Equatorianos Edgar Diminich e Jaime Santos são campeões do Hemisfério Ocidental e Oriente 2016 da classe Snipe

 

De um lado frustração, do outro euforia. Quando a Comissão de Regatas, presidida por Carlos “Cuca” Sodré, desistiu definitivamente de realizar as provas neste sábado (25/6) na raia da praia do Forte, em Cabo Frio, quatro duplas que aguardavam ansiosamente uma chance de subir ao mais alto do pódio ficaram tristes e outra, os equatorianos Diminich e Santos,  começaram a comemorar efusivamente.

Com a falta de regatas no último dia a súmula do dia anterior, contando oito provas, se manteve. E o único barco do Equador na disputa sagrou-se campeão. Rafael e Henrique, do Iate Clube de Santos, empataram com os vencedores com os mesmos 37 pontos perdidos, mas no critério de desempate (maior número de vitórias, depois maior número de segundos lugares, terceiros, etc.) ficaram com o vice-campeonato. A dupla havia sido campeã do Leste Brasileiro de Snipe na mesma raia na semana passada.

Outro empate na pontuação, em 39 pp, definiu as terceira e quarta colocações. Os gaúchos Xandi Paradeda e Gabriel Kieling (CDJ), foram terceiros gerais e Felipe Sabino e Leonardo Lombardi (RYC/ICRJ) ficaram em quarto, também no critério de desempate. Os argentinos Luis Soubie e Diego Lipszyc fecharam o Top5.

Para a canadense Gweneth Crook, Comodora da classe Snipe, o campeonato foi muito bom. “Como sempre, a organização do ICRJ foi excelente e o lugar escolhido não poderia ser melhor. Cabo Frio é um lugar lindíssimo e uma excelente raia para a prática da vela. Por isso voltamos a disputar um evento internacional desta magnitude aqui e certamente iremos voltar a ter campeonatos de alto nível da classe nestas águas”, declarou a dirigente máxima do Snipe internacional.

Na cerimônia de premiação, além de belos troféus para os cinco primeiros colocados e de prêmios individuais para os vencedores de cada regata, aconteceu um sorteio de alguns brindes do patrocinador do evento, a North Sails, culminando com uma vela grande novinha em folha. Para alegria de todos e gritos entusiasmados da plateia, a japonesa Nanami Terada, penúltima colocada entre os 36 barcos que efetivamente correram as regatas, foi a vencedora do grande prêmio. A simpática japonesinha fez seus compatriotas, a maior delegação estrangeira do torneio, com 14 velejadores, vibrarem e agitarem bandeiras do Japão e do Brasil.

E foi neste clima de confraternização e camaradagem que seguiu a festa na noitinha já fria na Sub-Sede de Cabo Frio do Iate Clube do Rio de Janeiro. O belo troféu transitório, que começou a correr o mundo em 1950, em Havana, Cuba, e já foi disputado em mais de dez países, vai agora ficar no Equador até voltar a ser posto em disputa em 2018 em local a ser definido.

Os resultados completos estão em: http://bit.ly/Snipe2016

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