Vento forte marca o terceiro dia da vela paralímpica       

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Se nesta terça-feira o dia foi devagar, com vento fraco e regatas canceladas, a quarta-feira foi totalmente o oposto. O vento forte que soprou com até 20 nós permitiu a realização de três regatas para as três classes paralímpicas de vela. A Austrália lidera nas classes Sonar e Skud, enquanto a Alemanha lidera na 2.4. O Brasil aparece em 12º na Sonar, 9º na Skud e 15º na 2.4. O resultado completo pode ser visto aqui. Para esta quinta-feira estão previstas mais duas regatas, com largada a partir das 12h.

Brasileiros lideram o Mundial de Soling

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A tripulação do Veleiros do Sul formada por Nelson Ilha, Manfredo Flöricke e Gustavo Ilha passou a liderar o Mundial de Soling nesta quarta-feira no Canadá. O trio do barco Equilibrium fez 1º e 2º nas terceira e quarta regatas, respectivamente. Em segundo estão os canadenses William Abbott, Joanne Abbott e Scott McNeill.
A segunda equipe brasileira no camperonato, composta pelos irmãos Henrique, Fernando e Pedro Horn Ilha do Rio Grande Yacht Club, estão em 15º lugar na geral.Veja a súmula

O Mundial de Soling segue nesta quinta-feira no Kingston Yacht Club em Ontário e conta com a participação de 24 equipes de cinco países.

Bart’s Bash agita a vela mundial pelo terceiro ano

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Pelo terceiro ano consecutivo a ONG Andrew Simpson Sailing Foundation vai promover a Bart’s Bash Regatta, um evento global que em 2016 tem como objetivo divulgar a vela adaptada ao redor do planeta. Este ano as regatas serão disputadas nos dias 17 e 18 de setembro. Qualquer clube pode participar e qualquer classe é bem vinda, bastando acessar o site http://www.bartsbash.com/ e se inscrever. Até o momento mais de 3400 velejadores, de 335 clubes, em 53 países já confirmaram a participação no evento. Por enquanto, apenas o Yacht Club Santo Amaro, parceiro do Notícias Náuticas, e o Yacht Club Paulista estão participando no Brasil.

A Andrew Simpson Sailing Foundation foi criada em homenagem ao velejador Andrew ‘Bart’ Simpson, que faleceu em 2013 quando treinava para a America´s Cup em São Francisco.

Caiçara é o barco a ser marcado na classe C30 em Ilhabela

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marcos mendez/sail station

O barco Caiçara obteve rara superioridade diante de seus adversários na sempre equilibrada classe C30, a mais acirrada do Campeonato Paulista de Oceano. Abriu a terceira e penúltima etapa da temporada com hegemonia absoluta ao conquistar cinco vitórias nas seis primeiras regatas em 10 e 11 de setembro. O desafio da tripulação comandada por Marcos de Oliveira Cesar será confirmar o favoritismo adquirido, nas provas decisivas deste fim de semana (17 e 18) no Yacht Club de Ilhabela (YCI). O +Realizado venceu uma regata.

“As condições de vento e de mar nos ajudaram bastante e ainda pudemos perceber que as trocas de dois tripulantes devido às circunstâncias foram bem sucedidas. O Caiçara anda bem no vento mais forte e soubemos aproveitar as rajadas de leste acima de 15 nós”, justifica o comandante Marcos Cesar. “Também foi acertada a substituição de uma das velas por outra que não estávamos acostumados a usar. Um conjunto de fatores nos favoreceu, mas sabemos que será difícil repetir no próximo fim de semana outra série de vitórias em uma classe tão competitiva, com adversários de nível elevado e semelhante.

Caiçara lidera a etapa com cinco pontos perdidos, seguido por +Realizado (José Luiz Apud) com 12 pontos e Kaikias (Felipe Echenique) com 13 pontos. “Foram regatas intensas, muito disputadas. Chegamos a ter cinco barcos separados por uma diferença inferior a dez segundos, o que mostra o nível da classe C30. Pode parecer clichê, mas diante desse equilíbrio, a vitória torna-se questão de detalhes”, avalia Ricardo Apud, trimmer (regulador) da vela balão do +Realizado.

O Caballo Loco (Mauro Dottori) chegou a Ilhabela como líder do Campeonato Paulista e ocupa o quarto lugar na etapa com 17 pontos, à frente do Barracuda (Humberto Diniz) com 21 pontos. A previsão para o fim de semana decisivo é de rajadas de leste com 15 nós (cerca de 28 km/h) novamente no sábado e vento mais rondado de sudoeste a sueste com oito ou nove nós durante o domingo. São esperados 30 barcos incluindo-se as classes RGS e HPE 25.

Classificação parcial da terceira etapa após seis regatas (um descarte)

1. Caiçara (Marcos de Oliveira Cesar): 1+1+(3)+ 1+1+1 = 5 pp
2. +Realizado (José Luiz Apud): 2+3+1+4+2+(5) = 12 pp
3. Kaikias (Felipe Echenique): (4)+2+2+3+3+3 = 13 pp
4. Caballo Loco (Mauro Dottori): 3+4+4+(5)+4+2 = 17 pp
5. Barracuda (Humberto Diniz): (5)+5+5+2+5+4 = 21 pp

Da assessoria

RGS terá disputa acirrada na terceira etapa da Copa Suzuki

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Os veleiros de oceano que participam da Copa Suzuki, especialmente a flotilha da RGS, têm um motivo a mais para a disputa das regatas do próximo final de semana.
Além da vitória na etapa da Copa Suzuki, uma boa colocação melhora o posicionamento no Paulista de Oceano, que começou em Ubatuba, tem continuidade nesta etapa e terminará em Santos, nos próximos dias 1, 2 e 8 de outubro.
 
O atual líder do paulista é o veleiro que manteve também uma regularidade impressionante nas últimas regatas da Copa Suzuki. O Montecristo, de Julio Cechetto, venceu todas as regatas do último final de semana, em Ilhabela:
 
“Nas etapas anteriores estávamos com um jogo de velas novas que não renderam ao barco a performance que acreditávamos ser a melhor. Viemos para a terceira etapa com uma nova vela. Contando com o entrosamento de nossa tripulação, mais os ventos na casa dos 15 nós, ideais para o Montecristo, conseguimos uma excelente performance nas últimas regatas”, comenta Julio.
Bem próximo do Montecristo, o Inaê/Transbrasa, de Bayard Umbuzeiro Fiilho, foi outro veleiro que manteve uma boa regularidade nas regatas do último final de semana. Ao conquistar a segunda colocação em todas as regatas (empatou com o Jazz na última), a equipe se consolidou na vice-liderança da etapa da Copa Suzuki e também do Paulista.
 
“Acho que nossa performance foi limitada mais pelos erros que cometemos, por exemplo, na primeira regata, já que os ventos nos favoreciam. Na segunda, erramos menos, mas o vento já estava fraco para o nosso barco”, comenta o comandante Bayard
Apesar da insatisfação do comandante na primeira regata o Inaê/Transbrasa conseguiu se manter regular durante todo o final de semana: “Antes da etapa nós tiramos a quilha para trocar os prisioneiros e aproveitamos para pintar o fundo, que correu sem nada de arrasto. Nós procuramos sempre aprimorar a tripulação para melhorar nossos resultados”, Comenta, Bayard, que também pretende levar o Inaê para Santos.

Outra equipe que deve correr a etapa de Santos, é a atual terceira colocada no Paulista de Oceano (4º na etapa da Copa Suzuki) o veleiro Jazz. Para o comandante John Julo Jansen, “os resultados vêm da melhora da performance da tripulação, junto com o equilíbrio das regras da classe: Procuramos melhorar a performance da tripulação sem a pressão dos resultados. Nosso primeiro objetivo é a diversão e a classe RGS é propícia a isso. Com as regras claras, achamos que mais velejadores se interessam em participar”.

Aliás, vale ressaltar que a RGS é uma das mais animadas e participativas classes da vela de oceano. Como diz, Lars Muller, comandante do My Boy, terceiro colocado na etapa da Copa Suzuki: “A disputa na classe está muito acirrada. Tentamos manter o mesmo time e nossa tripulação está muito animada. Vamos para o próximo final de semana com uma expectativa bastante boa. Vale registrar que estamos sentido falta do Asbar e desejamos que ele volte logo à disputa”, comenta Lars, resumindo o espírito de diversão da RGS.

As regatas desta terceira etapa da Copa Suzuki – Circuito Ilhabela de Vela Oceânica serão disputadas no próximo final de semana (17 e 18) no Yacht Club de Ilhabela. Para ver o resultado completo, clique aqui.

Fonte: YCI

Falta de vento marca segundo dia da vela paralímpica

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O segundo dia de regatas das Paralimpíadas do Rio 2016 foi marcado por muita espera. O vento, que estava fraco e vindo da direção errada, fez com que as Comissões de Regata das duas raias deixassem os velejadores esperando em terra até ter as melhores condições possíveis para velejar. Quando foi 14h30 foi dado o sinal sonoro que indicava a liberação para os barcos irem para a água. Apenas uma regata foi realizada para as classes Skud e Sonar. Os velejadores de 2.4 acabaram voltando para terra sem completar a prova. Para esta quarta-feira estão programadas três regatas para cada classe e o Brasil entra na água com Nuno Santa Rosa em 13º na Skud, Bruno Landgraf e Marinalva Almeida em 9º na Skud e Marcão, Jamaica e Herivelton em 11º na Sonar. Os resultados completos podem ser vistos aqui.