Público elege foto mais bonita no concurso Mirabaud Yacht Racing Image

Já está no ar o concurso mais bonito da vela mundial, o Mirabaud Yacht Racing Image, que reúne 80 das mais lindas fotos de vela tirada ao longo deste ano e no final de 2015. Concorrem fotógrafos do mundo todo, incluindo alguns que estiveram presentes nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, como Jesús Renedo, Pedro Martinez, Matias Capizzano, Daniel Forster, Juerg Kauffmann, Martial Gobet, Gilles Martin-Raget, Richard Gladwell, dentre outros.

Cada fotógrafo pode inscrever apenas uma foto e concorre a três prêmios: Mirabaud Yacht Racing Image, maior prêmio do concurso, entregue para a melhor foto eleita por um painel de especialistas; Yacht Racing Forum Award, foto mais votada pelos 700 delegados que participam da Conferência Anual da Federação Internacional e pelos os 300 delegados que participam do Yacht Racing Forum, dentre 20 escolhidas por um painel de especialistas; e Public Prize, que elege a foto mais bonita na opinião do público.

Para votar nesta última categoria, clique aqui e escolha a(s) mais bonita(s).

 

Cabanga Iate Clube, de Pernambuco, será sede da Copa da Juventude 2017

O Cabanga Iate Clube de Pernambuco sediará a Copa da Juventude de 2017, considerada a maior competição de Vela Jovem do Brasil. O torneio é seletiva para o Mundial da Juventude. A previsão do atual comodoro do Cabanga, Jaime Monteiro Jr., é realizar o evento entre os dias 9 e 16 de abril na sub-sede em Maria Farinha, Litoral Norte de Pernambuco.

“O investimento na Vela Jovem é um dos grandes pilares do Cabanga. Nosso objetivo é incentivar a participação de um número recorde de jovens velejadores do nosso clube na Copa da Juventude”, comentou Jaime Monteiro Jr, destacando o ano vitorioso da vela do Cabanga em 2016. “Tivemos o campeão brasileiro geral de Optimist, Tiago Monteiro; a campeã brasileira feminino, Marina da Fonte; a dupla campeã do Brasileiro de Dingue, Leonardo Almeida e Miguel Andrade. Sem contar com o excelente desempenho da Flotilha de Optimist na Semana de Vela de Bueno Aires e das embarcações na classe Oceano com Patoruzu e Jahú 2 chegando na segunda posição das duas últimas edições da Refeno”, destacou o comodoro.

A realização da Copa da Juventude vem em um excelente momento para o Cabanga, que hoje possui um número grande de velejadores que estão deixando o Optimist por conta da idade. “Vários atletas nosso estão estourando idade do Optimist (até 15 anos) e migrando para as classes da Vela Jovem. Realizar uma competição desse porte em casa é um incentivo para essa garotada e projetará o Cabanga para o cenário nacional da vela jovem”, destacou o treinador de vela do Cabanga, Edival Júnior.

“A flotilha da Vela Jovem do Cabanga, seguindo os passos da flotilha de Optmist, começa a despontar no cenário nacional. Apesar da tímida participação na competição deste ano, realizada no Rio de Janeiro, nossos três representantes – Helena Granja, Marina Hutzler e Vinicius Gondin – marcaram oficialmente o início de uma grande flotilha que se forma. Mais de 15 atletas estão em preparação para reapresentar o Clube na Copa da Juventude do próximo ano. A comodoria do Cabanga segue investindo pesado na compra de barcos e na disponibilização de técnicos qualificados para oferecer o suporte necessário à formação desses atletas”, disse Rosana Gondin, capitã da Flotilha de Vela Jovem do Cabanga.

A Copa da Juventude reúne velejadores brasileiros abaixo de 19 anos nas classes Laser Radial; 420; RS:X; 29er e Hobie Cat 16. Os vencedores em cada classe na Copa da Juventude formam a Equipe Brasileira de Vela Jovem que irá representar o país no Mundial da Juventude. A competição é a porta de entrada para o velejador que sonha em representar o Brasil nos Jogos Olímpicos, caminho das campeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze, que, antes de conquistarem a medalha de ouro na classe 49er FX nos Jogos do Rio 2016, disputaram e conquistaram a Copa Brasil e o Mundial da Juventude.

Experiências:
Além da competição dentro da água, a Copa da Juventude tem como objetivo a realização de uma verdadeira imersão no mundo da vela. Ao longo de toda competição, nomes importantes da vela nacional ministram clínicas e palestras para os jovens velejadores. O evento no Rio de Janeiro contou com a participação do medalhista olímpico, Robert Scheidt; da dupla Martine Grael e Kahena Kunze, campeãs olímpicas nos Jogos Rio 2016 na classe 49erFX, do seu técnico, Javier Torres, entre outros nomes de peso da vela nacional. “Nós queremos sempre revelar novos nomes, descobrir novos talentos. Queremos sempre incentivar a participação dos jovens nas competições”, afirmou o diretor executivo da CBVela, Daniel Santiago.

Pai e filho lideram Brasileiro de Flash 165

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Começou neste sábado no Yacht Club Santo Amaro, clube parceiro do Notícias Náuticas, a primeira edição do Campeonato Brasileiro da Classe Flash 165. Onze embarcações estão inscritas na competição, com dez terminando as duas regatas do sábado, dia que começou vento fraco. Domingo o vento não apareceu, obrigando o cancelamento das provas.
Após duas regatas, Mauro e Gabriel Marques, pai e filho sócios do YCSA, lideram a competição com um primeiro e um segundo lugares. Armando Henriques e Paulo Rodrigues também do YCSA, vem logo atrás na 2ª colocação. A dois passos do bronze, está a dupla formada pelo coordenador da classe Walter Adoglio e Marcelo Monteiro, da Pera Náutica, comandando o elegante Bigorrilho.
A disputa continua no próximo final de semana, quando serão conhecidos os primeiros campeões brasileiros da recém criada classe Flash 165. Nesta quarta-feira, haverá premiação parcial (medalhas) no Santé Bar, um dos patrocinadores do campeonato

Volvo Ocean Race anuncia mudanças no sistema de pontuação

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A sétima mudança anunciada pela Volvo Ocean Race para a próxima edição da competição trata do sistema de pontuação, que incentiva as equipes a se arriscarem mais e assim dividir a flotilha. A partir de agora, vencerá o time que tiver mais pontos, que poderão ser ganhos das seguintes formas:

– As pernas que passam pelo mar do Sul (da Cidade do Cabo para Hong Kong e de Auckland para Itajaí, no Brasil), mais a perna do Atlântico Norte que vai de New Port para Cardiff terão pontuação dobrada

– O vencedor de cada perna vai ganhar um bônus (primeiro ganha 10, segundo oito, terceiro 7, e por aí vai)

– O primeiro barco a cruzar o mítico Cabo Horn também ganhará um bônus

– O barco que fizer o tempo acumulado mais curto da volta ao mundo leva um bônus

– Assim como na última edição, as regatas inport seguirão como critério de desempate, caso no final, em The Hague, duas ou mais equipes tenham a mesma pontuação

“Uma das coisas mais legais que aconteceram quando mudamos para barcos one design em 2014/15 foi ver regatas extremamente disputadas ao redor do mundo, mas havia um pouco da mentalidade de ‘ovelha’, com nenhum barco querendo desgarrar da flotilha por medo de ser deixado para trás ou por apenas querer manter uma média. Precisamos de algo que encoraje as equipes a traçarem estratégias mais arriscadas. Melhoramos o sistema de ponto, mas também estamos considerando coisas como um blackout, com as equipes entrando em stealth mode (quando elas desaparecem do radar dos outros concorrentes), ou como informações sobre a previsão do tempo, o que fará com que os navegadores usem mais o seu próprio julgamento em alguns momentos”, disse Mark Turner, CEO da Volvo Ocean Race.

 

Trofeu mais antigo do mundo, América´s Cup divulga calendário das finais em 2017

 

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A organização da America´s Cup divulgou nesta terça-feira o calendário da 35ª edição da competição. O evento vai ser disputado nas Bermudas, no Caribe, entre os dias 26 de maio e 23 de junho de 2017.

As primeiras regatas serão disputadas pelos seis times (cinco possíveis desafiantes mais o defensor do título) em uma série classificatória, chamada de Louis Vuitton America´s Cup Qualifiers, com dois round robins, ou seja, os seis times se enfrentarão duas vezes. A primeira regata será disputada pelo Oracle Team USA (defensor do título) e pelo Groupama Team France no dia 26 de maio. Esta fase termina no dia 3 de junho. Um detalhe interessante é que os dois primeiros colocados da America´s Cup World Series, evento que terminará em novembro próximo em Fukuoka, no Japão, chegarão nesta fase com dois e um pontos de vantagem respectivamente. O vencedor desta fase classificatória também terá um ponto de vantagem caso seja o OTUSA ou outro time que chegue na America´s Cup Match.

A partir do dia 4 de junho, os quatro melhores da fase classificatória, com exceção do OTUSA que avança direto para a America´s Cup Match, disputam as semifinais e nos dias 10, 11 e 12, os dois melhores disputam as finais. Esta fase será chamada de Louis Vuitton America´s Cup Challenger Playoffs.

Nos dias 17, 18, 24 e 25 de junho todos os olhares do mundo da vela estarão voltados para a disputa da America´s Cup Match e o título vai para aquele que marcar sete pontos primeiro. Caso seja necessário, as equipes poderão competir nos dias 26 e 27 de junho também.

VEJA O CALENDÁRIO COMPLETO

“As pessoas vão testemunhar as regatas da America’s Cup como nunca antes. O esforço mental e físico que é exigido dos atletas cresceu muito. Os catamarãs serão mais rápidos do que da última edição, mais manobráveis e deverão voar sobre foils em praticamente todo o percurso, desde que haja a condição perfeita. Mais importante, acho que a competição vai ser acirrada. Temos seis times excelentes se preparando para o próximo ano e tudo indica que teremos uma das mais difíceis e competitivas America´s Cup dos últimos 165 anos”, disse James Spithill, skipper do OTUSA.

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Competições paralelas:

Enquanto o defensor e o desafiante se preparam para a grande disputa da America´s Cup, duas outras competições serão disputadas nas águas transparentes das Bermudas. A primeira será a Red Bull Youth America´s Cup, nos dias 12, 13, 15, 16, 20 e 21 de junho, que terá até 16 times de jovens velejadores a bordo dos AC45, catamarãs que estão sendo usados na ACWS, e a America´s Cup J Class Regatta, nos dias 16, 19 e 20 de junho, que reunirá os clássicos barcos da classe J.

Sobre a America´s Cup:

Trofeu mais antigo do mundo ainda em disputa, foi conquistado pela primeira vez em 1851 pela escuna America, em uma regata de volta a ilha de Wight, na Inglaterra. Atualmente está sob os cuidados do Golden Gate Yacht Club, que é representado pelo Oracle Team USA.