Brasil é quinto no Europeu de J/70 na Alemanha

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Terminou neste domingo em Kiel, na Alemanha, o Europeu de J/70. O evento foi disputado dentro da famosa Kieler Woche e reuniu nada menos que 91 barcos. Depois de 11 regatas, a equipe comandada por Mauricio Santa Cruz, única representante brasileira, ficou com a quinta colocação geral. O título ficou com o time de Claudia Rossi, da Itália. O resultado completo pode ser visto aqui: http://bit.ly/29g4BIE

Equatorianos Edgar Diminich e Jaime Santos são campeões do Hemisfério Ocidental e Oriente 2016 da classe Snipe

 

De um lado frustração, do outro euforia. Quando a Comissão de Regatas, presidida por Carlos “Cuca” Sodré, desistiu definitivamente de realizar as provas neste sábado (25/6) na raia da praia do Forte, em Cabo Frio, quatro duplas que aguardavam ansiosamente uma chance de subir ao mais alto do pódio ficaram tristes e outra, os equatorianos Diminich e Santos,  começaram a comemorar efusivamente.

Com a falta de regatas no último dia a súmula do dia anterior, contando oito provas, se manteve. E o único barco do Equador na disputa sagrou-se campeão. Rafael e Henrique, do Iate Clube de Santos, empataram com os vencedores com os mesmos 37 pontos perdidos, mas no critério de desempate (maior número de vitórias, depois maior número de segundos lugares, terceiros, etc.) ficaram com o vice-campeonato. A dupla havia sido campeã do Leste Brasileiro de Snipe na mesma raia na semana passada.

Outro empate na pontuação, em 39 pp, definiu as terceira e quarta colocações. Os gaúchos Xandi Paradeda e Gabriel Kieling (CDJ), foram terceiros gerais e Felipe Sabino e Leonardo Lombardi (RYC/ICRJ) ficaram em quarto, também no critério de desempate. Os argentinos Luis Soubie e Diego Lipszyc fecharam o Top5.

Para a canadense Gweneth Crook, Comodora da classe Snipe, o campeonato foi muito bom. “Como sempre, a organização do ICRJ foi excelente e o lugar escolhido não poderia ser melhor. Cabo Frio é um lugar lindíssimo e uma excelente raia para a prática da vela. Por isso voltamos a disputar um evento internacional desta magnitude aqui e certamente iremos voltar a ter campeonatos de alto nível da classe nestas águas”, declarou a dirigente máxima do Snipe internacional.

Na cerimônia de premiação, além de belos troféus para os cinco primeiros colocados e de prêmios individuais para os vencedores de cada regata, aconteceu um sorteio de alguns brindes do patrocinador do evento, a North Sails, culminando com uma vela grande novinha em folha. Para alegria de todos e gritos entusiasmados da plateia, a japonesa Nanami Terada, penúltima colocada entre os 36 barcos que efetivamente correram as regatas, foi a vencedora do grande prêmio. A simpática japonesinha fez seus compatriotas, a maior delegação estrangeira do torneio, com 14 velejadores, vibrarem e agitarem bandeiras do Japão e do Brasil.

E foi neste clima de confraternização e camaradagem que seguiu a festa na noitinha já fria na Sub-Sede de Cabo Frio do Iate Clube do Rio de Janeiro. O belo troféu transitório, que começou a correr o mundo em 1950, em Havana, Cuba, e já foi disputado em mais de dez países, vai agora ficar no Equador até voltar a ser posto em disputa em 2018 em local a ser definido.

Os resultados completos estão em: http://bit.ly/Snipe2016

Hemisfério Ocidental de Snipe vai para ao último dia com cinco tripulações brigando pelo título

 

 

O evento internacional mais importante da classe Snipe em 2016 chega amanhã, sábado (25/6), ao seu último dia com cinco tripulações de três países diferentes saindo na frente na briga pelo título e pelo pódio. Após oito regatas disputadas, das dez previstas, a competição chega ao seu final com duas provas que prometem ferver as águas frias do inverno cabofriense.

A sexta-feira (24/6) de bons ventos de sudoeste, na faixa dos 12 nós, o famoso “vento social” na gíria dos velejadores, permitiu a realização de três regatas na raia da praia do Forte. E cada uma delas viu seus próprios dramas e sucessos. Na primeira do dia, os equatorianos voadores Edgar Diminich e Jaime Santos venceram com Felipe Sabino e Leo Lombardi (RYC/ICRJ) chegando em seguida e Rafael Gagliotti e Henrique Wisniewski (ICS) em terceiro. Os então líderes do campeonato, Xandi Paradeda e Gabriel Kieling, com um 11º, já descartados, abriram caminho para os rivais.

Na sétima regata da série, a segundo do dia, a dupla niteroiense-carioca Felipe Sabino e Leo Lombardi venceu, com os únicos representantes do Equador chegando em segundo para galgar ainda mais degraus rumo ao topo da súmula e Luiz Felipe Caneppa e Dante Bianchi (ICRJ) em terceiro.

Na última prova desta sexta-feira, os argentinos Luis Soubie e Diego Lipszyc venceram de ponta a ponta, desde uma excelente largada na boia até o último contravento, para se credenciarem também ao título e ao pódio. Helinho Lyra e Alexandre Muto fizeram uma excelente regata e chegaram em segundo (ocupam agora a 16ª posição geral) e outra dupla do Iate Clube do Rio de Janeiro, Breno Bianchi e Flavio Castro (12º gerais), chegou em terceiro. Mas quem comemorou mesmo foram os quarto colocados Rafael e Henrique do Iate Clube de Santos que, com a posição, empataram com os líderes equatorianos nos 37 pontos perdidos.

Outro empate na pontuação, desta feita em 39 pontos, acontece nas terceira e quarta colocações. Xandi Paradeda e Gabriel Kieling, mesmo não tendo um dos melhores dias, se seguraram em terceiro geral na súmula e Felipe Sabino e Leonardo Lombardi só ficaram em quarto no critério de desempate. Junto a estas quatro tripulações os argentinos Soubie e Lipszyc também estão na briga pelo título. Correndo por fora, contando com as regatas com muito equilíbrio e troca de posições que têm marcado o campeonato e com a entrada do segundo descarte, depois da nona regata, as outras duplas no Top 10 da súmula têm que contar com tropeços históricos dos líderes para sonhar com o pódio. Amanhã o mundo saberá quem triunfará ao final. Os resultados completos estão em: http://bit.ly/Snipe2016

 

YCSA sedia disputas da vela nos Jogos Humboldt Internacionais

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O Colégio Humboldt está promovendo os Jogos Humboldt Internacionais 2016. Trata-se de um campeonato interescolar inspirado nos Jogos Olímpicos, que busca incentivar a prática de esportes e alimentar o este espírito olímpico.

O evento começou no dia 16 e segue até o próximo domingo (26) e conta com a participação de 54 escolas de diferentes partes do Brasil e de outros países como Alemanha, Argentina e Colômbia. Os jogos envolvem cerca de 2.350 alunos em 10 modalidades: basquete, futsal, handebol, atletismo, judô, natação, esgrima, voleibol, ginástica olímpica e vela.

O Yacht Club Santo Amaro, parceiro do Notícias Náuticas, foi o escolhido para receber os alunos e sediar as disputas da vela nos dias 23 e 24 de Junho. Estão presentes alunos do Colégio Humboldt, Escola Alemã Corcovado, Escola Waldorf São Paulo, Colégio Visconde de Porto Seguro e Escola Municipal de Ilhabela. As equipes foram divididas e as embarcações utilizadas são os mini-oceanos de 23 pés Fast 230.

Os resultados do primeiro dia podem ser vistos aqui.

Jorginho Zarif disputa Semana de Vela Ilhabela

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A organização da Semana de Vela de Ilhabela confirmou a inscrição do atleta olímpico Jorge Zarif, na edição deste ano do maior evento da modalidade da América Latina, que ocorre entre 1 a 9 de julho, no litoral norte paulista. O velejador, que defenderá o Brasil na Rio 2016 na classe Finn, fará um pit-stop na ilha para as regatas da categoria Star ao lado proeiro Arthur Lopes (Tutu). Jorginho, como é carinhosamente chamado pelos amigos, segue a tradição do pai Guga Zarif, que brilhou na semana de vela com o lendário Áries IV e também disputou as olimpíadas de Los Angeles (1984) e Seul (1988), também na Finn.

“Quero aproveitar três ou quatro dias da Semana de Vela para velejar com meu amigo Tutu. Não gosto de perder e vamos para cima. Falar com os amigos será uma rara oportunidade para mim nos últimos tempos. É importante. Durante a preparação olímpica tenho convivido com número reduzido de pessoas. E ao mesmo tempo estarei velejando, o que não deixa de ser um treino na raia de Ilhabela”, disse Jorginho.

Guga Zarif faleceu em 2008, aos 50 anos. Três anos antes conquistou a Semana de Vela de Ilhabela com barco Áries IV, com seu filho Jorginho entre os tripulantes. O garoto cresceu e se tornou uma das esperanças do Brasil na modalidade, sendo campeão mundial senior e junior da classe Finn na Estônia, em 2013.

Ele e Arthur Lopes venceram a Regata dos Campeões em homenagem ao pai de Jorginho no último domingo (19), no inédito Classic Sailing Festival. A classe Star faz parte do calendário de regatas da Semana de Vela de Ilhabela desde 2013. A categoria é a mais vitoriosa da vela nacional em olimpíada, mas não estará no calendário da Rio 2016. Nomes como Torben Grael, Marcelo Ferreira, Robert Scheidt e Bruno Prada medalharam em olimpíadas na classe.

As inscrições continuam abertas

Os tripulantes devem se inscrever no site oficial www.svilhabela.com.br. Até o dia 27 de junho o valor é de R$ 420. As tripulações dos veleiros que ficarem em seus clubes, em amarras próprias ou outros locais fora o Yacht Club de Ilhabela terão 20% de desconto no valor da inscrição.

Fonte: assessoria

Com duas regatas, colisões e muito vento Campeonato do Hemisfério Ocidental de Snipe esquenta Cabo Frio.

 

Cabo Frio (RJ) – A quarta feira (22/6) de muito frio no cabo homônimo foi também marcada pelos bons ventos e pela disputa das duas regatas programadas no Campeonato do Hemisfério Ocidental de Snipe, o evento internacional mais importante de 2016 de um dos mais tradicionais e técnicos veleiros de regata do mundo.

Depois de uma terça-feira frustrante quando, mesmo ficando na água por quase três horas, as regatas não puderam ser disputadas devido aos ventos fracos e muito rondados na raia da praia do Forte, o dia de hoje (22/6) foi perfeito para os 37 veleiros inscritos no Campeonato do Hemisfério Ocidental de Snipe. Ventos de 10 a 20 nós, do quadrante leste, muita disputa e até alguns incidentes marcaram as provas.

Na primeira regata do dia, com ventos na casa dos 12 nós, os porto-riquenhos atuais detentores do título, Raul Rios e André Guaragna, venceram com os americanos Jensen McTighe e Brendan Feeney chegando em segundo e a dupla niteroiense-carioca Felipe Sabino e Leonardo Lombardi em terceiro. A ansiedade das tripulações era tamanha que foram necessárias quatro largadas para finalmente uma delas ser validada e, mesmo assim, nada menos que quinze barcos estavam escapados e foram punidos.

Na segunda regata do dia o vento aumentou bastante de intensidade e as rajadas chegaram a mais de 20 nós. Nesta condição, as duplas brasileiras sobressaíram e o gaúcho campeão mundial e pan-americano Xandi Paradeda, junto ao proeiro Gabriel Kieling, venceu com autoridade, colocando uma grande vantagem sobre os segundos colocados, os santistas Rafael Gagliotti e Henrique Wisniewski, vencedores do recém terminado Campeonato Leste Brasileiro que, disputado na mesma raia no final de semana passado, neste ano foi uma espécie de treino de luxo para o Hemisfério Ocidental. Em terceiro ficou a dupla que lidera o torneio, Felipe Sabino e Leonardo Lombardi (RYC/ICRJ).

Também na segunda regata do dia aconteceu o acidente que tirou os porto-riquenhos da prova. A dupla atual campeã do Hemisfério vinha velejando no meio da flotilha quando, logo após montar a boia e começar o contravento foi abalroada pelo barco equatoriano que vinha ainda descendo no popa. A colisão abriu um rombo na bochecha de boreste (a lateral direita da proa) e obrigou o barco de Porto Rico a se retirar da regata. “Eu vinha orçando normalmente no contravento, com a vela a esquerda e, portanto, com preferência, quando senti uma pancada forte e um estrondo na nossa proa. Acho que eles não nos viram, sei lá… De qualquer forma vou protestar e pedir a reparação dos pontos”, disse o timoneiro Raul Rios.

No momento do fechamento deste informe a Comissão de Protesto estava reunida deliberando sobre o incidente envolvendo os barcos de Porto Rico e Equador. Por isso, os resultados ainda são provisórios e podem sofrer modificações depois do julgamento do protesto.

Até sábado (25/6), sempre com início ao meio-dia, serão disputadas duas regatas por dia, totalizando um máximo de dez provas. A partir da quinta regata entra o primeiro descarte do pior resultado e a partir da nona entra um segundo descarte, permitindo que cada dupla conte apenas suas oito melhores colocações na súmula final. Os resultados completos estão em: http://bit.ly/Snipe2016

Itajaí Saling Team vence três das quatro regatas da abertura do Estadual de Vela

 

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O Itajaí Saling Team – time de vela que representa a cidade em competições oficiais – venceu três da quatro regatas que disputou no último final de semana na abertura do Campeonato Estadual de Vela de Oceano e Copa Veleiros de Oceano, na sede oceânica do Iate Clube de Santa Catarina, em Jurerê, na classe ICR. As regatas foram realizadas com vento sul no sábado, e sudeste no domingo, proporcionando uma excelente competição e treino para a flotilha oceânica, visando a Semana de Vela de Ilhabela, em julho.

 

Agora, o calendário sofre uma pequena pausa devido à realização da Semana de Vela de Ilhabela, principal competição que a equipe do Itajaí Sailing Team disputa este ano. A competição catarinense, no entanto, encerra somente em novembro na regata Marejada entre Florianópolis e Itajaí.

 

De acordo com Alexandre dos Santos, coordenador do projeto do Itajaí Sailing Team, a participação na abertura do Campeonato Estadual ajudou a equipe a aprimorar os preparativos para disputar o Brasileiro de IRC, que será realizado na Semana de Vela de Ilhabela, entre os dias 2 e 9 de julho, no litoral paulista. O time treinado por André Fonseca, o Bochecha, e comandado por Marcelo Gusmão Reitz vai disputar a semana de vela na classe IRC.

 

A IRC é uma regra de classificação que permite que diferentes projetos de barcos de oceano possam participar da mesma regata. O “rating” de cada barco é calculado levando-se em conta as medidas do barco, seu comprimento, peso, calado e área de vela. O corretor de tempo resultante, o chamado “TCC”, é o handicap do barco. Depois da regata, o tempo real decorrido para completar o percurso de cada veleiro é multiplicado pelo seu TCC, resultando no tempo corrigido. O barco com o menor tempo corrigido é o vencedor da regata.

 

O projeto do Itajaí Sailing Team tem o patrocínio da APM Terminals Itajaí, Multilog, JBS, Brasfrigo ,e Poly Terminais, e apoio da Anasol,  Molim e Clindex.

Primeiro dia do Hemisfério de Snipe tem regatas canceladas

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Cabo Frio é uma cidade conhecida pelos velejadores pelos ventos fortes e água gelada. Mas não foi isso que os atletas que disputam o Hemisfério de Snipe encontraram neste primeiro dia de competições. O vento apareceu fraco e bastante rondado e a CR foi obrigada a cancelar as duas regatas do dia. Com isso as primeiras provas deverão ser realizadas nesta quarta-feira. Ao invés de duas, três regatas estão programadas para tirar o atraso. Todas as novidades, fotos e resultados podem ser vistos no site oficial: http://bit.ly/1rcTnLZ

Brasil conquista um bronze no torneio de vela adaptada no Rio de Janeiro

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Terminou nesta terça-feira, 21, a última competição de vela adaptada nas águas da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, antes dos Jogos Paralímpicos Rio 2016. A Welcome to Rio Regata começou na quarta-feira, 15, com condições de vento que permitiram a realização de treze regatas. A melhor colocação do Brasil foi no SKUD 18, na qual Bruno Landgraf e Marinalva de Almeida ficaram com a medalha de bronze (37 pontos) e Rafael Correa e Diana Botelho em quinto lugar (44 pontos). Nos barcos Sonar e 2.4mR, os brasileiros ficaram em 11º e sexto lugar, respectivamente.
 
“A competição com os atletas de fora é supersaudável para nós, uma vez que nos ajuda a crescer como atletas. Nós já conhecemos as raias, mas velejar sem ter outros barcos em uma disputa acirrada como aconteceu nesta competição nos limita em termos de parâmetros. O saldo para nós não poderia ter sido diferente, foi ótimo”, comenta a proeira Marinalva de Almeida.
 
Os estrangeiros dominaram a competição. No SKUD 18, a dupla australiana Dar Fitzgibin e Liest Tesch conquistou o ouro, com 24 pontos. Em seguida vieram os americanos Ryan Porteous e Maureen McKinnon, com 29 pontos. 
 
No Sonar, o topo do pódio foi da dupla da Noruega, com Aleksander Wang-Hansen e Maric Solberg (25 pontos). A prata ficou com os canadenses Paul Tingley, Logan Campbell e Sctt Lutes (37 pontos) e, em terceiro, ficaram os Estados Unidos, com Rick Doerr, Brad Kendell e Hugh Freund (38 pontos). 
 
Já no 2.4mR, com um resultado bem apertado e definidos apenas nesta quarta, os Estados Unidos venceram, com Dee Smith (22 pontos). O francês Seguin Damien (26 pontos) ficou com a prata e, em terceiro lugar, ficou Matt Buss, da Austrália (28 pontos). “Foi uma competição de alto nível, o que foi muito bom para nós, já que estamos sempre em busca dos melhores resultados para esta modalidade, que ainda é tão recente no Brasil”, avalia o coordenador da Seleção Brasileira de Vela Adaptada, Walcles Osório.
 
A Confederação Brasileira de Vela Adaptada (CBVA), com o apoio do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e das Loterias Caixa, trouxe ao Rio de Janeiro mais de 50 atletas – todos com vagas garantidas para os Jogos Paralímpicos. Além do Brasil, mais dez países participaram da competição: Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Holanda, Inglaterra, Irlanda, Israel, Noruega e Nova Zelândia. Todos os três barcos que irão competir nos Jogos Paralímpicos Rio 2016 entraram nas águas da Baía: no Sonar participam três tripulantes; no SKUD 18 há dois tripulantes, sendo um deles obrigatoriamente uma mulher; e no barco 2.4mR há espaço para apenas um tripulante.
Fonte: assessoria