Baía de Guanabara está interditada para os Jogos Paralímpicos

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Assim como ocorreu nos Jogos Olímpicos, a Baía de Guanabara está interditada por conta das competições de vela. A restrição à navegação começou nesta terça-feira e segue até o próximo dia 17 de setembro, quando serão disputadas as medal races. O horário será menor, vai das 11 às 18h todos os dias, assim como a área, que vai ao Sul do través da cabeceira nº02 (norte) do Aeroporto Santos Dumont até as proximidades da Ilha Rasa.

Quem quiser acompanhar as competições, pode comprar ingressos aqui.

Faltam 7 dias para o início dos Jogos Paralímpicos do Rio 2016

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Falta uma semana para o início dos Jogos Paralímpicos e 12 dias para o início das competições de vela. Os primeiros times já começaram a chegar na Marina da Glória e se preparam para as regatas, que serão disputadas nas raias do Pão de Açúcar e Escola Naval. No total, oitenta atletas disputarão três medalhas, nas classes Skud, 2.4 e Sonar. Os representantes brasileiros são Nuno Rosa na 2.4, Bruno Landgraf e Marinalva Almeida na Skud, e Antonio Marcos do Carmo, Herivelton Ferreira e José Matias Gonçalves de Abreu na Sonar. A cerimônia de medalhas será realizada no dia 17 e poderá ser vista de pertinho pelo público que estiver presente na Marina. Para garantir o seu ingresso, acesse: http://bit.ly/2bDT3Ux. Os valores variam de R$ 10 a R$ 20,00. Para ver o calendário completo de competições, clique aqui.

Entrevista: Luisa Gandolpho

Apontada como uma das promessas da nova geração da Vela brasileira, Luisa Gandolpho começou a velejar aos 8 anos no Clube Naval Piraquê, no Rio de Janeiro. Cresceu na classe Optimist, passou pela 420, categoria em que foi Campeã na Semana de Vela de Itaparica, em 2013, vice-campeã no Sul-Americano de 2014 e vencedora estadual da Semana de Vela de Búzios. Este ano, Luisa migrou para a classe 470, categoria em que pretende fazer sua campanha olímpica para Tóquio 2020. Foco, coragem e determinação não faltam a essa carioca de 19 anos, estudante de administração da PUC Rio. Luisa Gandolpho também é instrutora de crianças e jovens no Clube Naval Piraquê. Ela contou como pretende se preparar para as próximas Olimpíadas e ressaltou que o ouro conquistado por Martine Grael e Kahena Kunze, nos Jogos do Rio, é um grande estímulo para a nova geração de velejadores que sonha conquistar medalhas em 2020 no Japão.

A Vela fechou as Olimpíadas com um saldo positivo após o ouro da dupla Martine e Kahena. Mesmo assim, percebemos que a modalidade está passando por um momento de renovação e de abertura para a nova geração. Você pretende fazer campanha para Tóquio 2020?

Com certeza este é meu objetivo. Minha preparação olímpica é de médio a longo prazo, ou seja, dois ciclos olímpicos.

Em que classe pretende competir e de que maneira já está se preparando?

Pretendo competir na classe 470. Tenho um programa de treinamento que me mantém em forma, que inclui uma alimentação saudável, exercícios físicos, além do apoio e da orientação de diversos profissionais.

Por que escolheu essa classe?

É uma classe que me atrai, por ser um barco em dupla, muito técnico, estável e adequado ao meu biotipo. O barco tem 3 velas (mestra, buja e balão), o que permite uma velejada com bastante estratégia durante uma regata.

De que forma o ouro conquistado por Martine e Kahena te estimulou ainda mais a correr nas próximas Olimpíadas?

A Vela feminina vem evoluindo a cada ciclo olímpico. Em Pequim 2008 a dupla Isabel Swan e Fernanda Oliveira conquistou a primeira medalha olímpica, o bronze na classe 470. Agora, em 2016, Martine e Kahena conquistam a inédita medalha de ouro. Esses exemplos me estimulam a acreditar que com esforço e dedicação e possível chegar lá.

Na sua opinião, qual o principal legado que elas podem passar para a nova geração de velejadores como você?

Martine e Kahena fizeram história na Rio 2016. O fato de serem velejadoras jovens funciona como um estímulo importante para a nova geração seguir o mesmo sonho olímpico.

Esses jogos foram marcados pela sustentabilidade. Pretende fazer uma campanha sustentável? De que maneira?

Sim. Durante a minha campanha pretendo deixar um legado realizando diversas ações para conscientização, principalmente dos jovens e crianças, sobre temas como acessibilidade e a sustentabilidade do planeta. Penso que isso pode ser feito através da promoção de valores do esporte e da preservação do meio ambiente.

Quais as lembranças mais marcantes para você da Vela brasileira nestas Olimpíadas e por que?

Para mim, a lembrança mais marcante dessas olimpíadas na Vela foi a reta final da chegada da dupla Martine e Kahena na classe 49er na última prova. Foi de tirar o fôlego. A regata foi decidida com uma chegada disputadíssima com a vantagem de apenas dois segundos para a dupla vice-campeã da Nova Zelândia.

Quem é um exemplo a ser seguido na Vela?

Lars Grael. Um grande exemplo de superação, coragem, determinação e simplicidade. Uma fonte de inspiração para todos.

 

Até as próximas Olimpíadas existe um longo caminho. Pretende participar de campeonatos internacionais para melhorar seu desempenho técnico?

Para obter um bom desempenho técnico e necessário participar de campeonatos internacionais, é uma chance de testarmos os equipamentos em diferentes raias e ter a chance de nos nivelarmos com atletas de diversos países.

da assessoria de imprensa

Juliana Duque e Amanda Sento Sé são campeãs mundiais de Snipe

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Terminou neste final de semana em Brancciano, na Itália o Mundial Feminino de Snipe. Oito regatas foram disputadas e as baianas Juliana Duque e Amanda Sento Sé nem precisaram correr a última para garantirem o ouro. As meninas venceram três regatas e foram segundas colocadas em outras quatro. No total o evento contou com 19 duplas do Brasil, Portugal, Noruega, Itália, Finlândia, Estados Unidos, e Alemanha.

Esta é a terceira vez que Juliana disputa a competição. A velejadora de

O resultado completo pode ser visto aqui.

Copa de Aniversário reúne número recorde de Dingues em Pernambuco

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Um aniversário comemorado em grande estilo. Assim pode ser classificado a Copa de Aniversário Dingue Pernambuco 2016, realizada pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco, no último sábado (27), no Rio Timbó, em Maria Farinha, Litoral Norte de Pernambuco. A competição reuniu um número recorde de inscritos – 20 embarcações. Foi a primeira vez na história da classe no Estado que um evento local congregou tantos veleiros em uma única prova.
Com todos esses ingredientes, não tinha como a regata ser diferente. A competitividade dentro d’água começou após a partida. A embarcação Kamikaze, com Leonardo Almeida e Miguel Andrade, largou em quinto, mas logo assumiu a liderança e liderou a prova até o final. A disputa ficou acirrada entre as embarcações Black, de Renê Hutzler e Cleide Holanda; a de Paulo e Francisco Andrade, ainda sem nome; e a Fort Álamo, com Amadeu e Renata Palha, que brigavam pela segunda, terceira e quarta colocação respectivamente.
Anteriormente conhecida como Flotilha Dingue de Pernambuco (Flodinpe), a classe foi fundada em Pernambuco no dia 26 de agosto de 2000 e teve origem nas escolas de vela para adultos realizadas pelo Cabanga Iate Clube na sub-sede de Maria Farinha, em meados de 2000 e 2001. Marcada pelo caráter de diversão e alegria, logo se consolidou como uma das principais equipes do clube e, posteriormente, de outras agremiações, atraindo velejadores de diversas outras classes consagradas.
“Gostaria de agradecer a presença de todos e parabenizar a cada um de vocês que fizeram dessa regata especial a maior já realizada por nossa classe até então. Nesse período que supera uma década e meia, o grupo se modificou, renovou, modernizou e passou a alcançar resultados cada vez mais expressivos no âmbito regional e nacional. Este é o momento de celebrarmos nossas conquistas e estreitarmos os laços de amizade, companheirismo e festejarmos a saudável competitividade que nosso esporte nos proporciona”, finalizou o capitão da Flotilha Leonardo Almeida.
Além do apoio do Cabanga, a competição contou com patrocínio das empresas Prosail, Schaefer Yachts, Marinas Windshop, Holos BRasil, Empório Karla e B Luna, que custearam o novo padrão da classe.
BRASILEIRO
A Copa de Aniversário Dingue Pernambuco 2016 também serviu para que os velejadores da classe realizassem os últimos ajustes nas embarcações e acertos nos treinamentos antes da disputa do XXXI Campeonato Brasileiro da Classe Dingue, que será realizado entre os dias 3 e 6 de setembro, no clube Veleiros da Ilha, em Jurerê/SC. Cinco embarcações locais disputarão a competição.

Catuana Kim é fita-azul da Regata Baía Sul

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O retorno da Copa Veleiros de Oceano, com a realização da Regata Baía Sul, não poderia ter um cenário mais adequado. O sábado amanheceu com condições de vento nordeste, com intensidade variando de 15-25 nós, em um lindo dia de sol para o deleite das tripulações. Com largada na Baía Sul, próximo a Ponte Pedro Ivo Campos, as embarcações cumpriram o percurso entre Coqueiros, São José e a Sede Central do Iate Clube em um dia perfeito para o velejo.

Atual campeão brasileiro de ORC, o Catuana Kim, liderado pelo comandante Paulo Cocchi, aproveitou o sábado para fechar a regata como Fita Azul (primeira embarcação a cruzar a linha de chegada). Após uma boa largada, a tripulação campeã conseguiu contornar a primeira boia já na liderança. Sempre próximo aparecia o C30 Corta Vento, comandando por Daniel Mattos. As duas embarcações fizeram quase toda a regata bem perto, contornando a boa na Ponta de Coqueiros e na baía de São José juntos. Com percurso barla-sota de três pernas, os dois veleiros seguiam na ponta, até o Catuana abrir pequena vantagem antes da boia final em frente ao Iate Clube de Santa Catarina.

Segundo a cruzar a linha de chegada, pouco mais de um minuto atrás do Fita Azul, o Corta Vento assegurou a vitória na classe C30, enquanto o Arretado, do comandante Paulo Cesar, foi o vencedor na classe HPE25.

A competição desse sábado foi marcada também por ótimas disputas, especialmente na classe RGS A. Após a correção de tempo, o veleiro Bruxo, comandando por Luis Carlos Schaeffer, conquistou o título da etapa com vantagem de apenas 37s sobre o vice-campeão Plâncton. Completou o pódio a embarcação Açores III. Fechando a Regata Baía Sul, o Quival, de comandante Edio Luz, venceu a disputa com Carino (2º) e Klympp (3º).

Com a conclusão da Regata Baía Sul seis etapas já foram realizadas até o momento na Copa Veleiros de Oceano: Regata Centro-Jurerê (fevereiro), Regata Cidade de Florianópolis (março), Regata Fortalezas (abril), Regata Tripulação (junho) e Regata Lineares (junho). Até o final da temporada estão programadas a Regata Arquipélago (setembro), Regata Mormaii (outubro), Regata Marejada (novembro) e a Volta à Ilha de Santa Catarina, que encerra o calendário náutico do ICSC no mês de dezembro.

Cabanga realiza Copa Dingue neste sábado

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O Cabanga Iate Clube de Pernambuco realizará, neste sábado (27), a Copa de Aniversário da Classe Dingue. A prova será realizada a partir das 12h30, na praia de Maria Farinha, Litoral Norte de Pernambuco.

Os interessados em participar poderão realizar a inscrição até às 12h do dia 27, junto à Coordenadoria Estadual da Classe ou na secretaria do evento.

O torneio servirá de preparação para a 31ª edição do Campeonato Brasileiro da Classe Dingue, que será realizado em Jurerê, Santa Catarina, entre os dias 3 e 6 de setembro.

Regata Baía Sul marca o retorno da Copa Veleiros de Oceano nesse sábado

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Válida como sexta etapa da Copa Veleiros de Oceano, realizada anualmente pelo Iate Clube de Santa Catarina, a Regata Baía Sul marca o retorno das competições de vela oceânica em Florianópolis após a pausa de meio de ano. Participam do evento nesse sábado, 27, as classes ORC, RGS, C30, HPE25 e Início/Retorno, com percurso sendo realizado na Baía Sul, com o próprio nome da regata sugere.

A largada será realizada na Baía Sul, próximo a Ponte Pedro Ivo Campos. De lá os velejadores realizam um percurso com a primeira boia sendo contornada próximo ao Veleiros da Ilha seguindo para a Ponta de Coqueiros, onde outra boa será contornada. A Regata segue para a baía de São José onde os veleiros mais velozes cumprem três pernas de barla-sota, enquanto os mais lentos rumam para a próxima boia. Por fim, as embarcações seguem para a Ponta de Coqueiros e completam o trajeto em frente ao Iate Clube de Santa Catarina.

A expectativa para o retorno da Copa Veleiros de Monotipos é enorme uma vez que as previsões para esse sábado são bem animadoras com ventos nordeste variando de 8 a 12 nós para o horário da competição.

Até o momento foram disputas cinco etapas da Copa Veleiros de Oceano: Regata Centro-Jurerê (fevereiro), Regata Cidade de Florianópolis (março), Regata Fortalezas (abril), Regata Tripulação (junho) e Regata Lineares (junho). Após a Regata Baía Sul estão programadas a Regata Arquipélago (setembro), Regata Mormaii(outubro), Regata Marejada (novembro) e a Volta à Ilha de Santa Catarina, que encerra o calendário náutico do ICSC no mês de dezembro.

Após as Olimpíadas, velejador americano é assaltado…nos EUA

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Os Jogos Olímpicos terminaram e é hora de voltar para casa e retomar a rotina. Menos para Bora Gulari, membro do Team USA na classe Nacra 17. O velejador voltou Detroit e quando chegou no Iate Clube se deu conta que todo o seu material havia sido roubado de dentro do seu carro, na porta de casa. “Minha vida estava naquela mala”, disse ele. O material roubado nada tinha a ver com uniformes ou outro material olímpico do time americano. Na mala estavam todas as ferramentas, seu spinnaker, roupas de velejar e o bib que ele usou nos Jogos, tudo avaliado em US$ 10 mil (aproximadamente R$ 32 mil). “Isto só me faz sentir mal sobre a minha vizinhança”, disse ele. O material acabou sendo recuperado, com exceção de dois pares de óculos.