Brasileiros são quintos colocados na etapa de Mônaco do J/70 Winter series

 

Entre os dias 9 e 11 Mônaco sediou o J/70 Winter Series. O evento reuniu 33 barcos de 11 países e o time do Manda Chuva, comandado por Mario Garcia, encerrou sua participação na 5ª colocação. O evento foi marcado por vento fraco e bastante rondado. “Velejamos bem conseguimos fazer boas largadas. Estivemos sempre na briga pelo pódio e por pouco não alcançamos nosso objetivo. O quinto lugar está de excelente tamanho”, disse o comandante. Além de Mario reforçaram a equipe Eduardo Soerense, Maurício Santa Cruz e Marcelo Maia.

Com quatro vitórias seguidas, Alinghi leva o título da Extreme Sailing Series

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Jesús Renedo

Terminou no último domingo em Sydney, na Austrália, a edição 2016 do Extreme Sailing Series. E depois de três vitórias consecutivas nas etapas de St Petersburg, Madeira e Lisboa, o time de Ernesto Bertarelli venceu mais uma e levou o troféu para casa pela terceira vez. O Alinghi também venceu em 2008 e 2014 a bordo dos Extreme 40.

Vinte e cinco regatas foram disputadas em quatro dias nesta última etapa. SAP Extreme Sailing Team e Oman Air completaram o pódio. O resultado completo pode ser visto aqui.

Gaetano Mura se choca com um OFNI

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O italiano Gaetano Mura, que está tentando bater o recorde de volta ao mundo em solitário a bordo de um Classe 40 se chocou com um Objeto Flutuante Não Identificado (OFNI) entre os dias 9 e 10 de dezembro. No momento da batida ele velejava a 13 nós a sudoeste de Madagascar.

“Boas notícias. Testei o leme esquerdo! Depois de aplicar alguns reforços, coloquei ele na água de novo e o reparo diminuiu as oscilações e o barulho em 90% nesta condição de pouca velocidade e muita onda. Quando tiver em uma área mais calma, vou inspecionar a área na frente dos lemes. Tenho certeza que agora não há nenhum dano estrutural ou quebras”, disse ele.

Para acompanhar Gaetano, clique aqui.

Sistema de alta pressão diminui a velocidade dos líderes da Vendée Globe

Trinta e sete dias já se passaram e tanto Armel Le Cleac’h, quanto Alex Thomson seguem abrindo vantagem na liderança da Vendée Globe. Quase 1400 milhas separam o líder Le Cleac’h do terceiro colocado Paul Meilhat, o que não quer dizer que a vida no front esteja fácil. Os dois passaram por um sistema de alta pressão que diminuiu a velocidade dos barcos a quase 0. Como Le Cleac’h conseguiu acelerar antes, a vantagem dele para Thompson quase que dobrou e na manhã desta terça-feira está em 188 milhas. Pouco mais de 800 milhas separam o líder do temido Cabo Horn.

Enquanto isso, Yann Elies, Jean-Pierre Dick e Jean Le Camestão fugindo de um sistema de baixa pressão, que pode ocasionar ventos de até 55 nós. Dick informou sua equipe que seguirá para o norte e cruzará o estreito de Bass para evitar a tempestade.

Para ver o tracking da regata, clique aqui.

Delegação brasileira embarca para a disputa do Mundial da Juventude na NZ

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Com 14 jovens velejadores, a delegação brasileira disputa o Mundial da Juventude, em Auckland, na Nova Zelândia, em competição marcada para o período de 14 a 20 de dezembro, nas classes RS:X (masc. e fem.), 420 (masc. e fem.), Laser Radial (masc. e fem.), 29er (masc. e fem.) e Nacra 15 (aberta para duplas masculinas, femininas ou mistas). As primeiras regatas estão previstas para o próximo dia 16 — por causa do fuso horário, no horário de Brasília a competição começa na madrugada de quinta para sexta-feira.

“Vamos para o campeonato com uma equipe cheia de gás. A vela é um esporte de carreira longa para o atleta. Então, nosso foco principal, mais do que o resultado em si, é dar a esses velejadores experiência com barcos que servem de base para as classes olímpicas, num ambiente de competição internacional de alto nível”, diz Alexandre Saldanha, o Spanto, que chefiará a delegação brasileira e foi técnico de Robert Scheidt nos Jogos Rio 2016.

O Brasil estará representado em todas as classes, com oito velejadores e seis velejadoras. No Mundial da Juventude de 2015, o país conquistou duas medalhas: prata, com Leonardo Lombardi e Rodrigo Luz (420 masculino); e bronze com Brenno Francioli (RS:X masculino). A vela brasileira tem um histórico de sucesso no Mundial da Juventude, incluindo os ouros de Robert Scheidt (1991), Martine Grael e Kahena Kunze (2009), atletas que depois se tornariam medalhistas em Jogos Olímpicos.

Os velejadores do Brasil no Mundial da Juventude 2016

Nome Idade Classe
Lucas Cazale Bonioli Cardoso 16 29er
Lucas Bethlem Mirow 17 29er
Gustavo Luis Ribeiro Abdulklech 17 420
Pietro Motta Geronimi 17 420
Natascha dos Santos Böddener 18 Laser Radial
Daniel Rocha Pereira 17 RSX
Carlos Eduardo Lins Monteiro Lopes 15 Nacra
Rafael Melo Rizzato 17 Nacra
Joao Emilio Mendes de Vasconcellos 16 Laser Radial
Helena Van Swaay De Marchi 17 29er
Nicole Schiavo Buuck 16 29er
Olivia Belda 16 420
Marina Mariutti Carioba Arndt 15 420
Larissa Ricci Schenker 16 RSX