Com representantes do Japão e outros seis países, o Campeonato do Hemisfério Ocidental de Snipe começa nesta terça-feira em Cabo Frio

Cidade do leste fluminense sedia o evento internacional mais importante de 2016 na classe Snipe, um dos mais tradicionais e técnicos veleiros de regata do mundo

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 O que Torben Grael, Robert Scheidt, Lars Grael, André “Bochecha” Fonseca, Maurício Santa Cruz, Xandi Paradeda e tantos outros ídolos da vela brasileira têm em comum? Todos, em algum momento de suas vitoriosas carreiras, foram campeões na classe Snipe.

 

De fato, o barco, que faz parte do programa dos Jogos Pan-Americanos, é, há mais de 60 anos, uma verdadeira escola de velejar no Brasil e no mundo. E mais uma vez nosso país tem a honra de sediar uma competição de altíssimo nível que reúne velejadores de todo o globo.

 

O Campeonato do Hemisfério Ocidental de Snipe é disputado de dois em dois anos, no intervalo do também bienal campeonato mundial da classe. E na edição de 2016, com organização do Iate Clube do Rio de Janeiro, em sua sub-sede de Cabo Frio, na Região dos Lagos, leste do estado, além dos sempre favoritos brasileiros estarão na raia da praia do Forte duplas japonesas, americanas, peruanas, argentinas, equatorianas e porto-riquenhas.

 

O belo troféu de prata que está em exposição no iate clube está em disputa contínua desde 1950, quando em Havana foi realizada a primeira edição do torneio. Desde então a taça já viajou o mundo e foi disputada em lugares tão distantes quanto o Japão e o Canadá, passando por países como os EUA, Paraguai, Colômbia, Argentina, Bahamas e Uruguai, entre outros.

 

Cabo Frio sedia a competição pela segunda vez. A primeira foi em 2004, quando o gaúcho Xandi Paradeda, campeão mundial e medalhista de ouro pan-americano, foi campeão ao lado do irmão. E o local já se tornou uma referência para a classe. “É a segunda vez que a sub-sede do iate e a cidade recebem o Campeonato do Hemisfério Ocidental e sua beleza e bons ventos já têm fama internacional”, comenta Ricardo “Kadu” Baggio, Diretor de Vela do ICRJ.

 

Na cerimônia de abertura, na noite de domingo, o vice-presidente do conselho deliberativo do ICRJ e também velejador, Helio Lyra de Aquino Júnior, declarou oficialmente aberta a competição sob uma bela lua cheia que deixava o canal de itajuru ainda mais bonito e os velejadores estrangeiros mais maravilhados. Gweneth Crook, comodora internacional da Scira, entidade máxima do Snipe em nível mundial, deu as boas vindas em nome da classe e exaltou as qualidades da raia local. “É um prazer ver o Campeonato do Hemisfério Ocidental voltar a este lugar tão especial para velejar. Tenho certeza que será uma disputa de alto nível”, concluiu.

 

Nesta segunda-feira foi realizada a regata de abertura, uma prova de reconhecimento que não conta pontos para o campeonato. De terça-feira a sábado(25/6), sempre com início ao meio-dia, serão disputadas até duas regatas por dia, totalizando um máximo de dez provas. A partir da quinta regata entra o primeiro descarte do pior resultado e a partir da nona entra um segundo descarte, permitindo que cada dupla conte apenas suas oito melhores colocações na súmula final.

Yacht Club Paulista reverencia a história da vela brasileira

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O Yacht Club Paulista (YCP) resgatou neste fim de semana (18 e 19) momentos marcantes da vela brasileira retratados por barcos e velejadores no inédito Classic Sailing Festival. O evento na Represa Guarapiranga incluiu o primeiro Campeonato Brasileiro de Clássicos, homologado por CBVela e Fevesp e atraiu campeões olímpicos, mundiais e pan-americanos como Alex Welter, Bruno Prada, Lars Grael, Jorginho Zarif e Mário Buckup.

Mais de 40 barcos históricos competiram nas classes: Snipe, Ligtning, Star, Sharpie, Pinguim e Iole Olímpica, em que velejou o medalhista Lars Grael. “Precisamos ter orgulho do passado e sustentarmos o presente com ações como esta para alimentarmos a esperança no futuro. Reinaldo Conrad desbravou a vela para o Brasil e depois veio Joerg Bruder. Eles abriram o caminho. É muito justa também a homenagem a Guga Zarif”, afirmou Lars, entusiasmado com a iniciativa do YCP, que reuniu velejadores de São Paulo, Santos, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre.

Além de manter viva a memória dos campeões, a filosofia do YCP é de fortalecer a vela por meio de eventos como o Classic Sailing Festival. “É importante nos empenharmos pela união dos clubes da represa em favor da preservação da Guarapiranga. Com a vela ativa, conquistaremos cada vez mais adeptos e sabemos que a evolução passa pelo aprendizado”, sustentou o Comodoro do YCP, José Agostini Roxo.

A confraternização entre velejadores de três gerações contou com participação efetiva da Marinha do Brasil, parceria imprescindível para garantir a segurança dos velejadores. “A sociedade precisa ter um espírito marítimo e o YCP está cumprindo muito bem a missão de despertar essa consciência em seus associados”, observou o vice-almirante Castilho, comandante do 8º Distrito Naval. “Os barcos são de madeira, mas os homens têm de ser de ferro”, concluiu o comandante, após receber o título de sócio honorário do YCP.

Saudade e esperança – A emoção da cerimônia em memória dos velejadores Guga Zarif e Joerg Bruder contagiou associados e participantes do Classic Sailing Festival. Na homenagem a Guga, Joerg também foi lembrando por velejadores que resgataram histórias, comovendo amigos e familiares como Jorginho Zarif, filho de Guga, em campanha olímpica para os Jogos Rio 2016 na classe Finn, a mesma em que o pai correu nas Olimpíadas de Los Angeles (1984) e Seul (1988).

A reverência a Guga abriu o domingo na sede social do YCP e contou com o tetracampeão mundial de Star, Bruno Prada; o campeão olímpico de Tornado, Alex Welter, o bicampeão pan-americano de Lightning, Mário Buckup, entre outros velejadores. Bruno, ganhador de duas medalhas olímpicas, não conteve as lágrimas ao falar do amigo. “O Guga foi um dos meus maiores adversários na água, mas quando retornávamos ao clube, dividíamos a pizza”.

O clima de saudade no YCP transformou-se em esperança no momento em que Jorginho também participou da homenagem. “Quando meu pai faleceu, em 2008, eu tinha 15 anos e ainda não sabia ouvi-lo atentamente, mas hoje sinto que sou a continuidade dele. A maioria dos meus amigos atuais também eram amigos dele, que sempre me dizia: ‘Escolhe bem com quem você anda’. E percebo que isso é muito importante”, lembrou o mais jovem campeão mundial de Finn da história.

Troféu Joia Clássica – Grupo formado pelo diretor da Comissão de Regatas (CR), Dionysio Sulzbeck, vice-almirante Castilho e presidente do Conselho do YCP, Frederico Hackerott, inspecionou detalhadamente os barcos clássicos e conferiu o prêmio de beleza, conservação e navegabilidade ao Luna Blue (Star). O Bonifa (Simplet) ficou em segundo lugar, seguido pelo também impecável Kinko (Iole Olímpica).

“O YCP aposta na recuperação e no fortalecimento da vela não apenas na represa, mas em todo o País. Precisamos incentivá-la, do lazer ao alto rendimento, principalmente com a consciência de preservação da água, tanto para consumo quanto para o esporte. A vela é um exemplo de prática sustentável”, defendeu o diretor de Vela do YCP, Alberto Hackerott, um dos idealizadores do Classic Sailing Festival e do Campeonato Brasileiro de Clássicos.

Confira os vencedores do 1º Brasileiro de Clássicos
Lightning – ZRBST (Mário Buckup)
Snipe – 12K (Arthur Santacreu)
Iole Olímpica – Hippie Fish (John Benett)
Sharpie – Nautilus IV (Pedro Boulder)
Pinguim – Varum Bora (Mauro Osório)
Star – Luna Blue (Marcos Szily)

Vencedores da Regata “Homenagem aos Campeões”
Day Sailer – Jurafa (André Esteves)
Flying Dutchmann – Neptunus (Richard Treacher)
Star – Al Hamed (Jorge Zarif/Arthur Lopes)
Laser Standart – YCP (Manfred Kaufmann)
Laser Radial – Moro (Nicolas Garcia)

Rafael Gagliotti e Henrique Gomes são campeões do Leste Brasileiro de snipe

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O Campeonato Leste Brasileiro de Snipe 2016 foi animado, com cinco regatas no total. Foram duas provas na sexta-feira com vento leste/nordeste moderado, duas no sábado com um sudoeste forte com rajadas de quase 30 nós e mar muito picado, ambas vencidas pelos campeões, e a última neste domingo com um sul/sudoeste fraco. No final, os santistas Rafa Gagliotti e Henrique Wiszniewski, do ICS, foram tri-campeões Leste Brasileiros de Snipe. Durante a cerimônia de premiação aconteceu o sorteio de dois cintos, uma bolsa e uma vela North Sails.

Na sequência aconteceu a cerimônia de abertura do Campeonato do Hemisfério Ocidental que vai contar com duplas de oito países, entre eles cinco tripulações japonesas e uma dos EUA, na água a partir de amanhã. Hoje, segunda-feira (20/6), rola a regata de abertura que não conta pontos para o resultado final. A competição segue até o próximo sábado na sub-sede do ICRJ em Cabo Frio e tem também o apoio da North Sails.

O resultado completo pode ser visto aqui.

“Informação Geral – Olimpíadas Rio 2016 Interdição de Área

 Participo a interdição que ocorrerá na Baia de Guanabara durante as Olimpíadas Rio 2016.  A área a ser interditada é do sul da Ponte Pres. Costa e Silva (Rio-Niterói) até as proximidades da Ilha Rasa:

Em virtude dos Jogos Olímpicos (JO) e Paralímpicos (JPO) RIO2016, cujas atividades de vela ocorrerão na Baía de Guanabara, entre 24 de julho e 21 de agosto e de 31 de agosto a 18 de setembro de 2016, respectivamente, serão necessárias algumas interdições ao sul da Ponte Rio-Niterói, a fim de garantir a segurança da navegação e contribuir para o ordenamento do espaço aquaviário. Estão previstas aproximadamente 700 (setecentas) embarcações navegando nas raias durante o evento.

Em virtude da experiência positiva nos Eventos Testes de 2014 e 2015, que resultaram na manutenção das atividades do porto em paralelo ao atendimento dos requisitos técnicos para a realização das regatas, solicitados pelo Comitê Organizador dos Jogos, encaminho um resumo sobre as áreas e horários dos eventos, que também atenderão aos parâmetros apresentados pela Polícia Federal e Autoridade Portuária para a presença e segurança das Autoridades de Estado e atletas envolvidos:

a) Coordenadas das raias:
1 – Raia Pão de Açúcar (diâmetro 0,9nm) Lat 22º 55′ 55,6″S, Long 043º 09′ 37,7″W
2 – Raia Escola Naval (diâmetro 1.1nm) Lat 22º 55′ 14,4″S, Long 043º 08′ 50,2″W
3 – Raia Aeroporto (diâmetro 0,8nm) Lat 22º 54′ 18″S, Long 043º 08′ 57.59W
4 – Raia Ponte (diâmetro1,2nm) Lat 22º 53′ 03,1”S, Long 043º 09′ 08,9”W
5 – Raia Copacabana (diâmetro 1,2nm) Lat 22º 58′ 33”S, Long 043º 08′ 17,2”W
6 – Raia Niterói (diâmetro 1,5nm) Lat 22º 58′ 37,1”S, Long 043º 06′ 24,5”W
7 – Raia Pai (diâmetro 1.2nm) Lat 22º 59′ 58”S, Long 043º 07′ 23,3”W

b) Interdições ao tráfego marítimo:
        De 24/JUL a 07/AGO (Treinamento Oficial) e 08 a 19/AGO (Competições) – de  11h às 18:00h: interdição ao Sul da Ponte Rio-Niteroi até as proximidades da Ilha Rasa.
        De 31/AGO a 11/SET (Treinamento Oficial) e 12 a 17/SET (Competições) – de 11h às 18:00h: interdição ao Sul do través da Cabeceira nº 02 (Norte) do Aeroporto Santos Dumont até as proximidades da Ilha Rasa.

c) Serão publicados Avisos aos Navegantes com as restrições acima mencionadas.

d) Áreas para Fundeio dos Navios de Estado:

.        Área Navio de Estado (NE -1) ( dentro do Fundeadouro nº4): Para navios com LOA até 110m, H até 7 m e no máximo  dois navios:
1A – LAT 22º52’44,99”S LONG 043º 09’ 53,40”W;e
1B – LAT 22º52’39,59”S LONG 043º 10’ 01,80”W.

     Área NE-2 (próximo a ponta de Santa Cruz): Para navio até 110m, H até 7 m e no máximo um navio:
2 – LAT 22º55’51,11”S LONG 043º 07’ 45,20”W.

     Área NE-3 (próximo a ponta de Santa Cruz): Para navio até 110m, H até 7 m e no máximo um navio:
3 –  LAT 22º56’04,13”S LONG 043º 07’ 51,14”W.

     Área NE-4 (próximo Ilhas Pai e Mãe):  Para navios até 110m, H até 7 m e no máximo quatro navios:
4A – LAT 22º58’23,40”S LONG 043º 04’ 56,39”W;
4B – LAT 22º58’24,60”S LONG 043º 04’ 30”W;
4C – LAT 22º58’48,59”S LONG 043º 04’ 58,79”W;e
4D – LAT 22º58’50,40”S LONG 043º 04’ 29,39”W.

.        Área NE-5 ( dentro do Fundeadouro nº3): Para navios com LOA até 110m, H até 5,2 m (áreas A a D) e LOA até 80m, H até 5,2 m (área E):
5A – LAT 22º52’35,40”S LONG 043º 11’ 04,19”W;
5B – LAT 22º52’47,99”S LONG 043º 10’ 58,20”W;
5C – LAT 22º52’37,80”S LONG 043º 10’ 51,59”W;
5D – LAT 22º52’44,40”S LONG 043º 10’ 40,79”W;e
5E – LAT 22º52’36,11”S LONG 043º 10’ 33,60”W.

        Área NE-6 (Urca): Para navios com LOA até 80m, H até 5,20 m e no máximo um navio:
6 – LAT 22º56’30,84”S LONG 043º 10’ 02,70”W.

e) Canal que as Barcas deverão cumprir durante os Jogos Olímpicos RIO2016:

Coordenadas Geográficas do Trajeto Rio – Cocotá / Paquetá
Latitude
Longitude
WTP. Nº 01
22º 54′ 10″ S
043º 10′ 16.45″ W
WTP. Nº 08
22º 53′ 51″ S
043º 09′ 30″ W
WTP. Nº 09
22º 53′ 18.8″ S
043º 09′ 55.8″W
WTP. Nº 10
22º 52′ 48″ S
043º 09′ 50″ W
WTP. Nº 11
22º 52′ 19″ S
043º 09′ 27″ W
WTP. Nº 12
22º 52′ 09.6″ S
043º 09′ 27″ W
Coordenadas Geográficas do Trajeto Rio – Charitas
Latitude
Longitude
WPT. Nº 1
22º 54′ 10″ S
043º 10′ 16,45″ W
WPT. Nº 2
22º 53′ 45″ S
043º 09′ 14″ W
WPT. Nº 3
22º 53′ 39.6″ S
043º 08′ 37.2″ W
WPT. Nº 5
22º 54′ 38.4″ S
043º 08′ 15″ W
WPT. Nº 6
22º 55′ 4.8″ S
043º 07′ 3″ W
WPT. Nº 7
22º 55′ 45.6″ S
043º 05′ 55.2″ W
Coordenadas Geográficas do Trajeto Rio – Niterói
Latitude
Longitude
WPT. Nº 1
22º 54′ 7.2″ S
043º 10′ 18″ W
WPT. Nº 2
22º 53′ 43.2″ S
043º 09′ 13.2″ W
WPT. Nº 3
22º 53′ 39.6″ S
043º 08′ 37.2″ W
WPT. Nº 4
22º 53.60′ 36″ S
043º 07′ 29.4″ W
f) Desvio das Barcas para os Jogos Paralímpicos RIO2016:

Coordenadas Geográficas do Trajeto Rio – Charitas
Latitude
Longitude
WPT. Nº 1
22º 54′ 7.2” S
043º 10′ 18″ W
WPT. Nº 2
22º 54′ 14.58” S
043º 08′ 43.37″ W
WPT. Nº 3
22º 55′ 02.42” S
043º 07′ 50.15” W
WPT. Nº 4
22º 55′ 06.82” S
043º 07′ 04.30″ W
WPT. Nº 5
22º 55′ 46.35” S
043º 05′ 55.27” W
WPT. Nº 6
22º 55′ 45.6” S
043º 05′ 55.2” W

Dessa forma, temos a certeza que continuaremos contando com as mesmas atitudes colaborativas e alto nível de profissionalismo observados durante os eventos testes em 2014 e 2015, que possibilitaram o nível adequado de segurança da navegação e de ordenamento do espaço aquaviário, aspectos reconhecidos pela comunidade marítima internacional, pela organização desses eventos náuticos e pelos atletas que utilizaram as nossas águas nas atividades preparatórias para os JO e JPO Rio 2016.

Respeitosamente,

Gustavo Seco
Primeiro-Tenente (RM2-T)”

Regatas Lineares agitam raia de Jurerê

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Um final de semana com bons ventos e ótimas disputas em Jurerê marcou o encerramento da quinta etapa da Copa Veleiros de Oceano na Sede Oceânica do Iate Clube de Santa Catarina. As Regatas Lineares foram realizadas com vento sul, sábado, e sudeste no domingo, proporcionando uma excelente competição para a flotilha oceânica do Clube. Agora o calendário sofre uma pequena pausa devido à realização da Semana de Vela de Ilhabela, em julho.

Primeiro dia de competições, o sábado foi marcado por vento sul constante de aproximadamente dez nós, o que possibilitou a realização das duas primeiras regatas barla-sota do final de semana. Já no domingo, a direção do vento mudou para sudeste, mas novamente com boa intensidade, terminando o final de semana com quatro regatas realizadas.

Na classe ORC, o Força 12 foi o mais constante vencendo três das quatro disputas. Com apenas cinco pontos perdidos a embarcação foi a grande vitoriosa. Em segundo lugar ficou o Absoluto, com oito pontos perdidos, enquanto o Catuana Kim, atual campeão brasileiro da classe ficou em 3º com 11 pontos perdidos.

Entre as embarcações da classe RGS A, o Bom Abrigo travou uma disputa apertada com o Açores III vencendo por apenas dois pontos de diferença. Na terceira posição ficou o Terroso. Pela RGS B o Rhai foi o campeão, enquanto na RGS Cruzeiro a vitória foi do Quival.

As Regatas Lineares valeram também como primeira etapa do Campeonato Catarinense de Oceano, sendo uma ótima preparação para a Semana de Vela de Ilhabela. Na categoria IRC, o Itajaí Sailing Team levou a melhor vencendo três das quatro regatas. Já na Classe C30, o sempre competitivo Zeus Team fechou a etapa em primeiro.

Nos próximos dias, as tripulações do Iate Clube de Santa Catarina embarcam para a cidade do litoral paulista onde disputam o principal evento de vela oceânica da América Latina durante os dias 1º e 9 de julho.

Fonte: assessoria

Jurerê recebe quinta etapa da Copa Veleiros de Oceano

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Uma das etapas mais aguardadas da Copa Veleiros de Oceano, as Regatas Lineares acontecem nesse final de semana, na sede oceânica do Iate Clube de Santa Catarina, em Jurerê. Quatro regatas estão programadas para os dois dias de competição, sendo duas no sábado e duas no domingo.

Essa será a quinta vez no ano que a flotilha oceânica do Iate Clube de Santa Catarina se reúne para as disputas da Copa Veleiros de Oceano, sendo que até o momento foram realizadas as Regatas Centro-Jurerê, Cidade de Florianópolis, Fortalezas e Tripulação. O evento desse final de semana será o último antes da parada de meio de ano da competição, uma vez que no mês de julho as tripulações catarinenses embarcam para São Paulo para a realização da Semana de Vela de Ilhabela, principal competição de vela oceânica da América Latina.

Participam do evento as classes ORC, IRC, C30, RGS e Início/Retorno. É importante ressaltar que as Regatas Lineares valem também como primeira etapa do Campeonato Catarinense de Oceano.

As regatas serão realizadas no formato Barla-Sota e os percursos estão disponíveis no Aviso de Regatas. As classes ORC, IRC e C30 farão o percurso com boia de barlavento amarela, enquanto as classes RGS A, RGS B, RGS C e Início Retorno cumprem o percurso de boia laranja.

Confira o Aviso de Regatas: http://icsc.com.br/wp-content/uploads/2016/06/AR-5-CVO-e-1-Etapa-Lineares.pdf.

 

Classe ORC divulga novo Guidebook

A classe ORC divulgou esta semana o seu novo Guidebook, que explica o sistema de handicap. No guia de 20 páginas é possível entender os principais tópicos da classe, usado em mais de 40 países por barcos de todos os tamanho. Dentre os principais assuntos estão a precisão e flexibilidade das muitas opções de pontuação e a importância da transparência nas regras. Além disso, também é possível encontrar no guia os possíveis caminhos para a obtenção do certificado válido pela classe. Todas estas informações podem ser obtidas aqui. Lembrando que os barcos brasileiros que queiram emitir o certificado da classe, devem fazê-lo através do site da ABVO.

Cardiff recebe a Extreme Sailing Series a partir do dia 23

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A cidade inglesa de Cardiff será sede da terceira etapa do Extreme Sailing Series entre os dias 23 e 26 de junho. O local é conhecido pelo vento bom, que proporciona regatas disputadas, e pela população que comparece em massa nos eventos de vela. “Será um evento com mar liso e vento forte em um ou dois dias, o que significa que os barcos poderão desenvolver velocidades muito altas e será bastante complicado”, disse Pete Greenhalgh, tripulante do Oman Air.

Estarão presentes na competição os seguintes times:

SAP Extreme Sailing Team (DEN)

Sail Portugal (POR)

Red Bull Sailing Team (AUT)

Oman Air (OMA)

Land Rover BAR Academy (GBR)

China One (CHN)

Alinghi (SUI)

 

Itajaí Sailing Team tenta título na primeira etapa do Catarinense de Vela

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O time do Itajaí Sailing Team reuniu uma tripulação forte para tentar levar o veleiro que  leva o mesmo nome da equipe a conquistar o título da 1ª etapa do Catarinense de Vela, que será disputado nos dias 18 e 19 de junho, em Florianópolis (SC), na categoria ORC. A largada será em Jurerê  Internacional.

Ao longo de 2016, o time vem competindo na categoria IRC, mas em Florianópolis estarão na ORC. A competição já servirá como uma espécie de treino para a Semana de Vela de Ilhabela, no litoral de São Paulo, no início de julho. De acordo com Alexandre dos Santos, coordenador do projeto do Itajaí Sailing Team, a regata será uma excelente oportunidade para o time colocar em prática os aprendizados dos treinamentos realizados ao longo deste ano, tendo como treinador o velejador André Fonseca, o Bochecha. “Como a programação prevê duas regatas por dia, conseguiremos participar de quatro regatas no final de semana, ideal para quem está se preparando para ir a Ilhabela”, pontua Alexandre.

O veleiro Itajaí Sailing Team, projeto do consagrado projetista náutico argentino Javier Soto Acebal, é um dos grandes destaques da vela de oceano do país. O barco pertencia ao velejador Torben Grael, dono de cinco medalhas olímpicas (duas de ouro, uma de prata e duas de bronze). Trata-se de um barco planador que apresenta grande performance nos ventos de popa (parte traseira do barco) e través (tomada lateral) e, algumas vezes, veleja acima da velocidade do vento. A base do veleiro é a Marina Itajaí, uma das mais modernas do país. O projeto do Itajaí Sailing Team tem o patrocínio da APM Terminals Itajaí, Multilog, JBS, Brasfrigo ,e Poly Terminais, e apoio da Anasol,  Molim e Clindex.

Fonte: assessoria