenos Aires – Rio

No próximo sábado, dia 11 de fevereiro, dois barcos brasileiros estarão prontos para um super desafio: a regata Buenos Aires – Rio. A competição, que este ano chega a sua 25ª edição, tem 1200 milhas de puro desafio, do jeito que uma regata longa como esta deve ser e do jeito que os tripulantes do Camiranga e do Ventaneiro gostam.

O Soto 65 Camiranga, de Eduardo Plass, é o maior barco da competição. O time gaúcho tem feito bonito por onde passa, conquistando a fita-azul nas principais regatas oceânicas do Brasil e da América do Sul. A última vitória foi na regata Buenos Aires – Punta, disputada em janeiro. Para a Buenos Aires Rio o time será formado, além de Eduardo, por Samuel Albrecht, Gilcimar Percilio, Pedro Cruz, Diego Garay, Gonzalo Vertiz, Fabricio Streppel, Augusto Streppel, Fabio Santarosa, Miguel Virgilio, Gustavo Thiesen e Geison Mendez.

Já o Ventaneiro tem se aventurado em águas mais distantes e também representou o Brasil muito bem em eventos no Caribe, em 2016. Após a participação na Semana de Punta del Este, em janeiro, o time de Renato Cunha decidiu, assim, meio no susto, disputar a Buenos Aires Rio. “A ideia era correr o Circuito de Florianópolis, mas depois de um papo com a equipe lá em Punta decidimos participar da Buenos Aires – Rio. O barco já estava lá, pronto, e parte da tripulação também já estava disponível. Foi só uma questão de chamar mais alguns amigos e esperar a hora da largada”, disse o comandante.

Ao lado de Renato estarão Ricardo Ermel, André Nahoum, Felipe Diniz, Breno Osthoff, Alfredo Rovere, Sergio Goretkin Filho e Johnny King.

Quem quiser poderá acompanhar a regata no link: http://posicionadores.yca.org.ar/ A largada está prevista para as 15h, horário argentino, ou 16h, horário brasileiro.

Desde que foi disputada pela primeira vez, em 1947, a regata Buenos Aires – Rio teve quatro ganhadores brasileiros: Cairu II, de Jorge Geyer, em 1953; Pluft, de Israel Klabin, em 1971; Wa Wa Too, de Fernando Nabuco de Abreu, em 1977; e Madrugada, de Pedro Paulo Couto, em 1979. Para ver a lista completa de campeões, clique aqui. http://buenosairesrio.org.ar/historia/

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