Martine Grael e Kahena Kunze recebem Ordem dos Veleiros da Escola Naval

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A dupla de velejadoras campeã olímpica Martine Grael e Kahena Kunze, ambas terceiro sargento da Marinha do Brasil, vão receber nesta sexta-feira, 14/10, a Ordem dos Veleiros da Escola Naval. A condecoração será durante a premiação da 71ª Regata a Vela, maior evento náutico da América Latina, que aconteceu no domingo (9/10) no Rio de Janeiro e contou com a presença da dupla.

A Ordem dos Veleiros da Escola Naval foi fundada em 14 de janeiro de 1941 pelo então Contra-Almirante Alberto de Lemos Basto, na época diretor da Escola Naval. Sua finalidade era comemorar o início da participação da Escola em grandes regatas a vela, bem como distinguir os Aspirantes que nelas se destacassem. Além de, excepcionalmente, pessoas externas ao Grêmio, militares ou civis, por serviços relevantes prestados ao iatismo na Escola Naval e no Brasil.

Possui os seguintes graus: Marinheiro, Patrão, Capitão e Capitão-Mor, sendo este último reservado ao Comandante da Escola Naval em exercício. Os agraciados recebem distintivos e diplomas referentes ao grau conquistado e têm seus nomes lançados em livro histórico, que é escriturado desde 1941.

Race Village da VOR terá maior interação entre público e equipes

E a organização da Volvo Ocean Race segue divulgando as novidades para a edição 2017/18 da competição. Após anunciar uma maior abertura para a participação feminina, a possibilidade de os velejadores interagirem com os fãs através das redes sociais e a construção do oitavo barco da flotilha de VO65, agora a novidade vem na montagem das race villages nos locais de paradas da regata ao redor do mundo.

A ideia é que as bases das equipes façam parte desta race village, permitindo que a interação com o público seja maior. O que antes ficava nos bastidores, agora estará exposto, em um ambiente natural.

“Estamos tentando trazer os fãs para a nossa sala, permitindo que eles sintam o que realmente acontece por ali”, disse Richard Mason, diretor de operações da VOR.

Estas bases serão montadas e desmontadas pela organização, permitindo que os times foquem apenas na competição, reduzindo o investimento milionário que é fazer uma campanha de volta ao mundo. Além disso, este será mais um local para que os patrocinadores possam divulgar suas marcas e trabalhar melhor a parte de hospitalidade.

“Na Volvo Ocean Race, timing é tudo e a habilidade de construir e desmontar estas Race Villages rapidamente será vital. Estamos sempre buscando inovação e esta solução é incrível. O contêiner já virou parte da estrutura, então é uma solução muito eficiente e irá reduzir a quantidade de contêineres que enviamos ao redor do mundo em 60%”, completou , Quérine van Osc, diretor de experiência das Race Villages.

 

 

 

Organização divulga AR da última etapa do Pernambucano de Dingue

No próximo dia 16 de outubro a flotilha de Dingue de Pernambuco se reunirá em Maria Farinha para a disputa da última etapa do Campeonato Estadual. Estão programadas três regatas barla-sota quatro pernas. As inscrições custam R$ 30,00 e devem ser feitas, preferencialmente, por transferência bancária. Para informações sobre a conta, entrar em contato através do e-mail dinguepernambuco@hotmail.com. Para ver o AR completo, clique aqui.

Volvo Ocean Race confirma construção de mais um barco – o 8º – para edição 2017/18

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A Volvo Ocean Race confirmou, nesta quarta-feira (10), a construção do seu oitavo barco, que será usado já na edição 2017-18 da regata de volta ao mundo. O veleiro de design único (Volvo Ocean 65) se junta aos outro sete que estavam na temporada passada e passam por um processo de revisão e adequação. “Não era esperada a construção de mais um barco. Agora temos uma grande chance de ter oito na próxima regata”, falou Nick Bice, diretor de barcos e manutenção da Volvo Ocean Race.

A edição passada teve ao todo sete veleiros, que foram construídos de maneira igual pela própria organização. A regra persiste para o ano que vem. “Não haverá absolutamente nenhuma vantagem em termos de desempenho ou de confiabilidade. O novo barco será idêntico aos outros sete”, completou Nick Bice.

“Todos os Volvo Ocean 65 foram construídos com objetivo de serem usados em duas edições pelo menos. Vale dizer que os da temporada passada estão em boas condições”. 

A Persico Marne, que fará a construção do novo barco na Itália, vai usar os mesmos moldes dos outros. Após a conclusão, o veleiro será entregue ao The Boatyard – estaleiro naval situado em Lisboa, Portugal, onde passará por testes de medição rigorosa.

“Quando se trata de medição, criamos um processo totalmente transparente. Qualquer pessoa de qualquer equipe pode ver os barcos sendo medidos em nossas instalações”, disse Nick Bice.

A organização da regata já faz na capital portuguesa o processo de readequação dos barcos. O objetivo é garantir que a estrutura e todos os equipamentos aguentem as 45 mil milhas náuticas da Volvo Ocean Race 2017-18. Será feito um upgrade nos equipamentos de comunicação, segurança, energia e na parte elétrica.

A Volvo Ocean Race larga de Alicante, na Espanha, em outubro de 2017, e termina sua jornada por 11 cidades em oito meses na parada de Haia, na Holanda. Brasil e Portugal serão destinos da volta ao mundo em Itajaí e Lisboa, respectivamente.