Perpetual Loyal estabelece novo recorde da Sydney Hobart

E não é que o tempo estava realmente bom para quebra de recorde na Sydney Hobart? O Perpetual LOYAL, um maxi de 100 pés de Anthony Bell, estabeleceu uma nova marca ao cruzar a linha de chegada em Hobart após um dia, 13 horas, 31 minutos e 20 segundos no mar, quatro horas, 51 minutos e 52 segundos a menos que o recorde estabelecido pelo Wild Oats XI em 2012.

“Este barco navega bem em algumas condições e mal em outras. Tivemos tempo para corrigir os erros na primeira tarde e nos preparar para as condições favoráveis que viriam no segundo dia”, disse Tom Addis, navegador do Perpetual LOYAL, que também estava a bordo do Wild Oats em 2012.

A tripulação de 18 velejadores contou com o reforço de Tom Sligsby, medalhista olímpico de ouro e melhor velejador de 2010.

Thomas Coville baixa em oito dias o recorde de volta ao mundo em solitário

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E não é que ele conseguiu? Thomas Coville, a bordo do seu maxitrimarã SODEBO de 131 pés, é o novo recordista de volta ao mundo em solitário. O francês acaba de completar as 24.800 milhas ao redor do globo em impressionantes 49 dias, 3 horas, 7 minutos e 38 segundos, oito dias, 10 horas, 26 minutos e 28 segundos a menos que a menos que o antigo recorde, estabelecido por Francis Joyon em 2008. Joyon, aliás, está no mar tentando conquistar o Trofeu Julio Verne de barco tripulado mais rápido a dar a volta ao mundo.

 

Cape 2 Rio larga dia 1º de Janeiro com o Saravah como representante brasileiro

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No dia 1º de janeiro um seleto grupo de velejadores brasileiros terá um super desafio pela frente: Sob o comando de Pierre Joulie, o Saravah será o representante brasileiro na Cape2Rio, regata que larga na Cidade do Cabo, na África do Sul, e chega na Cidade Maravilhosa. Além de Pierre, o Team Angola Cables – Mussulo, de bandeira angolana, também terá um reforço brasileiro, o baiano Leonardo Chicourel. Os dois barcos terão pela frente um desafio de 3.357 milhas atravessando o Atlântico.

Pierre é um velejador experiente, que já disputou duas Buenos Aires – Rio. Para esta competição ele contará com o reforço de Antonio Bernardes Esteves, Silvio Barge Bhering, Ronaldo Basilio Pereira de Souza, Joao Claudio Basilio Pereira de Souza e Danilo Balbi.

Antes de partir ele achava que a parte mais dura seria chegar na África do Sul, mas agora que já estão por lá, a coisa muda um pouco de figura e o time precisa correr com os preparativos. “A largada da regata costuma ser desafiadora. Até a chegada no Rio de Janeiro acho que vamos encontrar de tudo, incluindo uma velejada deliciosa e situações que colocarão à prova a nossa tripulação”, disse ele. Continuar lendo “Cape 2 Rio larga dia 1º de Janeiro com o Saravah como representante brasileiro”

Flotilha da Vendée Globe começa a cruzar o Cabo Horn

Hugo Boss, skipper Alex Thomson (GBR) at start of the Vendee Globe, in Les Sables d'Olonne, France, on November 6th, 2016 - Photo Jean-Marie Liot / DPPI / Vendee GlobeHugo Boss, skipper Alex Thomson (GBR) au départ du Vendée Globe, aux Sables d'Olonne l

Armel Le Cleac’h e Alex Thompson já estão navegando no Atlântico. Os dois cruzaram o Cabo Horn e seguem o rumo de volta para casa. O primeiro a passar pelo temido cabo foi Le Cleac’h, na sexta-feira. O mar estava pouco agitado e com o início da subida do Atlântico ele conseguiu abrir mais de 400 milhas de vantagem sobre Alex.

Já para Thompson a coisa não foi assim tão fácil. Primeiro velejador na história da competição a cruzar o Cabo Hon no dia do natal, ele enfrentou rajadas de até 50 nós, mas pôde passar a 1.5 de terra, o que deu a ele um bom motivo para celebrar a data. “Comi o bolo de natal entre uma rajada e outra”, disse ele.

Já no Atlântico, ele está velejando um pouco mais rápido que Le Cleac’h, o que significa que a distância entre eles começou a diminuir.

Para acompanhar a regata em tempo real, clique aqui.

Geison Mendes e Gustavo Thiesen são campeões brasileiros da classe 470

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A flotilha do Veleiros do Sul mostrou sua força no Brasileiro da classe 470 que encerrou nesta quinta-feira em Ilhabela (SP). A dupla Geison Mendes e Gustavo Thiesen/VDS/Marinha do Brasil conquistou o título brasileiro, Ricardo Paranhos e Thiago Ribas foram os campeões da categoria júnior e terminaram na terceira colocação geral. E para completar o pódio, Pedro Corrêa e Rodolfo Streibel ficaram na vice colocação na júnior e quarto lugar no geral.

A flotilha do VDS deixou sua participação marcada no Brasileiro pelo nível técnico dos seus velejadores, e a excelente estreia dos duplas de juniores. O time do VDS foi acompanhado pelo técnico Juan Sienra e compete com barcos adquiridos pelos projetos Vela Olímpica, do Ministério do Esporte e pelo Formação Olímpica da Confederação Brasileira de Clubes (CBC).  O evento foi uma realização do Yacht Club de Santo Amaro, BL3 Armação e Confederação Brasileira de Vela com a participação de 10 barcos do RS, SP e RJ. O próximo desafio da flotilha será em março no Sul-americano de 470 no Veleiros do Sul em Porto Alegre.

Sydney Hobart larga com previsão de vento forte pela frente

Oitenta e oito barcos partiram de Sydney nesta segunda-feira, 26 de dezembro, rumo a Hobart, na tradicional Sydney Hobart Race. O dia estava lindo e o vento na medida, o que fez com que esta fosse uma das largadas mais lindas dos últimos tempos. A previsão para o percurso é de ventos fortes, o que pode fazer com que recordes sejam quebrados. Pensando nisso, o Wild Oats, de 100 pés, reforçou a tripulação e está velejando com 22 pessoas a bordo.

Líder da Vendée Globe é esperado no Cabo Horn nesta sexta-feira

Photo sent from the boat Banque Populaire VIII, on December 14th, 2016 - Photo Armel Le Cleac’h

Photo envoyée depuis le bateau Banque Populaire VIII le 14 Décembre 2016 - Photo Armel Le Cleac’h

Armel Le Cleac’h está cada dia mais isolado na liderança da Vendée Globe. A previsão é que ele cruze o Cabo Horn nesta sexta-feira com a maior distância para o segundo colocado já vista na história da competição. Alex Thomson, que vem logo atrás, está a 762 milhas do líder. Esta é a terceira vez consecutiva que Le Cleac’h cruza o Cabo Horn na competição entre os top 3.

Acompanhe o tracking da regata aqui.

Preben Schmidt e Neptunos encerram o calendário carioca de vela oceânica

Já é tradição. O último final de semana de regatas oceânicas do ano no Rio de Janeiro tem a Preben Schmidt no sábado e a Neptunos no domingo. E as duas sempre acabam em festa. Este ano as disputas foram nos dias 17 e 18 de dezembro. O sábado não estava lá com muita cara de verão e até choveu em alguns momentos. O evento apareceu de tudo quanto é jeito: fraco, forte, com chuva e sem chuva e não foi motivo para espantar o pessoal da raia, já que 80 barcos estiveram presentes. Já o domingo foi de sol e 33 barcos se inscreveram para a disputa.

Para conferir o resultado da Preben clique nos links abaixo.

Bico de Proa A
Bico de Proa B
Bico de Proa C
Bico de Proa D
Categoria 1
Categoria 1 medidos
ORC
IRC
RGS

Já o resultado da Neptunos pode ser visto aqui.

 

IDEC veleja atrás do tempo de referência do Trofeu Julio Verne

Há seis dias o IDEC partiu para mais uma tentativa de conquista do Trofeu Julio Verne, a segunda em um mês. Porém, mais uma vez o time de Francis Joyon está atrás do tempo de referência de 45 dias 13 horas 42 minutos e 53 segundos. Nesta quinta-feira pela manhã eles estavam navegando a pouco mais de 8 nós, tentando sair da zona do Equador, que tem ventos mais fracos.

Para acompanhar o desempenho do barco, clique aqui.

Brasil conquista dois sextos lugares no Mundial da Juventude na Nova Zelândia

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A Equipe Brasileira de Vela Jovem encerrou nesta terça-feira, dia 20, sua participação no Mundial da Juventude 2016, em Auckland, Nova Zelândia. Após cinco dias de disputa, o país saiu do evento tendo seus resultados mais expressivos na classe 420. Na disputa feminina, Olivia Belda e Marina Arndt terminaram na sexta colocação, com 48 pontos perdidos, a apenas quatro pontos de um lugar no pódio. Na disputa masculina, Gustavo Abdulklech e Pietro Geronimi também ficaram em sexto lugar, com 60 pontos perdidos.

“A experiência que a gente ganhou aqui foi incrível. A gente aprendeu bastante, melhorou bastante ao longo do campeonato. Dá para ver pelos resultados. Mesmo não tendo chegado aonde a gente queria no final, foi bom”, disse Olivia Belda, de apenas 16 anos, timoneira da embarcação, para a equipe de comunicação da Federação Internacional de Vela (World Sailing).

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