YCSA divulga AR da 77ª Taça dos Lagos

Está chegando a hora da Taça dos Lagos, uma das regatas mais tradicionais da Guarapiranga, que este acho chega a sua 77ª edição. A regata será disputada neste sábado, dia 7, e terá como sede o Yacht Club Santo Amaro. Estão convidadas as classes Optmist, Open Bic, Laser Radial, Laser Std, HC-14, HC-16, HC-21, A-Class, Nacra, Tornado, Supercat 17, 29er, 420, 470, Day Sailer, Dingue, Flash 165, Lightining, Marreco, POLI 19, Snipe, Star, Microtoner, Skipper 21, Techno, Raceboard, FAST 230, Mini-Oceano G1 e G3, Olimpico, Finn, FD e HPE25.

As inscrições devem ser feitas no próprio YCSA e “custam” 2kg de arroz, feijão ou macarrão, que serão doados posteriormente.

A largada está prevista para as 12h e haverá três percursos:

Pequeno: (Optimist e Open Bic) marca 1 no meio da baia do CCSP e chegada em frente ao YCSA.

Médio: (Marreco, 29er, 420, 470, Dingue, Snipe, Poli 19, Day Sailer, Raceboard, Techno, Laser Radial e Standard, HC14, Olímpico, MO G1, Flash 165m Finn e demais classes não relacionadas nos outros percursos) marca 1 no meio da baia do CCSP, marca 3 no meio do 2o lago e chegada em frente ao YCSA.

Grande: (Lightining, Star, MT19, Skipper 21, MOg3, Fast 230, HC16, HC21, Supercat 17, A-Class, FD, Nacra, Tornado e HPE25) marca 1 no meio da baia do CCSP, marca 2 no meio do 3o lago, marca 3 no meio do 2o lago e chegada em frente ao YCSA.

Serão entregues os seguintes prêmios:

  • Troféu Ernesto Reibel para o clube com melhor resultado acumulado entre os três primeiros colocados da classificação geral de cada classe.
  • Troféu Clube Campeão: Clube com maior número de participantes inscritos.
  • Troféu Fita Azul: barco que cruzar em primeiro lugar a linha de chegada dentre todos os inscritos.
  • 1º a 3º lugares: Optimist Geral
  • 1º a 10º lugares: Optimist Principiante
  • 1º a 3º geral: Demais classes

Clique aqui e confira o AR completo

Grand Slam da SSL: Brasileiros se aproximam da segunda fase

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Os quatro brasileiros no City Grand Slam de Hamburgo (ALE) obtiveram bons resultados nas duas regatas desta quarta-feira (4) no Lago de Alster pela Star Sailors League (SSL). Bruno Prada e o norte-americano Augie Diaz somaram terceiro e sétimo Lugares. A dupla Francisco Siemsen e Arthur Lopes (Tutu) conquistou segunda e oitava colocações, enquanto Torben Grael, ao lado do italiano Stefano Lillia, recebeu bandeira preta por queimar a largada, mas se recuperou com um quinto lugar na segunda prova.

Concluídas cinco regatas, a liderança é dos poloneses Kuznierewicz e Zycki, com 4,5 pontos perdidos, apenas meio ponto de vantagem sobre Melleby e Revkin, da Noruega. Lawrence e Coleman (EUA) estão em terceiro com sete pontos. Szabo (EUA) e Ducommun (SUI) foram os únicos a vencer duas regatas do dia. Resta apenas uma prova para o encerramento da primeira fase, que selecionará 30 das 90 tripulações para mais cinco regatas na segunda fase. O descarte do pior resultado passou a ser considerado a partir da quarta prova. Os pontos da primeira fase serão levados para a segunda e zeram nas quartas de final, com regatas eliminatórias.

“As duas regatas de hoje (quarta) foram muito difíceis porque não havia pressão do vento para segurar os barcos de forma mais consistente no rumo correto. Ontem com o vento mais forte a prova foi mais desgastante, mas nosso desempenho foi superior. O importante agora é passar de fase”, avaliou o cubano naturalizado americano, Augie Diaz, timoneiro do barco de Bruno, com 15 pontos perdidos, já descartado um oitavo lugar. A dupla ocupa a nona colocação geral. Com previsão de mais um dia de vento fraco, haverá apenas uma regata para cada flotilha nesta quinta (5), complementando a primeira fase, a partir de meio-dia (7h00 de Brasília).

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Bart’s Bash 2016 vai promover a vela adaptada

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Há dois anos a Andrew Simpson Sailing Foundation realiza uma regata anual ao redor do mundo para angariar fundos para a instituição. Este ano toda a verba arrecadada vai ser destinada à promoção da Vela Adaptada, que deverá sair do programa olímpico logo após o Rio 2016. O evento será realizado nos dias 17 e 18 de setembro e o clube que desejar participar da regata poderá se inscrever aqui.

Nestes dois anos de existência a Bart’s Bash reuniu mais de 45 mil velejadores em 62 países, incluindo o Brasil.

 

Três barcos desistem da Transat Bakerly em 24h

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No último dia 2 de maio a Transat Bakerly partiu de Plymouth, na Inglaterra, rumo a Nova Iorque. Dois dias depois, no entanto, três barcos foram obrigados a desistir da competição. Seb Josse, do Edmond de Rothschild, estava na briga pela liderança da classe IMOCA quando reportou problemas com a sua vela grande. Sob ventos de 25-30 nós, no próximo ao Cabo Finisterre, as talas da vela se quebraram de forma irreparável e ele segue para Vigo, na Galícia, onde será auxiliado pelo Gitana Team.

“Tudo aconteceu muito rápido, talvez em 10 segundos. Quebrei as talas que seguram o top da vela em um jibe violento. Apesar de todo o cuidado, este tipo de coisa pode acontecer. O estrago não foi tão grande, mas é impossível pensar que posso continuar a regata. É bastante frustrante, eu estava na briga com Armel e Vincent. O barco estava muito bem preparado”, disse ele. No momento da quebra ele estava a três milhas do líder Vincet Riou, no PRB, e com Armel le Cleac’h também bem próximo.

Cinco horas antes quem desistiu da regata foi Erwan Le Rou. A 60 milhas do Cabo Finisterre, velejando com ventos entre 25 e 27 nós de popa, ele percebeu que a banana de bombordo do seu Multi 50 50FenêtréA Cardinal estava seriamente danificada. “Tinha dois rizos na mesta e em princípio foi um grande choque. Não vi o que aconteceu, pois estava sob a cobertura do cockpit. Tive que agir imediatamente para evitar que o barco capotasse. Fui enrolar o gennaker e aí percebi que metade da banana tinha se perdido”, disse ele, que optou em deixar o barco em segurança antes de avisar a equipe de terra.

Com apenas um dia de regata, Maxime Sorel, a bordo do Classe 40 Vandb, foi o primeiro a se retirar após colidir com um contêiner. Ele seguiu para o porto francês de La Trinite sur Mer.

Para acompanhar a regata, clique aqui.

NY recebe ACWS neste final de semana

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Neste final de semana a cidade americana de Nova Iorque será sede da quinta etapa da America´s Cup World Series. E como a organização quis fazer a vila da regata em Manhattan e as regatas próximas do público, espera-se que esta etapa tenha uma das condições mais complicadas para se velejar.

“A corrente e a maré serão dois fatores significantes para a velejada no rio Hudson. Há uma maré que corre de dentro para fora, que pode ser de 2,5 nós, possivelmente chegando a 3 nós, descendo o rio, e que muda para a maré entrando no rio com 1,5 a 2 nós com a maré cheia e que entra do centro para a beirada do rio”, disse Roger Badham, meteorologista do ETNZ.

Estão programadas três regatas por dia, com 1h30 de duração total em cada dia. No domingo as regatas têm pontuação dobrada.

Já estão abertas as inscrições para a Semana de Vela de Ilhabela

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As inscrições para a tradicional Semana de Vela de Ilhabela abriram no último dia 1º e o pessoal de Santa Catarina correu para garantir a sua vaga. O Itajaí Sailing Team foi o primeiro barco a confirmar a participação no maior evento de vela da América Latina e tem como objetivo terminar a competição do mesmo jeito: em primeiro. O time de Alexandre Santos está com um barco novo, o S40 Magia, que foi de Torben Grael e já se prepara para a competição.

“O motivo que fez sermos o primeiro barco inscrito foi principalmente pela motivação que o evento proporciona a toda tripulação. Nossa confirmação no evento dá auto-estima e aumenta nosso compromisso ao projeto, que nasceu principalmente depois que Itajaí recebeu as últimas duas paradas da regata Volvo Ocean Race e a Transat Jaques Vabre”, disse ele.

Para quem quiser garantir a presença no evento, basta clicar aqui.

 

Brasileiros estreiam bem no Grand Slam da SSL

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Frio, vento rondado, rajadas fortes e uma raia com dimensões muito curtas impuseram os desafios do 1º City Grand Slam no Lago de Alster, em Hamburgo nesta terça-feira (3), abertura da competição da Star Sailors League. Com 90 tripulações divididas em três flotilhas, Torben Grael, ao lado do italiano Stefano Lillia encerrou o dia em sexto lugar na classificação geral. Bruno Prada, com o norte-americano Augie Diaz, é o sétimo colocado. Os noruegueses Melleby e Revkin lideram com três pontos perdidos, meio ponto à frente dos poloneses Kuznierevicz e Zycki.

O percurso das nove regatas, três para cada flotilha, não passou de quatro milhas (7km) divididas em até oito pernas, com duração média de 35 minutos, o que exigiu dos velejadores intenso esforço físico pela intensidade das manobras. “As regatas foram totalmente físicas. Muita manobra, mas foi a melhor das três séries porque o vento apertou, com rajadas acima de 15 nós (cerca de 30 km/h). Na última, ganharíamos se não tivesse quebrado a alça da escota (que ajuda a sustentar a vela mestra). Fizemos uma gambiarra e ainda chegamos em oitavo lugar”, analisou Bruno que antes obteve segundo e terceiro lugares.

Bruno e Augie somam 13 pontos perdidos, um a mais do que Torben e Stefano, três vezes quartos colocados. No momento em que o vento apertou, o bicampeão olímpico teve de segurar o barco e o proeiro. “O Stefano não está em ritmo de regata. Três provas curtas com vento forte no mesmo dia, quebraram o cara. Tive de dar uma segurada, mas foi bom. Começar bem sempre tira um pouco da pressão”, afirmou Torben. Os brasileiros correram o primeiro na flotilha azul. Mais três regatas complementam a primeira fase. A partir da quarta, considera-se o descarte do pior resultado.

A dupla brasileira Francisco Simsen e Arthur Lopes (Tutu) também estreou alcançando a perspectiva de ficar entre as 30 mais bem colocadas e passar para a segunda fase. Estão em 19º lugar na classificação geral, com 25 pontos perdidos (12+6+7). “Estamos correndo pela primeira vez juntos na Star. Não devemos ser audaciosos e estabelecer uma meta, mas sabemos que o barco está rápido e por isso lutaremos para chegar à próxima fase”, argumentou Francisco consciente das dificuldades.

A partir do meio da tarde o sol surgiu entre nuvens e amenizou o frio, mas as primeiras regatas do dia tiveram condições severas de tempo para a flotilha amarela, com temperatura abaixo de 10ºC, garoa e vento noroeste por volta de 12 nós (22km/h). A dupla norte-americana Lawrence e Coleman também manteve a regularidade e ocupa a terceira posição geral com cinco pontos perdidos Os alemães Stanjek e Kleen, atuais campeões da Bacardi Cup estão em oitavo lugar.

O francês Xavier Rohart, bronze olímpico na Star nos Jogos de Atenas, venceu a segunda regata ao lado de Pierre Ponsot e ocupa a nona posição. Apesar da raia com dimensões reduzidas, elogiou a regata. “É necessário largar forte e depois administrar a prova sem se envolver em confusão para não ficar preso em meio à flotilha. É tudo muito rápido e não há tempo para indecisões. Tem de definir o rumo e seguir em frente”, considerou o presidente da SSL. A previsão para esta quarta (4) é de ventos mais fracos em Hamburgo. A primeira largada está prevista para às 10h00 (local), cinco horas à frente do fuso de Brasília.

Regatas eliminatórias – A forma de disputa da SSL é garantia de emoção. Na primeira fase os 80 barcos serão divididos em flotilhas amarela, azul e vermelha, com previsão de seis regatas para cada grupo. Os 30 mais bem classificados seguem para a segunda fase, com mais cinco regatas. Os dez primeiros avançam para três regatas eliminatórias: quartas de final, semifinal e final, com oito, seis e quatro barcos, respectivamente, sendo que o vencedor da segunda fase vai direto para a final, enquanto o segundo colocado se garante na semifinal. As regatas decisivas estão previstas para sábado (7/5).

As transmissões ao vivo pelo site oficial do evento, city.starsailors.com, terão comentários de especialistas e velejadores convidados no estúdio instalado no Norddeutscher Regatta Verein, entre 5h00 e 13h00 (Brasília). Na água, uma equipe embarcada irá produzir imagens em alta definição, mesclando ilustrações gráficos em 3D às imagens em tempo real, oferecendo assim, a telemetria completa das provas em detalhes como, distância, velocidade e nacionalidade dos barcos.

Fonte: SSL

Webserie: Aleixo Belov na Antártida – cap2

Entre 27 de outubro de 2013 e 15 de março de 2014 o ucraniano naturalizado brasileiro Aleixo Belov se aventurou rumo à Antártida a bordo do veleiro Fraternidade com mais nove tripulantes. Foram 150 dias de viagem passando pelo Cabo Horn e estreito de Drake, enfrentando ventos de quase 100 nós, muita onda e neblina. A história rendeu um livro, lançado no final de 2014 e agora virou uma webserie de 8 capítulos que você pode acompanhar aqui no Notícias Náuticas em quatro semanas!

Este segundo capítulo vai de Punta del Este até a naía Bom Sucesso